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Bispos católicos dos EUA devem aconselhar a negação da comunhão a políticos pró-aborto

Os bispos dos Estados Unidos estão considerando formalizar sua oposição aos políticos católicos pró-aborto que recebem a comunhão, enquanto continuam a falar contra o presidente Joe Biden, um católico, por seu apoio ao aborto. 

A Conferência de Bispos Católicos dos Estados Unidos, programada para realizar um encontro nacional em junho, está considerando a aprovação de um projeto de documento que aconselharia os políticos católicos que apoiam o aborto a não receberem a comunhão. A consideração do documento ocorre no momento em que Biden continua a defender políticas liberais de aborto que entram em conflito direto com os ensinamentos de sua fé, especificamente, que toda a vida humana é sagrada desde a concepção natural até a morte natural. De acordo com o Arcebispo Joseph Naumann, da Arquidiocese de Kansas City, que preside o Comitê de Atividades Pró-Vida da USCCB, a defesa do aborto constitui um “grave mal moral”. 




Naumann disse à Associated Press que “Como o presidente Biden é católico, isso representa um problema único para nós”. “Isso pode criar confusão ... Como ele pode dizer que é um católico devoto e está fazendo essas coisas que são contrárias ao ensino da igreja?” Naumann perguntou. O Código de Direito Canônico da Igreja Católica ensina que aqueles que “perseveram obstinadamente em pecado grave manifesto não devem ser admitidos à sagrada comunhão”. De acordo com o site da USCCB , “O corpo de bispos se reúne normalmente duas vezes por ano para uma Assembleia Geral para tratar de seus negócios e tratar de questões de interesse dentro de seus mandatos civis e canônicos”. 

A Assembleia Geral da Primavera da USCCB deste ano acontecerá de 16 a 18 de junho. Naumann disse à AP que na Assembleia Geral, os bispos vão votar se continuarão a trabalhar no documento, para que possa ser apresentado ao público em uma data posterior. As regras da Assembleia Geral exigem que as propostas recebam uma “maioria de dois terços dos votos dos bispos presentes e votantes”. Mesmo se a USCCB aprovar o documento, "ainda deixaria as decisões sobre a retenção da Comunhão para os bispos individuais". Igrejas e dioceses individuais adotaram abordagens diferentes em relação à comunhão para políticos católicos que apoiam o aborto. 

Um padre da Carolina do Sul se recusou a dar a comunhão a Biden quando o então candidato à presidência visitou sua igreja durante a campanha, citando seu apoio ao aborto como a razão para recusar a comunhão. No entanto, o cardeal Wilton Gregory, da arquidiocese de Washington, disse que permitiria que o então presidente eleito recebesse a comunhão, apesar de sua defesa de uma prática à qual a Igreja se opõe firmemente. Embora os bispos católicos como um todo tenham demonstrado oposição a permitir que Biden receba a comunhão, uma pesquisa recente conduzida pelo Pew Research Center revelou que dois terços dos católicos americanos acreditam que Biden deve ser capaz de receber a comunhão, apesar de sua posição sobre o aborto. 

Biden, o segundo católico romano a servir como presidente, freqüentemente se encontra em conflito com a Igreja e a comunidade católica em geral devido às suas posições sobre questões sociais que vão além do aborto. Essa divisão se manifestou nas conversas entre o correspondente da EWTN na Casa Branca, Owen Jensen, e a secretária de imprensa da Casa Branca, Jen Psaki, nas coletivas de imprensa da Casa Branca. Mais recentemente, na terça-feira, Jensen pediu a Psaki que reagisse às críticas da USCCB a Biden sobre a decisão de seu governo de suspender "a proibição de pesquisadores que usam tecido fetal de abortos eletivos". 

Psaki rejeitou a alegação do USCCB de que é “profundamente ofensivo para milhões de americanos que os dólares de nossos contribuintes sejam usados ​​em pesquisas que colaborem com uma indústria construída com base na perda de vidas inocentes”. “Acho que a Casa Branca… discorda respeitosamente e acreditamos que é importante investir em ciência e… buscar oportunidades para curar doenças”, respondeu ela. Além de seu apoio ao aborto, Biden foi criticado por seu apoio à Lei da Igualdade, uma iniciativa legislativa de amplo alcance que os críticos alertam que tem implicações negativas para a liberdade religiosa. Jensen pressionou repetidamente a Psaki sobre a posição de Biden sobre tais questões. 

Em uma coletiva de imprensa na Casa Branca no início deste mês, Jensen perguntou a Psaki se Biden tinha uma mensagem para "médicos católicos [e] instituições católicas que temem que, se a Lei da Igualdade for aprovada, terá o potencial de atropelar seus direitos de consciência". Em sua resposta, Psaki afirmou que o presidente tem uma “diferença de opinião” com aqueles que têm essas preocupações, reiterando que “ele tem sido um defensor do Ato de Igualdade, e também é católico praticante e frequenta a igreja quase todas as semanas. ” Em março, Jensen disse à Psaki que os grupos pró-vida estavam "muito preocupados com a frase 'discriminação na gravidez' na Lei da Igualdade - que forçaria os médicos a fazer abortos mesmo que isso violasse sua consciência". Mencionando também as preocupações de que a legislação “obrigaria os médicos a realizar cirurgias de transição de gênero e esterilizações, novamente, mesmo que isso violasse sua consciência”, Jensen perguntou se o presidente queria abordar as preocupações mencionadas. 

 Psaki não respondeu diretamente à pergunta, em vez disso descreveu Biden como "um defensor de longa data de Roe v. Wade " e destacou sua "crença consistente de que [Roe] deveria ser lei". Ela também se recusou a responder quando Jensen perguntou se o presidente queria opinar sobre "preocupações de consciência".

Gospel Channel com informações do CP

Papa Francisco, Bento XVI recebem vacina COVID-19

 “Posso confirmar que no âmbito do programa de vacinação do Estado da Cidade do Vaticano, a partir de hoje, a primeira dose da vacina Covid-19 foi administrada ao Papa Francisco e ao Papa Emérito”, afirmou Matteo Bruni, diretor do Sala de Imprensa da Santa Sé, de acordo com o Vaticano News. 

Em comentários feitos no início desta semana, Francisco havia explicado que planejava tomar a vacina, afirmando que era “uma ação ética, porque você está jogando com a sua saúde, você está jogando com a sua vida, mas também está jogando com as vidas de outros ”, relatou Vatican News. Depois que uma vacina foi desenvolvida para o coronavírus, alguns grupos pró-vida e outros expressaram preocupação sobre como as células fetais abortadas foram usadas em seu desenvolvimento. 




A vacina AstraZeneca foi desenvolvida em parte através do cultivo de um vírus modificado em células retiradas de tecido renal embrionário derivado de um aborto realizado décadas atrás; embora o tecido abortado não fizesse parte da vacina, foi usado para testá-la. A vacina Moderna foi desenvolvida através da linha celular HEK-293T, que eram descendentes indiretos de células fetais abortadas derivadas de um bebê abortado na Holanda na década de 1970. Esses fatos levaram algumas organizações pró-vida, como o Georgia Right to Life, a denunciar a vacina e exortar seus apoiadores a se absterem de tomá-la. 

“A produção e teste de vacinas usando restos de seres humanos abortados, independentemente da forma de concepção, é moralmente errada e deve ser combatida. A GRTL recomenda fortemente a rejeição de tais vacinas”, afirmou o grupo. Por sua vez, o Vaticano emitiu um comunicado no mês passado explicando que era “moralmente aceitável” que os católicos tomassem a vacina, apesar de alguma preocupação com suas origens. 


Uma declaração da Congregação para a Doutrina da Fé, aprovada pelo Papa Francisco, disse que “todas as vacinas reconhecidas como clinicamente seguras e eficazes podem ser usadas em sã consciência, com a certeza de que o uso de tais vacinas não constitui cooperação formal com o aborto do qual derivam as células usadas na produção das vacinas ”. “É moralmente aceitável receber vacinas Covid-19 que usaram linhagens celulares de fetos abortados em seu processo de pesquisa e produção”, afirmou o CDF. 

 Alguns especialistas em ética cristãos também defenderam a adoção da vacina, argumentando que as vacinas não foram a causa de nenhum novo aborto. Um indivíduo “não está cooperando formalmente com um mal moral ao usar uma vacina desenvolvida graças a um aborto”, declararam Matthew Arbo, C. Ben Mitchell e Andrew T. Walker. "As linhagens celulares envolvidas no desenvolvimento e confirmação da viabilidade das vacinas COVID-19 foram usadas como resultado de abortos anteriores."

Gospel Channel com informações da C.P

Papa Francisco afirma que 'inferno não existe', diz jornal italiano

O papa Francisco disse que "o inferno não existe" segundo uma entrevista publicada nesta quinta-feira (29) pelo jornal italiano "La Repubblica". O Vaticano desmente a afirmação. "O inferno não existe, o desaparecimento das almas dos pecadores existe", teria dito o pontífice a Eugenio Scalfari, 93, fundador e ex-editor-chefe do jornal romano. 



O artigo só pode ser lido na internet por assinantes, mas foi repercutido pelo inglês "The Times". Em nota, o Vaticano afirma que Francisco recebeu o jornalista em um "encontro privado por ocasião da Páscoa", mas que a audiência não se tratava de uma entrevista. Diz também que as falas do papa são uma "reconstrução" do repórter. "Nenhuma aspa do artigo mencionado deve ser considerada, portanto, como uma transcrição fiel das palavras do Santo Padre", diz o comunicado. Scalfari, que se declara ateu, já teve outros encontros com o papa Francisco. 

Em setembro de 2013, o próprio pontífice escreveu uma carta ao jornal, respondendo a um artigo de Scalfari, na qual fala sobre a relação da igreja com os "não crentes". "Deus perdoa quem segue a própria consciência", disse o papa na época, sobre os ateus. 

 Leia a nota completa do Vaticano: 

"O Santo Padre Francisco recebeu recentemente o fundador do jornal 'La Repubblica' em uma reunião privada por ocasião da Páscoa, sem lhe dar nenhuma entrevista. O que é relatado pelo autor no artigo de hoje é o resultado de sua reconstrução, em que as palavras textuais pronunciadas pelo Papa não são citadas. Nenhuma aspa do artigo mencionado deve ser considerada, portanto, como uma transcrição fiel das palavras do Santo Padre."

Gospel Channel

Vídeo mostra estátua de Jesus Cristo abrindo os olhos em igreja

Imagens gravadas no interior da Capela de Saltillo, em Coahuila de Zaragoza, no México, têm causado comoção entre internautas de todo o mundo. 

O vídeo, feito durante um culto em junho, mas só divulgado recentemente, mostra uma estátua de Jesus Cristo abrindo os olhos. Após perceber o movimento dos olhos da imagem, a pessoa que está filmando parece recuar, assustada.



Após ser publicado em um site de fenômenos paranormais, o vídeo viralizou e tem muita gente achando que o que aconteceu foi um milagre. Por outro lado, há quem diga que as imagens foram editadas para criar o “efeito”.


Gospel Channel

Desrespeito: Outdoor na Itália mostra modelo sem camisa e caracterizada como freira

RIO - Uma marca de roupas italiana recebeu uma revoada de críticas de grupos católicos depois que a empresa criou um outdoor no qual uma modelo aparece sem camisa e com a parte superior de um hábito de freira na cabeça.



A imagem publicitária da grife Rosso di Sera foi colocada no alto de um prédio em Nápoles duas semanas antes da visita do Papa Francisco à cidade no Sul da Itália. A visita do Pontífice está marcada para 21 de março.

A mulher no anúncio está segurando um rosário, e seus seios são cobertos apenas pelos braços. A empresa divulgou um comunicado no qual informa que o outdoor estava programado muito antes de a visita papal ser anunciada. "Reconhecemos ter feito uma escolha de marketing forte, mas o objetivo não era blasfemar. Banalizar o ato da reza não era a intenção de forma nenhuma", diz a nota.



Gospel Channel

Projeto quer abrir filiais do McDonald's dentro de igrejas

RIO — A redução no número de frequentadores em igrejas é uma realidade nos EUA, e, para tentar atrair mais público, uma campanha de financiamento coletivo pretende atrair mais fiéis oferecendo hambúrgueres com fritas. 



O projeto McMissa (McMass, em inglês) quer levantar US$ 1 milhão em contribuições pelo site Indiegogo para bancar a abertura de uma filial do McDonald's em uma igreja. “Combinando uma igreja com o McDonald's nós podemos criar uma igreja popular, autossustentável e engajada com a comunidade”, diz o texto de apresentação do projeto, liderado por Paul Di Lucca, que trabalha na agência Lux Dei, especializada em criação de marcas para igrejas. 

Segundo o projeto, apenas nos EUA, cerca de 3 milhões de pessoas deixam de frequentar igrejas por ano, e, em 2013, 10 mil paróquias fecharam as portas naquele país. Por outro lado, o McDonald's serve 70 milhões de refeições todos os dias, atraindo 9 milhões de famílias aos restaurantes da rede. — O cristianismo é incapaz de capturar públicos modernos — disse Di Lucca, à emissora NBC. — Existe uma falta de inovação e ‘design thinking’ nas comunidades paroquiais. 

Segundo Di Lucca, as igrejas são pontos ideais para a abertura de novas filiais da marca, já que elas precisam de uma fonte de renda para se sustentarem, precisam de público e possuem linda arquitetura e boa localização. “Esses atributos são desperdiçados sem um público”, afirma Di Lucca. “Nós precisamos resolver esse problema rapidamente ou as comunidades paroquiais como conhecemos vão deixar de existir. É hora de as igrejas se unirem ao empreendedorismo”. 

Até o momento, a campanha prevista para ser encerrada em 16 de janeiro de 2015 arrecadou meros US$ 192. Em troca das contribuições, o projeto oferece brindes que vão desde um “Amém” — para doações de US$ 1 — à colocação de um tijolo com o nome do doador em uma parede da primeira filiam da McMissa — doações acima de US$ 1 mil. A igreja escolhida para receber a filial do McDonald’s só será escolhida caso a campanha seja bem-sucedida. 

Gospel Channel

Polícia na Espanha prende 4 padres suspeitos de participação em rede de abuso sexual

GRANADA - A polícia espanhola prendeu quatro padres suspeitos de envolvimento em uma rede de abusos sexuais descoberta em Granada. Entre os detidos estão o padre Román, de 61 anos, dirigente do clã de padres ultraconservadores ‘Os Romanones’, já denunciado neste escândalo sexual; Manuel Morales, que nos últimos anos substituiu Román à frente do clã; e Francisco Javier Montes. As informações foram divulgadas pelo ministro do Interior, Jorge Fernández Díaz. 

Arcebispo de Granada pede perdão diante do altar da catedral da cidade 

 Segundo o jornal "El Mundo", as prisões foram ordenadas pelo juiz Antonio Moreno Marín, titular do Juizado de Instrução número 4 de Granada, que investiga as denúncias de supostos abusos. A ordem judicial teve início com uma denúncia feita em outubro, de supostos abusos sofridos por um jovem de 24 anos, quando ainda era menor de idade. A denúncia chegou ao conhecimento do Papa Francisco, que telefonou pessoalmente ao jovem para pedir perdão em nome da Igreja. Diante do altar da Catedral de Granada, o arcebispo de Granada, Francisco Javier Martínez, pediu neste domingo perdão pelos “escândalos que têm afetado a Igreja” . 

O prelado permaneceu prostrado durante vários minutos junto a outros religiosos e diante dos fiéis presentes à missa das 12h30. O gesto, segundo o arcebispo, só é feito nas Sextas-feitas Santas. “Os males da Igreja são os males de cada um de nós”, disse o arcebispo, que pediu perdão pelos “danos” que poderiam ter sido causados e pelos “escândalos” conhecidos esta semana.

Gospel Channel - O Globo

Padre faz desenho em igreja banindo roupas "indecentes"

Caso não obedeça às normas, a mulher pode ser expulsa da igreja 

Um padre italiano se cansou dos vestidos e saias curtas desfilando em sua igreja e baniu as mulheres, de vez, de aparecer com vestimentas ‘indecentes’. Para isso, tentou ser bastante didático e deixou um desenho explicativo para as fiéis. 



As informações são do Daily Mail. O desenho destaca que a saia deve ser tão longa para, no mínimo, alcançar o joelho. Caso não obedeça à norma, a mulher pode ser expulsa da igreja. Na legenda do desenho, está escrito “Está claro? A saia deve alcançar e tocar os joelhos, não faça o sacerdote colocá-la para fora”. 

 No início deste ano, um tribunal no sul da Itália também proibiu a entrada de pessoas "vestidas indecentemente”, seja com transparências, decotes, chinelos e minissaias.

Gospel Channel Daily

Drogas são achadas em carro oficial do Vaticano na França

Gospel Channel Brasil - Um carro diplomático do Vaticano que transportava quatro quilos de cocaína foi interceptado pela polícia alfandegária da França em um pedágio próximo a Chambéry, na região dos Alpes franceses. 



 Além da cocaína, 200 gramas de maconha foram encontrados em bagagens no carro com chapa diplomática, ocupado por dois italianos, de 30 e 41 anos, que permanecem detidos para interrogatório. Segundo investigadores franceses, o veículo pertence ao cardeal argentino Jorge Maria Mejía, de 91 anos, bibliotecário emérito do Vaticano, responsável pelos arquivos secretos da instituição religiosa. 

 O Vaticano confirmou, segundo a agência I.Media, especializada na Santa Sé, que um de seus carros diplomáticos foi apreendido na França com droga a bordo, mas ressaltou que nenhum membro ou funcionário do Estado está envolvido diretamente no caso. 

 Como os dois italianos não possuem passaporte diplomático, nada até o momento permitiria suspeitar o envolvimento do Vaticano nessa operação de tráfico, de acordo com fontes judiciais ouvidas pela imprensa francesa.

Descoberta e apreensão

A descoberta e apreensão da droga ocorreu no domingo, mas a notícia só foi divulgada nesta terça-feira na França, inicialmente pela rádio RTL.

 Os primeiros elementos das investigações permitiram apurar que o secretário particular do cardeal argentino havia enviado o carro para revisão alguns dias antes. Suspeita-se que os italianos teriam aproveitado para ir até a Espanha para comprar a droga, convencidos de que escapariam, no retorno à Itália, dos controles nas fronteiras graças à chapa diplomática do carro. Mas essa versão ainda não foi confirmada, afirmaram fontes judiciais francesas.

 A polícia judiciária de Lyon foi encarregada das investigações pelo ministério público de Chambéry. Em janeiro, a alfândega alemã havia interceptado um pacote destinado ao Vaticano contendo 14 preservativos sexuais repletos de cocaína, segundo o jornal Bild am Sonntag.

 De acordo com a publicação, a caixa continha 340 gramas de cocaína, com valor estimado de 40 mil euros, e havia sido enviada de um país da América do Sul. O destinatário do pacote não foi identificado.

Gospel Channel com BBC

Pela primeira vez na história, Papa visita igreja evangélica pentecostal e chama evangélicos de seus irmãos - "Eu sou o pastor dos católicos"

O papa Francisco tornou-se, nesta segunda-feira (28), o primeiro líder da Igreja Católica a fazer visita a uma igreja evangélica pentecostal -ramo do protestantismo considerado grande "competidor" dos católicos na disputa por novos fiéis no mundo. 

 Francisco viajou de helicóptero à cidade de Caserta, no sul da Itália, e foi à Igreja Evangélica da Reconciliação, cujo prédio ainda está em obras. O papa também se reuniu privadamente com o pastor evangélico Giovanni Traettino, amigo de longa data. 

No sábado (26), o papa já tinha estado em Caserta para celebrar uma missa em honra à padroeira santa Ana, evento que reuniu aproximadamente 200 mil católicos. Falando nesta segunda a cerca de 350 fiéis na igreja evangélica, o pontífice pediu desculpas pela perseguição católica aos pentecostais durante o regime fascista na Itália (1922-1943), quando a prática de sua fé era proibida. "Entre os que perseguiam e denunciavam pentecostais, quase como se fossem pessoas loucas tentando destruir a raça [humana], havia também católicos", discursou. 



 "Eu sou o pastor dos católicos e peço o seu perdão por aqueles irmãos e irmãs católicos que não compreenderam e foram tentados pelo Diabo", acrescentou o papa. Francisco também citou o ineditismo da visita. "Alguém vai se surpreender: 'O papa foi visitar os evangélicos?". Mas ele foi ver seus irmãos." O papa defendeu ainda a "unidade na diversidade" dentro do cristianismo. "O Espírito Santo cria diversidade na igreja. A diversidade é bela, mas o próprio Espírito Santo também cria unidade, para que a igreja esteja unida na diversidade: (...) uma diversidade reconciliadora." 

Depois do ato, que durou cerca de uma hora e meia, o papa almoçou com a comunidade, divulgou a Santa Sé em comunicado. Francisco aterrissou em Caserta às 10h15 (5h15 de Brasília), num heliporto no Palácio Real da cidade, após deixar a Cidade do Vaticano de helicóptero, pela manhã. Do palácio ele seguiu de carro até a casa do pastor Traettino. Após a conversa privada, os dois religiosos foram de carro à igreja evangélica. Antes de entrar no templo, o papa cumprimentou fiéis católicos que aguardavam, curiosos, a sua chegada. 

 PEDIDOS DE PERDÃO 

O protestantismo pentecostal é uma corrente surgida nos EUA, no início do século 20, com ênfase na experiência direta de Deus por meio dos dons do Espírito Santo, como os de curar e de falar línguas desconhecidas. 

Antecessores de Francisco no papado, como João Paulo 2º, já haviam pedido perdão pela perseguição a protestantes históricos –ramo do cristianismo surgido com o cisma na Igreja Católica que caracterizou a Reforma na Europa, a partir do século 16.

Gospel Channel / Agência de notícias

Jovem simula sexo com padroeiro e causa revolta

Uma foto postada em uma rede social causou revolta entre os moradores de Morro Agudo (SP). 

Na imagem, o estudante Robson Pereira, de 19 anos, aparece simulando um ato sexual com uma estátua de São José, padroeiro da cidade. Câmeras de segurança da paróquia que leva o nome do santo flagraram o comportamento do jovem, que se diz arrependido. 



“Eu não quis desrespeitar ninguém, achei que fosse uma obra comum, não algo religioso”, diz. A brincadeira acabou virando caso de polícia. O caso aconteceu na madrugada de segunda-feira (23). O vídeo feito pelas câmeras de segurança mostra Pereira reunido com um grupo de amigos na praça onde fica a estátua do santo. Na sequência, o jovem aparece escalando o pedestal que sustenta a imagem, e se coloca atrás dela. Ele faz um gesto, enquanto os colegas o fotografam. Uma das fotos foi parar em uma rede social, postada até mesmo pelo próprio estudante. 

A imagem ganhou repercussão e despertou a indignação dos fiéis de Morro Agudo. “Foi um ato de vandalismo e de verdadeira falta de respeito a nossa religião. Feriu a nossa fé. Temos adoração a São José por ele ser padroeiro da cidade. Não sei porque ele [Pereira] fez isso. Foi de muito mau gosto”, critica a farmacêutica Michelle de Carvalho. 

 Apesar do gesto e da confusão, o estudante alega que a publicação não tem conotação sexual e que foi apenas uma brincadeira, sem a intenção de falar mal da igreja católica. Pereira diz que não sabia que a estátua era de um santo, muito menos do padroeiro da cidade. “No momento eu não pensei em nada. Na minha cabeça, a estátua era algo comum, não era nada religioso, achei que fosse só decorativo. Não sabia do santo. Achei que São José fosse só uma corrida que tem às vezes por aqui. Não quis ofender e nem desrespeitar ninguém.” 

Após perceber a polêmica que havia causado, o jovem publicou um pedido de desculpas em sua página na rede social. “Eu peço perdão a todo mundo aqui, não quero que as pessoas fiquem chateadas comigo.” Desrespeito O padre Sílvio César Aguilar registrou uma queixa na polícia. Apesar de entender que o ato foi de desrespeito, O religioso acredita que o jovem não tinha noção do que estava fazendo. 

“Espero que isso sirva de lição para ele, para mostrar que tem que respeitar as pessoas, o patrimônio público e a religião”, afirma. De acordo com o delegado responsável pelo caso, João Baptistussi Neto, a atitude do rapaz pode caracterizar crime contra a religião, previsto no artigo 208 do Código Penal. A pena varia de um mês a um ano de reclusão ou pagamento de multa.

Gospel Channel - imagem reprodução EPTV

Falta de respeito. Depois querem pedir respeito!

Provocador Gospel - Nós evangélicos temos sim uma desavença em vários pontos da fé católica, mas convenhamos que nós sabemos respeitar esse momento de visita do papa aqui no Brasil. Ao contrário dos gays que ficam revoltados e pouco ligam para as boas maneiras.

RIO - Um grupo de jovens casais homossexuais promoveu um beijaço na escadaria da Igreja de Nossa Senhora da Glória, no Largo do Machado, Zona Sul do Rio, no fim da tarde desta segunda-feira. A cena chocou alguns peregrinos, que começaram a rezar no local. Tudo bem que eles quiseram protestar, mas o exagero tá na hora em que duas mulheres resolveram ficar semi nuas! 

"É um protesto simbólico contra a criminalização das drogas, a proibição do aborto e a favor dos direitos LGBT. Enquanto os beijos forem considerados ofensas, protestos como esse serão necessários"- disse o organizador do evento. (Em breve vou soltar o verbo na mulherada que é a favor do aborto). Os homossexuais querem coisas que pra maioria não é normal! Que moral os gays tem para pedir a legalização do aborto! Uma: Gays não podem procriar ao natural. Dois: Legalizar aborto significa que a adoção de crianças por gays seria algo muito grave, já que eles defendem que a mulher tem o direito de matar o feto, eles não poderiam adotar crianças abandonadas pela mãe que poderia ter optado pelo aborto!

O beijaço aconteceu na escadaria da Igreja de Nossa Senhora da Glória, no Largo do Machado, Zona Sul do Rio, no fim da tarde desta segunda-feira.Falar o que para eles!!!?

Ignorantes e defensores de causas que pra mim e muita gente não faz falta alguma!


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Foto: Pedro Teixeira / Agência O Globo




Evangélicos são o maior desafio do papa, diz imprensa internacional


A imprensa internacional tem destacado a visita do papa Francisco ao Brasil durante a Jornada Mundial da Juventude (JMJ) sob dois aspectos. A primeira viagem internacional do pontífice será ao país com maior número de católicos no mundo, e que também é palco da maior taxa de crescimento dos evangélicos, superando 60% na primeira década do novo século.

A revista norte-americana Newsweek destaca que “a primeira grande viagem internacional de Francisco é carregada de significado para uma igreja em tumulto”, fazendo referência aos escândalos de pedofilia e má gestão financeira, que conturbam a já tumultuada Igreja Católica, que tem perdido fiéis devido à sua “liturgia desatualizada”.

Segundo a mesma publicação, o crescimento dos evangélicos enfraqueceu ainda mais a Igreja Católica no país: “No Brasil, nominalmente, o maior país católico do mundo, as lutas da Igreja têm proporcionado uma abertura para igrejas evangélicas protestantes, cujos televangelistas cortejam os pobres e esquecidos em templos que se espalharam como franquias de fast-food”.

Citado pela revista como uma das cartas na manga do Vaticano para estancar a perda de fiéis, padre Marcelo Rossi afirma que a Igreja Católica precisa se mexer: “Nós não podemos sentar e esperar que as pessoas venham à igreja”, diz ele. “A igreja tem que chegar e trazer as pessoas de volta”.

Porém, a ideia de que a visita do papa ao Brasil possa reverter a perda de fiéis é questionada por outros veículos de imprensa. Na França, o jornal Le Monde publicou uma matéria especial sobre a viagem de Francisco para a JMJ e sua missão de reconquistar o público.

“De um lado, ela [a Igreja Católica] não conseguiu evitar sua erosão numérica diante das igrejas evangélicas, cuja inventividade, proximidade e dinâmica de crescimento não cessam de preocupar os bispos. De outro lado, ela teve sua imagem prejudicada pelos escândalos de pedofilia e corrupção em série”, constata o jornal francês.

As estatísticas são apontadas como evidência do crescimento e da força das igrejas evangélicas: “Enquanto eram apenas 6,6% da população em 1980, os evangélicos, em seu conjunto, passaram para quase 25% da população, ou seja mais de 16 milhões de novos fieis”.

O jornal destaca ainda que, apesar da estratégia do papa em visitar lugares onde a Igreja Católica é ausente, como Guaratiba e Varginha, comunidades carentes do Rio de Janeiro, o desafio se faz maior pela falta de padres na denominação. Segundo o Le Monde, o déficit de sacerdotes chega a 20 mil só no Brasil.

“Em termos de estratégia, o papa Francisco escolheu visitar duas localidades do Rio de Janeiro – Guaratiba no Oeste e a favela de Varginha na zona Norte – onde os evangélicos proliferam. Dois lugares onde, como em tantos outros, a Igreja Romana parece distante, quando não ausente. Lugares que permitirão medir o tamanho da tarefa a ser executada pelo novo papa nesse que ainda é, apesar de tudo, o maior país católico do planeta”, conclui o jornal.


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Papa no Brasil!


Pontífice comanda a Jornada Mundial da Juventude, que atrai ao país peregrinos de todo o mundo.

Ao lado de papa Francisco, que chegou ao Brasil nesta segunda-feira (22), a presidente Dilma Rousseff falou sobre os protestos no País e disse que as manifestações são uma luta legítima para uma "nova sociedade". O pontífice participou da cerimônia de boas-vindas, no Palácio Guanabara, no Rio de Janeiro.

Em sua fala, a presidente afirmou que a crença que os brasileiros tem na "capacidade para mudar as próprias vidas" é um dos traços marcantes do povo.

— Sabemos que podemos encarar novos desafios e tornar nossa realidade cada vez melhor. Esse foi o sentimento que moveu, por exemplo, centenas milhares de jovens na rua. Democracia, como sabe Vossa Santidade, gera desejo de mais democracia. E inclusão social provoca cobrança de mais inclusão social. Qualidade de vida desperta anseio por mais qualidade de vida.
 
 

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Foto: Prostestos na visita do Papa

Grupo protesta contra a visita do Papa e vai em direção ao Palácio Guanabara. Uma barreira de grades e dezenas de policiais está montada na Rua Pinheiro Machado, esquina com Álvaro Chaves, para impedir a passagem dos manifestantes. 




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44,2% dos jovens entre 16 e 24 anos são católicos, diz Data Popular


37,6% são protestantes/evangélicos; 6,7% de outras e 11,5% sem religião. Censo 2010 apontou que 63% dos jovens entre 15 e 24 eram católicos. 

Menos da metade dos brasileiros entre 16 e 24 anos são católicos, aponta pesquisa do Data Popular. Segundo o levantamento, 44,2% dos jovens entrevistados se declararam católicos, 37,6% protestantes/evangélicos, 6,7% de outras religiões e 11,5% afirmaram não possuir religião.

A pesquisa mostra que, entre os brasileiros com mais de 50 anos, o percentual dos que se dizem católicas é bem maior. Nessa faixa etária, 57,9% se declararam católicos, 27% evangélicos/protestantes, 11,1% de outras e 4% sem religião.

A queda do percentual de católicos no país e o crescimento do número das pessoas que se declaram "sem religião" estão entre os desafios do Papa Francisco, que desembarca nesta segunda-feira (22) no Brasil para Jornada Mundial da Juventude.

apenas nas áreas urbanas - que representam cerca de 85% da população - e no formato de autodeclaração, o que difere da metodologia utilizada no Censo, pela qual o responsável pelo domicílio é quem responde o questionário pela família.

"O pai pode achar que o filho é católico, mas o filho pode não se identificar como católico. Na forma autodeclarada procuramos identificar o quanto a pessoa efetivamente se identifica ou não com a religião", diz Meirelles.

Crescimento dos evangélicos

A pesquisa do Data Popular ponta também uma diferença considerável de percepção entre os mais jovens e os mais velhos quando o assunto é religião. O apego às crenças é proporcionalmente maior entre os mais velhos: 88,3% dos entrevistados com 50 anos ou mais concordam que é importante ter uma religião ao passo que entre os jovens entre 16 e 24 anos esse percentual caiu para 76%.

“Esse é o foco principal da visita do papa ao Brasil: tentar conquistar uma parcela da população que está afastada da Igreja Católica, seja porque está seguindo uma outra religião, ou por não ter uma”, destaca o presidente do Data Popular.

Segundo Meirelles, entre os desafios da Igreja Católica está também um novo modelo evangelização que consiga dialogar com os códigos dos jovens. "As igrejas evangélicas entraram mais fortemente nas classes C e D, que possuem o maior número de jovens, se valendo de novas formas de tecnologia e de evangelização. Hoje você vê funk gospel, samba gospel - modelos que só mais recentemente começamos ver na Igreja Católica", avalia.

Católicos são menos assíduos à igreja

Os católicos são proporcionalmente os menos assíduos à igreja entre os brasileiros com 18 anos ou mais, segundo a pesquisa. Entre os católicos, 48% afirmaram não ter ido nenhuma vez à igreja no último mês, 45% disseram ter ido de uma a quatro vezes e 7% mais de quatro vezes. Entre os evangélicos e protestantes, 52% responderam ter ido mais de quatro vezes no mês, 34% de uma  aquatro vezes e 14% nenhuma. Entre os de outras religiões, 34% foram mais de 4 vezes no último mês, 50% de uma a quatro vezes e 16% nenhuma.

O percentual de católicos que depositam na religião a esperança de melhorar de vida é também menor: 27% dos católicos afirmaram concordar com a frase ‘Deus ou minha fé é a principal responsável por minha vida melhorar’. Entre os evangélicos/protestantes o percentual foi de 45% e, entre os de outras religiões, 33%.

Aborto e pena de morte

No que diz respeito a temas polêmicos como aborto, pena de morte, legalização do uso de drogas leves e acesso a direitos por casais de mesmo sexo, a pesquisa mostra que nem sempre os fiéis seguem a risca o que pregam os líderes religiosos.

Entre os católicos, 25% afirmaram ser a favor do aborto. Já entre os evangélicos/protestantes o percentual ficou em 15%. Entre os de outras religiões, 13% são a favor e, entre agnósticos, ateus e sem religião, 37%.

Questionados sobre a pena de morte, 45% dos católicos afirmaram ser a favor. Entre os evangélicos/protestantes o percentual ficou em 32%. Dos entrevistados de outras religiões, 35% disseram apoiar a pena de morte. Já entre os sem religião, a fatia foi de 62%.

A legalização da maconha recebeu o apoio de 19% dos católicos, 12% dos evangélicos/protestantes, 29% dos de outras religiões  e de 34% dos sem religião.

O Data Popular perguntou ainda se os entrevistados concordavam com a frase: “Sou a favor que casais do mesmo sexo tenham o mesmo direito de casais tradicionais". Entre os católicos, 48% se disseram a favor, percentual superior do que o declarado por evangélicos/protestantes: 26%. Entre os de outras religiões, 54% afirmaram ser favoráveis e, entre os sem religião, 49%

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Católicos obtem o menor percentual da história segundo o Datafolha

Palco da Jornada mundial da Juventude no Rio

Em sua primeira viagem internacional como pontífice, o papa Francisco encontrará um Brasil em que a presença católica continua em declínio, com fiéis relativamente distantes da Igreja nas missas, no dízimo e na convicção sobre assuntos polêmicos, como casamento gay e adoção por casais do mesmo sexo. 

As conclusões vêm de pesquisa do Datafolha realizada nos dias 6 e 7 de junho, com 3.758 entrevistados em 180 municípios do país. A margem de erro dos resultados é de dois pontos percentuais.

Segundo o levantamento, 57% dos brasileiros com mais de 16 anos se declaram católicos, patamar mais baixo da história do país. Em 2007, pesquisa semelhante feita pelo Datafolha apontou 64%. Em 1994, eles eram 75%. 




O segundo maior bloco religioso do Brasil é o de evangélicos pentecostais (membros de igrejas como a Assembleia de Deus), com 19%. Em seguida estão os evangélicos não pentecostais (de igrejas protestantes com séculos de existência, como os metodistas e os batistas), com 9%. 

O engajamento religioso de evangélicos, tanto pentecostais como neopentecostais, é superior ao de católicos quando se observam índices como a frequência nos cultos ou as contribuições financeiras. 

A maioria dos evangélicos (63% dos pentecostais e 51% dos não pentecostais) diz frequentar cultos mais de uma vez por semana, contra 17% dos católicos. Dos membros da Igreja Católica, 28% afirmam participar de cerimônias uma vez por semana, enquanto 21% o fazem uma vez por mês. O mínimo exigido pela igreja é o comparecimento à missa de domingo. 

Os números são parecidos quando se trata de contribuir financeiramente. Dos católicos, 34% afirmam fazer isso sempre, contra cerca de 50% dos evangélicos. Quase um terço dos católicos diz não dar dinheiro algum para a Igreja, contra pouco mais de 10% dos evangélicos. 

A própria comparação entre valores médios de contribuições mensais deixa clara a diferença entre os grupos cristãos. O valor se aproxima dos R$ 70 por mês para os evangélicos pentecostais, vai para quase R$ 86 no caso dos não pentecostais, mas é de apenas R$ 23 entre católicos. 

Embora o valor absoluto de contribuição dos pentecostais seja menor do que o dos não pentecostais, eles provavelmente destinam uma parte maior de sua renda familiar, já que são mais numerosos entre as famílias que ganham até dois salários mínimos. 

A pesquisa também confirma a ideia de que, entre as igrejas cristãs, os católicos tendem a ser mais liberais em matéria de costumes, mesmo quando isso contraria a orientação da hierarquia católica.
Só uma minoria deles se diz contra a legalização da união entre pessoas do mesmo sexo (36%) e contra a adoção de crianças por casais homossexuais (42%), índices inferiores ao que pensa a média da população e muito abaixo do registrado entre evangélicos (em torno de 65% e 70%, respectivamente). 

Apenas espíritas e umbandistas são mais liberais a respeito desses temas. Mas membros de todas as igrejas cristãs pensam de forma muito parecida sobre o aborto: entre 65% a 70% dizem que a mulher que praticar aborto deve ser processada e presa. 

Apesar da polêmica despertada por iniciativas ligadas a grupos religiosos, como o projeto da "cura gay" e o que aumenta garantias para fetos, a maioria dos brasileiros, em especial os católicos, afirma não votar em candidatos indicados pelas igrejas. 

Somente 8% dos ouvidos pelo Datafolha declararam já ter escolhido candidatos apoiados por suas igrejas, índice que cai para 5% entre católicos e sobe para 18% entre evangélicos pentecostais. 

Do mesmo modo, apenas 11% dos católicos afirmam que a opinião dos líderes religiosos é importante na hora de escolher em quem votar (21% dos evangélicos pentecostais têm essa opinião). 

Os dados são mais ambíguos, porém, quando o Datafolha pergunta sobre o apoio à ideia de que líderes religiosos se candidatem a cargos políticos. Um quarto dos católicos concorda com a ideia, número que sobe para cerca de 40% entre evangélicos e é relativamente forte mesmo entre espíritas (26%).


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Argentino é eleito o novo papa da igreja católica

O arcebispo de Buenos Aires, Jorge Mario Bergoglio, de 76 anos, foi eleito o novo papa nesta quarta-feira. Ele passará a usar o nome de Francisco.


Especialistas o consideram um articulador com grande capacidade e tem perfil fortemente doutrinário. Bergoglio é um intelectual jesuíta que anda de ônibus e tem se dedicado aos mais pobres com medidas práticas. Quando foi nomeado cardeal, Bergoglio persuadiu centenas de argentinos a não viajarem a Roma para celebrar com ele e, em vez disso, dar o dinheiro que seria gasto na viagem para os pobres. Ele mesmo optou por uma vida simples, ao trocar o palácio do arcebispo por um apartamento simples e preparar suas próprias refeições.

Foi um opositor duro da decisão argentina de legalizar o casamento gay em 2010, argumentando que as crianças precisam ter o direito de crescerem e serem educadas por um pai e uma mãe. Ele foi nomeado cardeal por João Paulo II em 21 de fevereiro de 2001. Era arcebispo da capital argentina desde 1998.

Sacerdote jesuíta nascido em 17 de dezembro de 1936 em Buenos Aires, Bergoglio é filho de italianos. Ele formou-se em um curso técnico, mas, aos 21 anos, em 1957, decidiu converter-se em sacerdote, informa o jornal La Nación. Mais tarde, estudou teologia na Alemanha.

Membro da Companhia de Jesus, foi considerado um dos mais fortes candidatos a suceder João Paulo II, em 2005. Ele teria ficado em segundo lugar na votação, segundo informações que vazaram sobre o conclave, apesar das regras de sigilo absoluto sobre a votação. Ratzinger teria liderado o primeiro turno, com 47 votos, seguido por Bergoglio, com 10. No segundo, 30 votos separaram Ratzinger de Bergoglio. No terceiro, Ratzinger ficou ainda mais perto dos dois terços dos votos necessários para ser eleito, até que foi escolhido papa no quarto escrutínio.

Bento 16 diz que renunciou para o bem da Igreja

Na sua primeira aparição pública desde o anúncio que vai deixar o posto de líder da Igreja, o papa Bento 16 disse que renunciou pelo "bem da Igreja". 

"Queridos irmãos e irmãs, como sabem, decidi renunciar ao ministério que o Senhor me confiou em 19 de abril de 2005. Tomei a decisão com plena liberdade para o bem da Igreja, depois de ter rezado muito e examinado minha consciência perante Deus", disse o papa, diante de uma plateia de 10 mil pessoas reunidas no salão de audiências do Vaticano, na manhã desta quarta. 



"Estou ciente da importância do ato, mas também de não ser capaz de desempenhar o ministério de Pedro com a energia que ele requer", declarou o papa, que tem 85 anos, ressaltando a razão já alegada aos cardeais de que não se sentia com forças para permanecer à frente da Igreja. 

Falando em italiano, Bento 16 foi ovacionado ao agradecer "pelo amor e pela oração" dos fiéis.
Muitas pessoas se levantaram para aplaudir e bandeiras de vários países --entre elas, algumas brasileiras-- se ergueram e sacudiram no ar no instante do agradecimento. 

Diante de uma escultura de bronze que representa a Ressurreição de Cristo, o papa usou a tradicional audiência que concede as quartas-feiras para falar da importância da Quaresma --período de quarenta dias que antecede a Páscoa durante o qual os cristãos realizam penitência para recordar o período em que Jesus esteve no deserto. 

Ele fez uma interpretação do trecho do Evangelho de Lucas em que Jesus é tentado pelo diabo a transformar uma pedra em pão, após um jejum de 40 dias. Segundo a Bíblia, Jesus responde que "nem só de pão vive o homem, mas de toda a palavra de Deus". 

Na sua homilia, o papa disse que a proposta do diabo foi uma tentativa de "instrumentalização de Deus", mas que Jesus resistiu à tentação. O papa e instou os cristãos a não seguirem "outras estradas mais fáceis e mundanas". 

"Jesus se sujeitou às nossas tentações a fim de vencer o Maligno e seguiu apenas o caminho para Deus. Por isso, a luta contra as tentações. O que nós é pedido na Quaresma é colocar Deus em primeiro lugar, como fez Jesus", pregou o papa. 

A audiência durou pouco mais de uma hora. Durante a maior parte do tempo, o papa permaneceu sentado e demonstrou emoção após ouvir músicas entoadas por corais de jovens durante a celebração. 

Ao final da pregação, que foi feita em italiano originalmente e teve uma versão lida pelo papa em cinco idiomas, Bento 16 rezou o Pai-Nosso em latim e distribuiu a bênção apostólica.

Quando a cerimônia terminou, cardeais fizeram fila para beijar o anel do pescador, que simboliza o poder do pontificado, e alguns convidados cumprimentaram pessoalmente o papa. 

GRACILIANO ROCHA
ENVIADO ESPECIAL AO VATICANO
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Papa Bento XVI vai renunciar ao pontificado em 28 de fevereiro


Ele fez o anúncio pessoalmente nesta segunda-feira (11). Pontífice afirmou que vai deixar o cargo por conta da 'idade avançada'.

 O Papa Bento XVI vai renunciar a seu pontificado em 28 de fevereiro. Bento XVI anunciou a renúncia pessoalmente, falando em latim, durante o consistório para a canonização de três mártires. O Vaticano confirmou a notícia e afirmou que o papado, exercido por Bento XVI desde 2005, vai ficar vago até que o sucessor seja escolhido, o que se espera que ocorra "o mais rápido possível", segundo o porta-voz Federico Lombardi.

O anúncio é praticamente inédito na Igreja Católica. Em comunicado, Bento XVI, que tem 85 anos, afirmou que vai deixar a liderança da Igreja Católica Apostólica Romana devido à idade avançada, por "não ter mais forças" para exercer o cargo. O pontífice afirmou que está "totalmente consciente" da gravidade de seu gesto. "Por essa razão, e bem consciente da seriedade desse ato, com total liberdade declaro que renuncio ao ministério como Bispo de Roma, sucessor de São Pedro", disse Joseph Ratzinger, segundo comunicado do Vaticano. Na véspera, Bento XVI escreveu em sua conta no Twitter: "Devemos confiar no maravilhoso poder da misericórdia de Deus.

Somos todos pecadores, mas Sua graça nos transforma e renova". Sucessor de João Paulo II, Bento XVI havia assumido o papado em 19 de abril de 2005, com 78 anos.

28 de fevereiro 

O Vaticano afirmou que a renúncia vai se formalizar às 20h locais de 28 de fevereiro (17h do horário brasileiro de verão). Até lá, o Papa estará "totalmente encarregado" dos assuntos da igreja.

O novo Papa será escolhido pelo conclave de cardeais, como de costume.

Decisão surpreendente 

O porta-voz do Vaticano disse que a decisão do Papa surpreendeu a todos do seu círculo mais próximo. Ele afirmou que, após a renúncia, Bento XVI vai à residência papal de verão, em Castel Gandolfo, próximo a Roma, e depois irá morar no Vaticano.

Lombardi também disse que Bento XVI não vai participar do conclave, a reunião a portas fechadas que vai escolher seu sucessor. O porta-voz afirmou que Bento XVI mostrou "grande coragem" no seu gesto, e descartou que uma depressão tenha sido o motivo da renúncia.

 Em seu livro de entrevistas publicado em 2010, Bento XVI já havia falado sobre a possibilidade de renunciar caso não tivesse condições de continuar no cargo.
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