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TÁ LIGADO!: Homofobia não existe!

jul. 26, 2011 1 comments
No momento que em vários países intenta-se coarctar a legítima rejeição à perversão homossexual mediante a acusação de “homofobia”, convém assinalar que tal acusação não tem o menor sentido. Isto porque —é preciso frisá-lo— a “homofobia” simplesmente não existe: é una mera palavra-chavão, vazia de qualquer substância, mas de forte impacto emocional.

Foi posta em circulação pelo psiquiatra norte-americano George Weinberg em 1966, a pedido de uma denominada Gay Activist Alliance (GAA), sem qualquer base científica demonstrada, e unicamente uma arma semântica para neutralizar os opositores do movimento homosexual[1].

Em psiquiatria, fobia é uma obcessão sob a forma de temor patológico[2]. Só ocorre em casos extremos e muito específicos: pode haver fobias, por exemplo, contra o que ameaçe a saúde ou a integridade de uma pessoa. Mas seria absurdo qualificar de fóbico a quem, por exemplo, evita normalmente aquilo que prejudica sua saúde ou sua integridade física. E muito menos se pode carimbar de “homofóbicos” —ou seja, de doentes mentais!— a esmagadora maioria de pessoas que, em países como o Brasil, seguindo princípios de razão natural ancorados na Lei moral e admitidos unânimemente durante milênios por todos os povos civilizados, defendem a saúde do organismo social e desejam proteger a família face à presente ofensiva publicitária e legal de poderosos lobbies homosexuais.

Até agora ninguém conseguiu demonstrar a existência de tal patologia, nem poderá fazé-lo. Mais fácil será demonstrar que existe o lobishomen ou a sereia… Em suma, o epíteto só procura neutralizar a reação das grandes maiorias e estigmatizar os que se preocupam deveras pelo porvir da Nação e da família, e pela proteção à população infantil.

[1] Cfr.The American Society for the Defense of Tradition, Family and Property – TFP, En Defensa de una Ley Superior – Porqué debemos oponernos al pseudo-matrimonio y al movimiento homosexual, Ed.Acción Familia, Santiago de Chile, 2004, pp. 89-90.

[2] Cfr. Honorio Delgado MD, Curso de Psiquiatría, Lima, Imprenta Santa María, 1953, p. 60.


FONTE: Instituto Plinio Corrêa de Oliveira. / Blog Ismael de Moura
Gospel Channel BR

Comentários

  1. vao se fuder seus abobados nao tem o que fazer sera que é tao dificil vcs perceberem que as pessoas nasce asim e que Deus fez cada um a sua natureza vao trabalhar invez de ficar diseminado a vida das pessoas cada um é feliz como pode é pelo visto a felicidade das pessoas incomodam a outras pessoas que nao sabe o que é felicdade
    ou vc sentem de vontade de fazer o que os ga elesbica fazem e nao tem coragem

    ResponderExcluir

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