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Jodi Benson, voz original de "A pequena sereia" diz que só canta músicas cristãs para sua família

25 de janeiro de 2014

/ by SMK Editors
"É como se a música fosse algo que Deus criou para fazer parte de mim. Sinto que nasci com o dom de cantar."Foi o que disse Jodi Benson, a voz original da voz de Ariel, do filme de animação "A pequena sereia" dos estúdios Disney.



Quando Jodi Benson conheceu a lenda Howard Ashman, enquanto os dois trabalhavam em “Smile”, um espetáculo da Broadway, ela nunca imaginou que esse encontro a levaria até o mundo mágico das princesas. Mas quando o espetáculo saiu de cartaz, todas as meninas do elenco fizeram o teste para o novo (e primeiro) projeto de Howard com a Disney, chamado de “A Pequena Sereia”, e o destino se encarregou do resto. O resultado foi um filme que acabou sendo amado e adorado por todas as gerações que o assistiram. 

Nesta entrevista, Jodi Benson, a voz de Ariel na versão em inglês, revela detalhes sobre a sua participação no filme.

Como foi o teste para “A Pequena Sereia”?

Recebemos uma fita cassete com Howard cantando “Parte do seu mundo”. Eu fui para o teste, me tranquei no banheiro feminino e pratiquei alguns jeitos que achei que a música poderia soar bem. Muito tempo se passou até eles me ligarem e avisarem que eu ainda estava na disputa, e passou-se quase um ano até me falarem que eu tinha conseguido o papel.

Qual é a sua recordação favorita da produção do filme?

As sessões de gravação, trabalhando com o Howard, que ficava de pé, ao meu lado esquerdo. Ter a possibilidade de absorver todas as informações que ele me dava e usá-las foi incrível. Aprendi muito com ele.

Quando você começou a cantar?

Eu praticamente nasci cantando. Acho que cantei a vida inteira, é como se a música fosse algo que Deus criou para fazer parte de mim. Sinto que nasci com o dom de cantar.

Você canta quando está sozinha ou com os seus filhos?

Para mim e para a minha família, canto músicas religiosas e cristãs. Isso tranquiliza a minha alma, permite que eu siga adiante. As letras funcionam como uma oração e me dão força.

Além da Ariel, você se parece com outro personagem?

Acho que me pareço com o Linguado. Ele é leal, direto e honesto, e essas características fazem parte da integridade e do caráter que gosto de ter. Ele é frágil e eu gosto disso.

Qual é a sua parte preferida da atração “Ariel’s Undersea Adventure”, do parque Disney California Adventure?

Gosto da sensação que o público sente, como se realmente estivesse embaixo d’água, você vê as bolinhas e tudo fica frio quando o vento começa a soprar. Os criadores da atração quiseram ter certeza de que seria possível transmitir a sensação de realmente estar no oceano. Você olha para cima e Ariel está cantando… Nesse instante, eu pensei “Nossa, eu faço parte de uma criação da Disney que, talvez, existirá para sempre”. Às vezes, penso nessas coisas e vejo que é algo muito especial.

Para você, o que significou se tornar uma lenda da Disney?

É uma grande honra e eu estou muito orgulhosa por ter sido nomeada uma integrante lendária da Disney. Isso fortaleceu a minha relação com a companhia, compartilhamos um clima familiar.

Como você se sente por fazer parte do grupo de mulheres que deu vozes às Princesas da Disney?

Sinto muito orgulho por fazer parte desta família. É um grupo pequeno, cuidamos e apoiamos umas as outras. É uma honra.

Ariel é uma menina que coleciona coisas, e você?

Tenho muitas coisas relacionadas a sereias. Comecei a colecionar muito antes de ter filhos, porque não sabia se teria um menino ou uma menina, então eu guardei tudo!

Você tinha ideia do impacto que A Pequena Sereia teria?

Nunca imaginei que teria tanto impacto até depois da estreia em Nova York. Ver e ouvir as reações das pessoas foi impressionante, eu mal podia acreditar. Achávamos que o projeto desapareceria e que, depois de um tempo, voltaríamos a viver a nossa vida como se nada tivesse acontecido, mas tudo mudou.

Por que você acha que o projeto se mostrou ser a prova do tempo?

Acho que foi porque Howard e Alan levaram a história para a música de uma forma que nunca havia sido feita. Quando você tem um público e as pessoas aplaudem até o último segundo, como se fosse um show da Broadway, você sabe que será algo especial.

Que mensagem você espera que o telespectador receba ao assistir o filme?

Espero que o filme lhe faça sentir algo. Acho que todo bom entretenimento causa sensações, uma grande variedade de sentimentos. Espero que cada pessoa, ao assistir o desenho, possa criar uma conexão especial com ele. Espero que o filme possa lhe trazer alegria, acalmar ou criar uma linda memória, como um ciclo de gerações, em que o avô e neto criam uma conexão.

Qual seria a coisa mais surpreendente que o público poderia saber sobre você?

Me sinto intimidada pela personagem e pelo filme. Não sei se as pessoas percebem isso. Acho que muitos acreditam que é só um trabalho ou um filme, talvez eles pensem que eu não me importo mais. Talvez muitos pensem que é um trabalho que fiz há 28 anos e que só estou falando sobre isso mais uma vez. No entanto, eu tenho sentimentos infantis sobre o filme. É um título mágico que consegue me emocionar e cria sentimentos muito fortes dentro de mim.


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