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Protegendo seu casamento da pornografia durante o COVID-19

Como uma esposa cujo casamento foi levado à beira do divórcio por causa do vício de meu marido em pornografia, li com horror quando a Internet relata um rápido aumento global de assinaturas premium de pornografia. Em 12 de março de 2020, a Pornhub ofereceu seu serviço premium gratuitamente a toda a Itália para "ajudá-los" a lidar com a quarentena em todo o país. Nas últimas semanas, o tráfego de pornografia na Itália aumentou em 57%.



A partir de 16 de março, a oferta foi estendida para Espanha e França e, em um dia, as assinaturas aumentaram 38,2% e 61,3%, respectivamente. Em 24 de março, o Pornhub estendeu seu serviço de assinatura gratuita para o mundo inteiro por 30 dias. Aparentemente, parece quase indelicado falar sobre mais coisas para nos preocuparmos. 

Afinal, qual é o problema de pessoas ansiosas que usam a pornografia para acalmar e se distrair? Se alguma vez houve um tempo para fechar os olhos para o uso pornô de um cônjuge, seria esse, certamente? Na verdade, esse é o momento exato em que você precisa dobrar sua resolução para manter sua casa livre de pornografia. Pornografia na Internet não é chamada de "crack-cocaína do vício em sexo" por nada. Isso não é algo para se interessar. Não demorou muito para se tornar viciado no estímulo sobrenatural da pornografia na internet e, acredite, continuará a impactar negativamente o seu casamento por muito tempo após a pandemia mundial ter diminuído. 

Como muita pesquisa deixou claro, o vício em pornografia religa o cérebro e prejudica as conexões relacionais humanas da vida real com os entes queridos. Não ajuda a situação - na verdade prejudica. Não ajuda o tédio - piora. A pornografia cria um desejo que nunca é satisfeito. Os usuários acham que precisam aumentar progressivamente a quantidade de tempo em que assistem ou procurar conteúdo novo ou mais chocante para alcançar o mesmo nível da última vez. Consumir pornografia não ajuda a desabafar, cria irritabilidade, indisponibilidade e defensividade. Assim como qualquer outro vício, o vício em pornografia devora a atenção, carinho e energia daqueles que estão em suas garras. 

Em um testemunho de 2004 perante o Senado dos Estados Unidos, a Dra. Jill Manning compartilhou dados reveladores sobre pornografia e relacionamentos. Em sua pesquisa, ela descobriu que 56% dos casos de divórcio envolviam uma parte com interesse obsessivo em sites pornográficos. [2] Se essa estatística foi precisa quinze anos atrás, só posso imaginar qual é a porcentagem real hoje. Todos os anos, na década passada, houve cerca de 1 milhão de divórcios nos Estados Unidos. Se metade das pessoas que se divorciam alegam pornografia como culpada, isso significa que há 500.000 casamentos por ano que estão falhando devido à pornografia. E lembre-se, esses números foram anteriores ao COVID-19 - antes de ficarmos isolados em nossas casas por semanas a fio, ansiosos e entediados, com acesso 24/7 ao pornô gratuito, ilimitado e essencial. Em 17 de março, o tráfego global no Pornhub já aumentava 11%. 

Não destaquei essas estatísticas preocupantes para assustá-lo, mas simplesmente para lhe dar motivação para agir. Todos nós precisamos aplicar a mesma diligência e determinação para proteger nossos entes queridos de ameaças invisíveis dentro de nossas casas, como fazemos com os de fora. Este é um momento para reforçar todas as nossas defesas. Em nossa pressa de fechar a porta da frente no COVID-19, não devemos esquecer que a porta dos fundos é deixada aberta à pornografia. Eu sei que tudo parece esmagador no momento.

Estamos preocupados com nossos entes queridos, preocupados com nosso futuro financeiro, as crianças estão nos deixando loucos e não há um ponto final à vista para nos ajudar a gerenciar nossas expectativas. Mas, como um amigo sábio me disse recentemente, tudo o que você pode fazer é se concentrar nas coisas que estão sob seu controle. Seja um bom vizinho. Faça seu trabalho da melhor maneira possível. Limpe sua casa. Faça memórias com seus filhos. Ame sua esposa.



E se você sabe ou suspeita que seu cônjuge (ou você, ou um de seus filhos) está tendo problemas com a pornografia, é mais agradável divulgar esse problema à luz de onde você pode começar a lidar com isso do que ignorá-lo. Este é um momento para nos unirmos, para nos unirmos em casal, sem nos separarmos e medicar com substitutos artificiais destrutivos.

Nos últimos dez anos, acompanhei centenas de esposas em recuperação do vício em pornografia de seus cônjuges, e todas disseram que traçar uma linha firme na areia contra a pornografia era o ponto de virada no relacionamento deles. Em um casamento sem pornografia, eles descobriram um nível de confiança, intimidade e segurança que nunca tinham antes.

Respire fundo e não tema; por mais profundo que seu marido possa estar em seu hábito pornô, nunca é tarde para mudar as coisas. Arme-se com os fatos, vista-se com força e dignidade e mantenha-se firme contra a pornografia.


Rosie Makinney , colaboradora do Op-Ed
Gospel Channel USA | Christian Post

Noiva prende recém-nascida à cauda do vestido, a arrasta pela igreja e diz que bebê estava protegida por Cristo

Uma noiva do Tennessee, nos EUA, chocou ao escolher uma forma "diferente" de levar a filha de apenas um mês ao seu casamento. Shona Carter-Brooks prendeu a recém-nascida à cauda de seu vestido de noiva e a arrastou pelo chão da igreja até o altar.



 A atitude, é claro, causou indignação e a noiva recebeu ameaças de denúncia às autoridades de defesa dos direitos das crianças. Shona alega que a filha Aubrey estava "acordada e muito segura", além de "coberta por Cristo". A cerimônia de casamento entre Shona Carter-Brooks e Johnathan Brooks aconteceu em Ripley no mês passado e as fotos do detalhe bizarro se espalharam pela internet gerando grande polêmica. A imagem da bebê na cauda continuam no perfil da mulher. O vestido, segundo o jornal "Daily Mail" é da linha White by Vera Wang, a mais popular estilista de vestidos de noiva dos EUA, e teria custado entre R$ 800 e R$ 2.800. 

A peça foi adaptada para poder prender a garotinha. Os críticos à atitude de Shona dizem que o ato foi incrivelmente perigoso para a criança, que poderia ter se arranhado no carpete da igreja batista onde ocorreu a boda. "Me desculpe, mas se eu tivesse visto isso teria me levantado do meu lugar e tirado o bebê daquela situação. É algo muito idiota", escreveu uma das pessoas que reprovam a atitude no site Clutch. Shona escreveu em sua página no Facebook que não se arrependeu do que fez. "As pessoas me questionam por que fiz, fazem comentários negativos. 

Nós cremos que estamos cobertos pelo sangue daquele que nunca perde seu poder. Então para a mídia, rádio, jornais e quem mais que queira falar sobre o assunto: 'Mídia, mídia sei como funciona, independente da situação ou do propósito sempre haverá coisas negativas a se dizer! A resposta é que fizemos o que nós queríamos fazer, e enquanto Jesus estiver ao nosso lado tudo vai funcionar bem e continuar bem."

Gospel Channel Brasil / M. Claire

Igrejas têm cada vez mais exigências para oficializar o 'sim'

Folha Online - Para se casar hoje em uma Igreja Católica, não basta dizer o "sim". Há casos em que é preciso ir a 12 missas ou pagar multa por atraso. Por respeito à religião ou para coibir excessos, padres das igrejas mais procuradas para casamentos criaram restrições na cerimônia.

A Folha consultou 16 paróquias de SP, RJ e MG. Constatou que as normas incluem medidas contra atrasos, decotes e músicas. Ao menos três igrejas exigem dinheiro dos noivos. Caso sejam pontuais, o valor é devolvido.

É o caso do Mosteiro de São Bento, no centro da capital, e, em Ribeirão Preto (SP), da catedral e da paróquia Nossa Senhora de Fátima.

Há regras também para preservar prédios históricos. "Tivemos decorador que usou pregos nos bancos centenários para fixar arranjos", diz Alessandra Paciullo, cerimonialista do mosteiro.

Na Cruz Torta, no Alto de Pinheiros, o padre Renato Cangianelli proibiu a canção "Also Sprach Zarathustra", do filme "2001: Uma Odisseia no Espaço". "Sempre coloco a música aos noivos e pergunto do que se lembram. Todos dizem: macacos. Isso não condiz com a celebração."

Na Nossa Senhora do Brasil, a cruzada do padre Michelino Roberto é contra os decotes. Para cobrir as mais ousadas, ele tem xales para emprestar. Gabriela Chodravi, 25, que vai casar ali, deu o recado do padre às madrinhas.





O banho de arroz foi vetado em várias igrejas. "Além de superstição, é jogar alimento no chão", disse André de Oliveira, padre do Mosteiro de Nossa Senhora do Divino Espírito Santo, em Claraval (MG). Na Candelária, no Rio, o arroz foi proibido após uma funcionária escorregar e se ferir.


Padre decide multar noiva que se atrasar em casamento


Medida foi tomada por religioso em Apucarana, no Norte paranaense. A multa é de R$ 500 para as noivas que não chegarem na hora certa.

Um padre de 71 anos decidiu tomar uma atitude um tanto quanto curiosa em Apucarana, na região Norte do Paraná. Ele resolveu aplicar uma multa no valor de R$ 500 para as noivas que se atrasarem no dia da cerimônia. O padre Roberto Carrara, que celebra missas na Catedral Nossa Senhora de Lourdes há mais de 27 anos, diz que sempre achou errado noiva não chegar na hora certa no dia do casamento.

"Elas [as noivas] atrasam muito e isso é um desrespeito com os convidados e comigo. Eu tenho outras tarefas pra cumprir durante o dia", afirmou o padre.

O religioso contou também que, antes de tomar a atitude, perguntou a opinião dos fiéis sobre o assunto durante uma celebração. "Quando perguntei o que eles achavam da multa, fui aplaudido pela maioria", comemorou.

Até a noite desta terça-feira (8), nenhuma noiva tinha sido multada pelo padre.

Amante reencontra mineiro após resgate; esposa não sabia


Yonni Barrios Rojas, 50 anos, foi o 21º operário a deixar a mina. 'Ou ela, ou eu', disse mulher casada com o mineiro há 28 anos.

O enfermeiro Yonni Barrios Rojas, 50 anos, foi o vigésimo-primeiro operário a ser resgatado nesta quarta-feira (13) da mina de cobre no norte do Chile na qual eles estavam soterrados a uma profundidade de 700 metros desde 5 de agosto.



Conhecido como "Dr. House" entre os colegas confinados graças à habilidade para dar injeções e redigir relatórios sobre a situação dos companheiros no refúgio, ele terá que lidar na superfície com um triângulo amoroso em que está envolvido: é aguardado no exterior da mina por duas companheiras, que já brigaram.

Tão logo a cápsula Fênix 2 libertou Rojas da clausura, ele foi recebido e abraçado por Susana Valenzuela, apontada como "a outra" pela esposa há 28 anos do minerador, Marta Salinas. Convidada, ela decidiu não prestigiar nem pela televisão o salvamento do marido.

"Não penso em assistir (ao resgate) nem pela televisão. Estou feliz que ele tenha sobrevivido, é um milagre de Deus. Mas não vou assistir ao resgate. Ele me pediu, mas acontece que ele também pediu a mesma coisa à outra senhora, e eu sou uma mulher decente", afirmou. " A coisa é clara: ou ela, ou eu", afirmou.

Marta desconhecia a existência de Susana até que as duas se encontraram no acampamento de Copiapó chorando pelo mesmo homem. Desde então, ela não esteve mais presente entre os familiares que rezavam e esperavam notícia dos trabalhadores no Acampamento Esperança.

Indignada, a esposa relatou a traição de Rojas até à primeira-dama chilena Cecilia Morel.

"A primeira-dama me disse que não era má a minha decisão de não ir, de deixar que ela (a nova parceira) vá tranquilamente", disse Marta em entrevista ao jornal chileno "El Mercurio".

Sul-coreano 'casa-se' com travesseiro

Antes da cerimônia, ele levou a 'noiva' passear no parque e jantar.
Ela era inspirada em uma personagem de anime.

Um sul-coreano 'casou-se' com seu travesseiro, que tem o desenho de uma personagem japonesa de anime desenhado nele.

A 'cerimônia' foi coberta por uma equipe de TV local.A garota representada no dakimakura (espécie de travesseiro do tamanho do corpo de uma pessoa) é Fate Testarossa, do anime Mahou Shoujo Lyrical Nanoha.

As imagens mostram o homem levando seu travesseiro a um pasque de diversões, onde eles brincam na escada rolante e no carrossel.

Depois, eles vão jantar, sempre sob os risos dos passantes.

Finalmente, ocorre a cerimônia.

Reprodução/Reprodução

Imagem do 'casamento' de sul-coreano com travesseiro corporal. (Foto: Reprodução).

Travesseiros com personagens de animes são uma tendência crescente, especialmente no Japão, onde homens e garotos mantêm "relacionamentos" com eles.

No Japão, há uma petição on-line, apoiada por mais de 500 pessoas, que pede ao governo que reconheça oficialmente o direito à pessoas de se casar com personagens fictícios.

Casamento coletivo une 170 casais no Maranhão

Cerimônia foi realizada em Imperatriz.
Cidade é a segunda do estado em registro de casamento.

Cento e setenta casais se uniram, na noite desta quarta-feira (30), em um casamento coletivo. A cerimônia foi realizada em Imperatriz (MA). Muitos realizaram o sonho de passar o Ano Novo com a formalização do relacionamento.

A cidade é conhecida como a segunda do estado com o maior número de casamentos, perdendo apenas para São Luís. Por outro lado, a cidade também é a que mais registra separações. Foram 538 em 2008.

BBC:Psicóloga francesa defende infidelidade masculina para ajudar o casamento

Segundo Maryse Vaillant, homens precisam de 'seu próprio espaço'.
Homens que não têm casos podem ter 'fraqueza de caráter', diz ela.

Uma das mais famosas psicólogas francesas causou polêmica ao defender, em um livro recém-lançado, que a infidelidade masculina é boa para o casamento.

No livro "Les hommes, l'amour, la fidélité" ("Os homens, o amor, a fidelidade"), Maryse Vaillant diz que a maioria dos homens precisa de "seu próprio espaço" e que para eles "a infidelidade é quase inevitável".

Segundo a autora, as mulheres podem ter uma experiência "libertadora" ao aceitarem que "os pactos de fidelidade não são naturais, mas culturais" e que a infidelidade é "essencial para o funcionamento psíquico" de muitos homens que não deixam por isso de amar suas mulheres.

Para Vaillant, divorciada há 20 anos, seu livro tem o objetivo de "resgatar a infidelidade". Segundo ela, 39% dos homens franceses foram infiéis às mulheres em algum momento de suas vidas.


Fraqueza de caráter

  • "A maioria dos homens não faz isso por não amar mais suas mulheres, Pelo contrário, eles simplesmente precisam de um espaço próprio "

"A maioria dos homens não faz isso por não amar mais suas mulheres, Pelo contrário, eles simplesmente precisam de um espaço próprio", diz a psicóloga.

"Para esses homens, que são na verdade profundamente monógamos, a infidelidade é quase inevitável", afirma.

Para Vaillant, os homens que não têm casos extraconjugais podem ter "uma fraqueza de caráter".

"Eles são normalmente homens cujo pai era fisicamente ou moralmente ausente. Esses homens têm uma visão completamente idealizada da figura do pai e da função paternal. Eles não têm flexibilidade e são prisioneiros de uma imagem idealizada das funções do homem", afirma ela.

DE NOVO!:Cantora Mara Maravilha se casa novamente

A cantora Mara Maravilha e Alessander Vigna casaram-se no último domingo, 9, no Guarujá-SP. O evento contou com a presença de famosos.

Esse é o segundo casamento da cantora, depois do fim de um relacionamento que durou 9 anos com Paulo Lima, ex-maroto. Na época, Mara não quis falar sobre o ocorrido, dizendo estar em um momento delicado.

Mara recentemente lançou o CD “Novo Coração”, pela gravadora Line Records. O álbum, que também está disponível em playback, vem com 14 faixas e conta com a participação especial de Regis Danese, na música “Restaura Minha Casa”.

Ex-modelo é condenada acusada de poligamia na Inglaterra


Emily Horne nunca havia se separado legalmente.
Em 13 anos, ela se casou cinco vezes.

Uma ex-modelo foi condenada a dez meses de prisão em liberdade condicional na Inglaterra acusada de poligamia, nessa segunda-feira (27), em Manchester. Emily Horne, de 40 anos, casou cinco vezes, mas com exceção do primeiro casamento realizado em 1996 com um soldado, todos os demais foram considerados ilegais. Tudo porque ela nunca se divorciou legalmente.


“Ela minou a instituição do casamento”, afirmou o juiz do caso.


Nos últimos 13 anos, Emily Horne se casou ainda com um bancário, um designer, um segurança e um vendedor. Nenhum sabia, segundo a mídia britânica, que ela ainda era legalmente casada.


Inicialmente, Emily foi condenada a dois anos de prisão, mas a pena foi alterada para que ela receba tratamento contra distúrbio bipolar.


“Estou me sentindo ótima”, disse ela ao sair da corte de Manchester, nessa segunda-feira (27).


Segundo o processo, Emily ainda contou outras mentiras para seus namorados e maridos. Mentiu a idade, sobre sua educação, seus antepassados, chegou a dizer que teve câncer e o vírus HIV, e ainda que havia perdido uma filha por meningite e que havia colocado uma outra para adoção.


O site do “Times Online” diz que Emily se casou a primeira vez com o soldado Paul Rigby, em dezembro de 1996, quando fez 18 anos. Mas o casamento acabou e ela se juntou a o bancário Sean Cunningham em fevereiro de 1999. A união não durou muito e ela se casou pela terceira vez no ano seguinte.


Já em 2001, ela foi acusada de bigamia pela Justiça e foi condenada a seis meses de prisão.


Mas a punição não adiantou muito e em 2007 casou pela quinta vez, sempre alterando o nome. Nesse, porém, segundo a mídia britânica, ela confessou ao novo marido que ainda tinha ligações legais com Thorpe. Detalhe: durante a lua-de-mel.

Casamento comunitário lota ginásio de Cuiabá

Segundo governo estadual, 4.175 casais participaram da cerimônia.
Evento contou com decoração e músicas, além da bênção de frei e pastor.

Foto: Marcos Negrini/Setecs-MT

O Ginásio Aecim Tocantins, em Cuiabá, foi palco da união de 4.175 casais, no sábado (25). O casamento comunitário, promovido pela Secretaria de Estado de Trabalho, Emprego, Cidadania e Assistência Social (Setecs), envolveu mais de mil voluntários desde a montagem da central de casamentos até a realização da cerimônia. As inscrições foram abertas em março e ocorreram em 16 municípios. Segundo o governo estadual, foi o maior casamento coletivo realizado no país e deve ser registrado no livro dos recordes (Foto: Marcos Negrini/Setecs-MT)

Foto: Marcos Negrini/Setecs-MT

Os noivos contaram com uma produção especial: foi usado um tapete vermelho com 30 metros, decoração com flores do campo naturais, músicas e a bênção do frei Eliseu Menegat e do pastor Sebastião Rodrigues, da Igreja Assembleia de Deus, que ocorreu antes antes da juíza de paz Vera Alencastro celebrar a união legal (Foto: Marcos Negrini/Setecs-MT)

Foto: Marcos Negrini/Setecs-MT

No ginásio, os casais foram recepcionados por voluntários e levados para as 121 mesas de assinatura, onde 230 alunos de um curso de direito colheram assinaturas no livro de registros. Outras equipes ajudaram os noivos em 30 cenários fotográficos, montados para registrar o acontecimento. Na saída, houve show pirotécnico de 10 minutos. Além das certidões, os recém-casados levaram cobertores e brindes como diárias em hotéis e jantares (Foto: Marcos Negrini/Setecs-MT)

Maridos são presos em Israel por não conceder divórcio

Pelo menos 20 homens são presos anualmente em Israel por não conceder o divórcio a suas esposas, em um país onde só o marido pode pôr fim ao casamento, de acordo com a milenar lei religiosa judaica que rege os matrimônios em território israelense.

Os tribunais rabínicos, que detêm o monopólio da justiça em matéria de divórcio, tentam assim forçar os chamados "maridos resistentes" a permitirem que suas mulheres comecem uma nova vida.

Enquanto isso, as mulheres ficam "agunot" - "acorrentadas" ao casamento - e, portanto, não podem se casar novamente, nem iniciar uma nova relação, o que configuraria adultério.

Além disso, os filhos que pudessem vir a ter com outro homem seriam considerados bastardos e, segundo a lei ortodoxa, não poderiam contrair matrimônio a não ser com outros bastardos.

"O Estado de Israel tem que encontrar uma forma melhor de acabar com um casamento do que colocar as pessoas na prisão", opina à Agência Efe Susan Weiss, diretora da ONG Centro para a Justiça para as Mulheres e advogada em diversos casos de divórcio.

Segundo Efrat Orbach, porta-voz das Cortes Rabínicas de Israel, todo ano, pelo menos 20 homens passam uma temporada na prisão por este motivo.

O número de presos está muito abaixo do número real de casos conflituosos, já que "muitos maridos concedem o divórcio assim que são ameaçados de ir para a prisão", explica a advogada rabínica Rivka Lubitch, também da citada ONG.

O Serviço de Prisões Israelense calcula em cinco o número de "maridos resistentes" atualmente atrás das grades. Nas palavras de Lubitch, são os "teimosos" que, em vez de ceder, assumem a condenação como um desafio.

Um deles protagonizou recentemente uma já concluída greve de fome que chegou às páginas da imprensa de Israel.

O homem foi alimentado por via intravenosa desde que a Grande Corte Rabínica ordenou sua transferência para um módulo não religioso, no qual, em consequência, os alimentos não têm a certificação "kosher", que atesta o cumprimento dos mais estritos preceitos judeus de alimentação.

Esta foi uma medida de pressão ao preso, que já cumpriu dois dos cinco anos de prisão aos quais foi condenado por se negar a conceder o divórcio a sua mulher ao longo de oito.

O homem - que continua se negando a se divorciar de sua mulher - foi alimentado à força por via intravenosa, até que há poucos dias pôs fim a seu protesto.

O casal (pelo menos do ponto de vista legal) faz parte da comunidade ultra-ortodoxa judaica que, em muitos casos, submete as mulheres nessa situação ao ostracismo. Elas não têm permissão para serem vistas com nenhum outro homem, o que seria considerado "imoral".

"Este caso não faz mais do que demonstrar o absurdo do regime de divórcios no país", aponta Weiss, ao reconhecer que a situação dos maridos presos é terrível, mas argumenta que não é muito pior do que a das esposas "agunot".

"Elas também estão em uma prisão: não são livres, não podem se casar, nem ter encontros. Sofrem o isolamento social porque são mulheres religiosas que vivem sem seu marido", relata.

O casamento civil não existe em Israel. Por isso, os cidadãos do país, sejam seguidores de alguma fé ou não, só podem se casar e se divorciar pelo rito religioso, o que em algumas ocasiões leva a situações tragicômicas.

É o caso, por exemplo, de uma esposa maltratada que teve que justificar seu pedido de divórcio frente aos juízes religiosos ao alegar que seu marido tinha mau hálito, um dos motivos para romper o casamento aceitos pelo Talmude.

Em outra ocasião, um homem foi viver com outra mulher na Europa e inclusive teve um filho com ela, mas os juízes ainda perguntavam à esposa porque ela queria o divórcio.

A possibilidade de aplicar castigos exemplares, como a prisão, retirada de passaportes ou intervenção nas contas bancárias, foi um poder concedido nos anos 90 aos tribunais religiosos por causa da acumulação de casos de "maridos resistentes".

O Parlamento israelense passou na segunda-feira passada em primeira leitura uma reforma para legalizar o casamento civil, mas isso só afetará à ínfima minoria de pessoas que provar não ter religião, algo muito difícil no caso dos judeus.

"A reforma não vai solucionar nada, porque só servirá para gente que puder demonstrar que não tem uma religião, algo muito problemático e que, em último caso, será obstruído pelos tribunais religiosos", assegura Weiss.

Massachusetts questiona definição federal de casamento

O primeiro estado a aprovar o casamento gay nos EUA, em 2004, agora também é o primeiro a questionar a validade da Defense of Marriage Act (DOMA), lei federal que definiu o casamento como “uma união legal entre um homem e uma mulher.”

Nesta semana, a procuradora-geral de Massachusetts, Martha Coakley, entrou com um processo contra a União que questiona tal definição. Antes da lei DOMA ser ativada em 1996, o governo federal reconhecia que definir o status marital de um casal era prerrogativa de cada estado.

“Ao aprovar a DOMA, o Congresso sobrepôs a sua autoridade, diminuindo a capacidade dos estados em reconhecer o casamento entre pessoas do mesmo sexo, codificando, assim, animosidade contra os gays e lésbicas desse país,” diz um trecho do processo.

Em suma, o que Massachusetts está alegando é que o governo federal permitiu a estatização de um preconceito, já que os casais homossexuais ficam impedidos por lei de obter benefícios como de aposentadoria e cobertura de plano de saúde em conjunto, créditos fiscais, direito a herança, entre outros.

Dois exemplos de benefícios estaduais negados são: o direito de ter cobertura de casal no Medicaid, o plano federal de assistência de saúde nos estados, e de ter o esposo(a) de um veterano de guerra sepultado em cemitério ligado às forças militares.

Além de Massachusetts, Connecticut, Vermont, New Hampshire, Maine e Iowa já aprovaram o chamado casamento gay.

De New Hampshire veio a resolução que o blogueiro considera a mais justa do ponto de vista social. Primeiro, os legisladores do estado estenderam aos gays os benefícios civis já gozados pelos heterossexuais. Depois, eles classificaram o casamento gay como sendo válido no estado. Foi aí que o governador Joe Lynch fez uma emenda no texto final, pedindo que o Congresso local garantisse que as igrejas não sejam obrigadas a realizar o matrimônio dos homossexuais, sob pena de serem processadas em caso de recusa.

A liberdade de expressão das igrejas também deve ser protegida. Mas, o que não pode acontecer é o Estado esperar que os dogmas reconheçam que gays devem ter todos os direitos reconhecidos. Porque, historicamente, uma fé religiosa pode tanto servir como “porto seguro da alma,” como pode tolher a liberdade humana por causa de interpretações fundamentalistas.

Com o processo, Martha Coakley busca garantir a validade no país inteiro aos matrimônios de 16 mil casais gays realizados em Massachusetts.

Apesar do presidente liberal (Bill Clinton), a DOMA foi aprovada porque na época o Congresso conservador tinha receio que os esforços do estado do Havaí para legalizar o casamento gay pudessem “contaminar” outros estados.

Tenho orgulho de Massachusetts, e espero que a iniciativa do “meu” estado possa incentivar outros membros da União a seguir o mesmo caminho.

Depois de 65 anos, inglesa volta atrás e diz 'sim'

Para os mais românticos: o amor é, definitivamente, lindo! Para os mais céticos: o cara, definitivamente, é muito insistente! Depois de 65 anos, o inglês Michael Fitter finalmente convenceu Mary Oaten a se casar com ele.

O GLOBO


Os dois se conheceram no fim da Segunda Guerra Mundial, em Londres, e começaram um breve romance. Quando Michael resolveu tornar o namoro mais sério, Mary jogou um balde de água fria e sentenciou: está muito cedo para casamento.

Com a recusa, o namoro esfriou e os dois tomaram outros rumos na vida. Constituíram famílias e agora, com 81 anos, finalmente conseguiram dar um happy end à história de amor que atravessou décadas. Desta vez, Mary disse 'sim'!

A chama voltou a reacender no coração inquieto de Michael quando ele ficou viúvo no ano passado. Por coincidência, Mary estava viúva havia poucas semanas.

"Eu sempre carreguei dentro do meu coração uma chama por ela. Quando ficamos sozinhos, rapidamente percebi que ela é a pessoa certa para mim", contou o recém-casado ao "Daily Mail".

Eles se casaram em Bristol (Inglaterra), no último fim de semana, em uma cerimônia singela. Singelo - e vigoroso - como esses casos de amor que têm a guerra como pano de fundo.

Polícia prende suspeito de usar documento falso para casar

Ele teria fugido de São Paulo, após suspeita de atentado violento ao pudor.
Em Minas Gerais, rapaz usou certidão com outro nome para casar.

Um homem de 33 anos foi preso em Barbacena (MG), suspeito de usar documento falso para casar. Segundo a polícia, ele morava em São Paulo, era casado e investigado por atentado violento ao pudor contra seu filho. O rapaz teria fugido para Minas Gerais e casou usando uma certidão de nascimento com outro nome.

O esquema foi descoberto depois que o dono do documento descobriu que tinha um registro civil de casamento em seu nome.

Justiça nega pedido de anulação de casamento por motivos religiosos

O Tribunal de Justiça de São Paulo negou um o pedido de anulação de um casamento de um casal de Ribeirão Preto. O inusitado é que o casamento durou apenas 48 horas.

O pedido foi negado por votação unânime dos desembargadores, pois eles não concordaram com os argumentos dos cônjuges.

O casal alegou pressão psicológica, pois a religião que eles fazem parte não permite relação íntima antes do casamento. O marido disse também que após a troca de alianças, ele percebeu que a mulher é autoritária e ciumenta, segundo suas palavras.

O juiz entendeu que os motivos alegados não são suficientes para anular o casamento, e que o casal se precipitou ao decidir se casar. Seria aprovado, segundo a Justiça, caso houvesse engano sobre a identidade civil do parceiro, por exemplo.

Caso queiram se separar, devem optar por divórcio.

Alemão no voo 447 iria buscar documentos para se casar com brasileira


Noiva conta que esteve com Harald Maximillian Winner até o embarque.
Air France contatou noiva e confirmou Winner entre desaparecidos.

Um alemão de 44 anos está entre os passageiros do voo AF 447, da companhia Air France, que desapareceu na noite de domingo (31), após decolar do aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro.

Harald Maximillian Winner iria à Alemanha para providenciar os documentos necessários para se casar no Brasil, segundo sua noiva, Helen Pedroso.Segundo a irmã de Helen, Sandra Pedroso, a Air France e a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) entraram em contato para confirmar que Winner estava no voo que desapareceu.


Helen disse que levou o noivo ao aeroporto e esteve com ele até o momento do embarque. “Ele iria para Paris e pegaria um voo de conexão para Berlin, onde morava.

Não conseguimos falar com a família dele, mas conversei com o melhor amigo (de Winner), na Alemanha. Ele me disse que tentará entrar em contato com os pais de meu noivo”, afirmou.

Voo AF 447

O Airbus 330-200, da Air France, saiu do Rio de Janeiro em direção a Paris, na noite do domingo (31), mas não chegou à capital francesa no horário previsto. Segundo a companhia aérea, 228 pessoas estavam a bordo, sendo 216 passageiros e 12 tripulantes.

Problemas de infertilidade prejudicam casais, diz estudo

Após analisar 162 casais em uma clínica de reprodução assistida, pesquisadores da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) concluíram que os impactos negativos na qualidade de vida relacionados a problemas de infertilidade são similares nas pessoas diretamente afetadas e em seus parceiros.

O estudo, publicado na edição de maio da revista científica Human Reproduction, identificou que das cinco categorias relacionadas à qualidade de vida avaliadas, apenas duas mostraram uma discrepância significativa entre os parceiros (domínios psicológicos e relações sociais) ¿ resultado que vai de encontro ao visto em pesquisas anteriores.

De acordo com o artigo, a associação entre um quadro de infertilidade e prejuízos na qualidade de vida já havia sido demonstrada de maneira consistente. No entanto, as pesquisas conduzidas até o momento têm, em sua maioria, focado nas reações individuais à infertilidade (principalmente entre as mulheres), sem que seja feita uma avaliação de como o parceiro está reagindo à condição.

"Os poucos estudos que avaliaram a qualidade de vida em casais não consideraram os efeitos para o casal", afirmam Eduardo Chachamovich, ligado ao programa de Pós-Graduação em Psiquiatra da UFRGS, e colegas no texto.

Os resultados apresentados mostram que a depressão masculina foi um preditor significativo de todas as diferenças na qualidade de vida, ao passo que a depressão feminina foi associada a apenas três (global, psicológica e física). "Além disso, foi demonstrado que, com exceção do domínio psicológico e da depressão feminina no domínio físico, o peso da depressão como um preditor das diferenças na qualidade de vida foi notadamente baixo, respondendo por não mais de 7,5% da variação da similaridade na qualidade de vida entre homens e mulheres", explicam no artigo.

O estudo ressalta que os resultados não seguem a linha dos estudos anteriores, e são necessárias mais investigações para dar conta dessa diferença. A despeito dessa necessidade de confirmação, os autores destacam que, como a qualidade de vida pareceu afetar similarmente tanto homens quanto mulheres, deve-se considerar a possibilidade de se oferecer apoio a eles enquanto casal.

Noivo taiwanês morre após beber muito em festa de casamento

Homem de 35 anos perdeu a consciência em sua casa.
Ele chegou a ser hospitalizado, mas não resistiu ao tratamento.

Um noivo taiwanês morreu no dia de seu casamento após ter bebido muito vinho e cerveja, noticiou a agência de notícias Reuters, citando fontes policiais e a mídia local. O homem de 35 anos era um corretor de seguros e perdeu a consciência em sua casa após ter bebido muito no sábado, em um restaurante de Taipei, entre mais de 100 convidados.

Segundo a Reuters, não se sabe se ele tinha problemas de saúde. "Todos estavam se divertindo", disse a organizadora da festa Linda Chien à agência. "Não sabemos o que aconteceu depois disso."

O homem de sobrenome Wu foi hospitalizado, mas um porta-voz do hospital afirmou que ele morreu mesmo após ter recebido tratamento.

Romênia tem passeata pelo casamento homossexual

Manifestantes pedem que autoridades reconheçam união gay.
Cerca de 300 pessoas participaram de encontro em Bucareste.

Foto: AP

Cerca de 300 pessoas participaram da passeata pelo direito do casamento gay na Romênia. O encontro contou com a presença de representantes de outros países europeus (Foto: AP)

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