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Cassiane e o polêmico clipe "A voz"



Lançado no dia 17 de Julho o clipe da canção "A voz" se tornou o clipe evangélico mais comentado nas últimas 24 horas. O projeto abordou o tema "violência contra a mulher", várias mulheres estão comentando o vídeo repudiando o clipe.

No contexto, a história que o clipe passa é de uma mulher que é agredida duas vezes e tudo se resolve no final depois de uma carta que ela escreve:



O clipe contraria as estatísticas que dizem que relacionamentos abusivos terminam  em tragédia. Nem mesmo um disque denuncia a MK Music se preocupou em exbir no clipe. Após a repercussão negativa do clipe, a MK se posicionou:

“Não podemos esperar que pessoas que ainda não foram alcançadas pela graça de Deus compreendam a profundidade da história. Essas pessoas não acreditam que Deus em sua misericórdia tem poder para mudar a vida e o comportamento de uma pessoa. Para enxergar e compreender isso é preciso se converter. Como esta mulher do clipe, existem milhares de outras que sofrem agressão e a decisão da denúncia é de cada uma delas. 

Notem que não fica claro no clipe se a mulher denunciou o marido. Quem sabe, quando ela foi embora também não ligou para denunciar? Nossa abordagem no clipe é espiritual e não jurídica. O foco do clipe é que a voz de Deus faz demônios saírem e tem poder para transformar vidas e conceder uma segunda chance até para o mais vil pecador, ou criminoso. Assim como não aparece a mulher denunciando, também não aparece ela voltando para casa. 

O clipe termina em aberto justamente por ser um assunto tão íntimo, delicado e polêmico”, compartilha Marina de Oliveira.

O clipe já rompeu os 30 mil deslikes e mais de 7 mil comentários. É a primeira vez no meio gospel que uma manifestação social acontece em um clipe.



Cassiane ainda não se posicionou sobre as fortes críticas. Recentemente quem abriu espaço para o assunto no meio cristão foi a cantora Elaine de Jesus, que no mês de Junho fez uma forte campanha contra agressão as mulheres devido ao que aconteceu em seu casamento. 

Vamos aguardar e ver se Cassiane publica alguma nota sobre o assunto. 



Gospel Channel

Alexandre Silva é acusado de adultério e possível agressão contra Elaine de Jesus



A cantora Elaine de Jesus ja inciou o processo de divórcio após áudios do cantor e pastor Alexandre Silva serem divivulgados. 

Casados há 24 anos, Elaine de Jesus deixou muitos admiradores de seu ministérios abalados com a notícia de seu divórcio. O motivo, o pastor Alexandre Silva estava, aparentemente, saindo com uma jovem da igreja. Escute o áudio abaixo:



Amigos da impresa nos informaram que Elaine de Jesus não está disposta a comentar o assunto, por isso o Gospel Channel não foi atrás da cantora, em respeito a esse momento. Elaine sempre foi muito reservada e um momento como esse com certeza ela está evitando mais escândalos não dando declarações ou notas oficias. A poucos dias ela lançou o EP "Como o céu te adora" de forma independente, projeto que está sendo muito elogiado por todos.



No dia 24 de junho a cantora postou o seguinte post nas redes sociais:


Também lá nos Estados Unidos, onde ela reside, a cantora entrou na justiça com um pedido da Lei 209-A, que faz com que Alexandre Silva fique proibido pela de se aproximar da cantora; Ele precisa manter no mínimo 100 metros de distância, correndo o risco de ser preso caso se aproxime. Essa imposição e o post nas redes abriram espaço para indicar que Pr Alexandre Silva pode ter agredido Elaine.


Elaine e Alexandre estavam juntos há 24 anos e tiveram 1 filho. Juntos gravaram 2 CDs com músicas românticas e pentecostais, "Sem comparação" e "Deus nos escolheu", porem a faixa "Metade de mim" gravada no CD "Até o fim" é a música mais famosa da dupla. 

Estamos no aguardo para ver se Elaine se pronuncia publicamente. Estamos aguardando os dois lados se posicionarem sobre essas informações do portal O Fuxico Gospel.

Abaixo você assiste o recente clipe lançado pela cantora.


Gospel Channel | Informações publicadas pelo portal OFuxico Gospel |  Fotos Arquivo GC

Abílio Santana e a polêmica "cirurgia" e a filha não assumida fora do casamento

Gospel Channel - Abílio Santana, renomado pastor conhecido por suas pregações há várias décadas, está envolvido em uma série de acusações que vão contra tudo que vem ministrando em cima dos púlpitos pelas igrejas do Brasil.



Recentemente o pastor passou por uma cirurgia , nas redes sociais chegou a pedir orações deixando todos preocupadíssimos pensando que era algo grave, mas acessando o portal da Klinike, onde o pastor postou uma foto indicando onde estava, vemos que só tem procedimentos estéticos e as orações que foram pedidas nas redes foram para algum desses procedimentos. 


Segundo o canal, No Entanto, o pastor fez aplicações de Botox e plástica Facial. 

Outro assunto que tomou conta das redes sociais foi a acusação do jornalista e apresentador Leo dias, de que o pastor tem uma filha fora do casamento, paga pensão, porém não assumiu o resgistro como pai. 

Foram oito meses de relacionamento entre Letícia Mariane e o pastor e deputado federal Abílio Santana (PL-BA). Segundo a esteticista, o caso aconteceu em 2012, quando ela era assessora dele e quem o acompanhava durante os cultos que Abílio fazia em São Paulo. 

“Ele é Pastor Presidente da Assembleia de Deus de Salvador, mas viaja o mundo fazendo palestras e cultos. Quando ele vinha para São Paulo eu que o acompanhava. Tivemos um relacionamento amoroso, mas nunca soube que ele era casado. Na minha cabeça nunca passou que um pastor iria ter uma amante. Mas a coisa foi ficando séria e eu engravidei. Quando dei a notícia a ele, tive o primeiro choque: ele sugeriu fazer um aborto. Não com essas palavras diretamente, mas deixou subentendido ao me oferecer dinheiro para que eu resolvesse o problema”. 

A pequena Esther hoje tem sete anos e não consta o sobrenome nem o nome do pai na certidão: “Já me dispus varias vezes a fazer o DNA, mas ele foge, diz que não é obrigado. No entanto, ele vê a filha quando vem a São Paulo e até diz para nossos amigos em comum da Igreja que é filha dele. Mas o negócio muda de figura quando está na justiça ou em locais públicos. Outro dia fui levá-la ao aeroporto para vê-lo e ele a tratou com muita frieza. Ela ficou arrasada, porque apesar de tudo sabe que é o pai dela e sofre”. Por causa da cirurgia o pastor não foi encontrado para falar sobre o assunto, mas Léo Dias disse que vai afundo nessa história. 

Resposta sobre a cirurgia

O pastor Abílio postou ontem, terça 30/06, uma declaração sobre a cirurgia em sua rede social.

"AMIGOS, devidos aos ataques que recebi, venho prestar esclarecimentos. Apresentei um laudo médico comprovando que a cirurgia realizada não foi estética, como foi afirmado por alguns adversários. No dia 25 de junho, dei entrada no hospital para iniciar o procedimento cirúrgico, onde foi feito a retirada de um “corpo estranho” da região frontal do rosto e encaminhado para biópsia. O procedimento foi decorrente do acidente de carro que sofri em 2018, na época da campanha eleitoral. A informação foi atestada em laudo médico, emitido pelo conceituado Dr. Elias Kuster. No dia da cirurgia, meu filho, pastor Misael Santana, pediu oração em grupos de amigos e fiéis. Após a publicação, fui alvo de críticas dos adversários. Recebi áudios de gente pedindo a minha morte no centro cirúrgico.  Agora eu pergunto a vocês, dá para acreditar em alguém que ora pedindo a morte do outro? Isso é um seguidor do demônio, só pode. Mas, meu Deus é muito maior do que isso. É o Deus da cura e do amor, por isso energia maligna, como essa, não me atingirá nunca. A justiça divina será feita. O relatório médico comprova o que foi dito, a cirurgia foi em decorrência do acidente de 2018. Era necessário colher material para biópsia. Estamos aguardando o resultado, mas não será nada, com fé em Deus.

Eu prego diariamente nos cultos que congrego, a força da oração. Lamento muito que pessoas descrentes possam proferir palavras com intuito apenas de manchar a minha imagem e da minha família. Como cristão, acredito no poder da oração em todas as situações. Toda cirurgia tem seus riscos, e jamais entraria em um centro cirúrgico sem pedir a proteção divina. Se ele não acredita nisso é porque é um herege, mentiroso e baixo, que se vale do momento de fragilidade do outro para ganhar mídia, de forma caluniosa.


Agradeço a todos que oraram por mim nesse momento delicado. Deus o abençoe!!

Paz de Cristo, meus irmãos!"


Acerca da sua suposta filha o pastor ainda não postou nenhuma nota oficial em sua defesa.

Gospel Channel com informações do Metrópoles

Jotta A se assume gay em rede social

O cantor gospel Jotta A, que foi revelado no programa Raul Gil, escreveu um texto em uma postagem de seu Instagram que tem quase meio milhão de seguidores, que foi interpretado por alguns internautas como se estivesse assumindo uma possível homossexualidade.



 Frases como “obrigado por tirar o medo que havia em mim de ser feliz”, “necessidade de aceitação” e também sobre “fardos que me impediam amar e ser amado”, fizeram alguns seguidores interpretarem uma “saída do armário”. 

 Com maioria de comentários de apoio e dizendo claramente que o aceitavam, Jotta sempre respondia com emoji de coração azul reforçando a percepção de alguns. Em seus posts posteriores, Jotta escreve “que bom ter vocês comigo” e “a vida começa onde termina o medo”.




Um seguidor escreveu: “Deus te ama exatamente do jeito que você é, você não está sozinho viu? WELCOME TO THE VALE”. A frase em inglês dizendo ‘bem-vindo ao vale’ foi respondida pelo cantor: “The vale”. 

 Apesar das especulações, o cantor gospel não fez declarações claras sobre sua sexualidade ainda para o grande público. Em 2017, um vídeo vazado atribuído ao artista e à também cantora Daniela Araújo, mostra um grupo de pessoas dentro de um carro consumindo bebidas alcoólicas.

Em uma recente publicação o cantor publicou o seguinte vídeo:






Gospel Channel com informações do UOL

Filho de cantora Eyshila revela que é drag queen

Lucas Oliveira, filho da cantora gospel Eyshila, revelou no Instagram que é drag queen. O rapaz, que mora nos Estados Unidos, tem publicado fotos e vídeos montados. 



No conteúdo, ele dubla e canta músicas de divas pop como Lana Del Rey. Desde que revelou a atuação, Lucas recebeu muitas críticas, porém também tem ganhado apoio dos seguidores. No Instagram, ele agradeceu o carinho. 

"Mas sério… Muito obrigado por todo o apoio! Eu to assustado com tanto amor e compreensão", postou. Nas publicações feitas no Instagram Itsperidotx, Lucas Oliveira compartilha o cotidiano e anunciou que queria escolher outro nome de drag, mas que por enquanto estava usando Peridot.



A notícia reacende a discussão de jovens evangélicos que estão se assumindo gay. Um outro ponto que estás endo bastante levantado é sobre a frase: filho de crente não é crente.


Gospel Channel com informações do R7

Polêmica: "Evangelho" perdido diz que Jesus se casou e teve 2 filhos

Manuscrito de mil anos conta que Maria Madalena teria sido a mulher do Messias 

 Jesus não morreu solteiro. Pelo menos é o que afirma um novo “Evangelho” escrito há mil anos em aramaico e traduzido recentemente por dois estudiosos, Barrie Wilsion e Simcha Jacobovici, que conta que o Messias teria se casado com Maria Madalena e tido dois filhos. As informações são do The Mirror UK. 



 Os detalhes do novo livro, descoberto na Biblioteca Britânica, serão revelados em uma coletiva de imprensa nesta quarta-feira. Mas, segundo os especialistas, o manuscrito afirma que Jesus se casou com Maria Madalena, que aparece em todos os outros Evangelhos da Bíblia, especialmente em momentos importantes da vida de Cristo, como em sua ressurreição.

Ela teria tido dois filhos com ele. E, ao que tudo indica, o novo “Evangelho” cita o nome dos supostos descendentes. Em alguns livros, como em Lucas, Maria Madalena é descrita como “pecadora”, sendo associada à prostituição.

Gospel Channel 

Pastores gays explicam o crescimento de Igreja Cristã Contemporânea


Eles começaram em 2006 com um pequeno templo na Lapa. Cinco anos depois, fazem os últimos preparativos para inaugurar a quinta unidade da Igreja Cristã Contemporânea, sábado, às 19h30, em Madureira, e se preparam para abrir mais dois endereços em Niterói e Duque de Caxias em abril.

Os pastores Marcos Gladstone e Fábio Inácio contam nessa entrevista por que acreditam na expansão da fé que inclui os gays.

Religião e fé: Como é hoje a estrutura da igreja?

Pastor Fábio: Em Madureira, já começamos com mais 200 membros. Nossa expectativa é muito grande, além dessa, vamos inaugurar mais duas igrejas. O primeiro templo foi aberto há quatro anos, na Lapa. Hoje, já estamos em Campo Grande, Nova Iguaçu e Belo Horizonte

RF: Haverá uma celebração especial?

PF: Vamos fazer uma celebração especial de inaguração. O espaço está bem bonito, todo reformado. Vamos ter apresentações de transexuais que tocam violão, mostrando que a religião é inclusiva. Em que igreja um travesti poderia cantar ou tocar um violão? Temos um transexual que é obreiro da igreja. O repertório da nossa celebração é o mesmo de outras igrejas evangélicas.

RF: Muitos religiosos acusam a Igreja Cristã Contemporânea de contrariar a moral evangélica. Como respondem a essas críticas?

Pastor Marcos: A nossa resposta ao preconceito é abrir igrejas inclusivas mostrando que pessoas podem ser aceitas. Se a gente cresce é porque existe uma demanda de pessoas que são excluídas. Por causa do preconceito que existe dentro das igrejas. Infelizmente esse é o motivo do nosso crescimento. Temos que abrir mais igrejas porque a população GLBT mostra que não há aceitação.

RF: O público heterossexual também é aceito?

PM: Claro. A maioria dos nossos fieis é de homossexuais, um percentual de 95%, tanto de homens como de mulheres, com número maior de homens. Os 5% restantes são de transexuais e heteros. Temos casais heterossexuais que frequentam na nossa igreja, pessoas que gostaram e que nós acolhemos. Todos são aceitos. Nossos pais e mães também congregam com a gente.

RF: A Igreja Cristã Contemporânea quebrou um tabu celebrando casamentos gays. Quantos já foram realizados?

PM: Já celebramos uns 50 casamentos e muitos batizados, uns 500. As pessoas chegam muito sofridas, sem planos, sem futuro, não se dão valor, têm autoestima muito baixa. Trabalhamos autoestima, as noções de amor, relacionamentos. Eles não acreditam que é possível se casar, amar e serem amados. Às vezes, temos que encaminhar ao psicólogo.

RF: A Igreja ainda enfrenta muito preconceito?

PM: Hoje, muito mais gente nos vê com bons olhos. Mas já tentamos alugar um imóvel e a proprietária disse que para abrir uma Igreja Contemporânea não alugaria, disse que “nem pensar”. Era uma pessoa evangélica, que não aceita a gente de jeito nenhum.

RF: Como respondem a esse preconceito?

PM: Nosso trabalho além de ser cristão é um trabalho social. Pegamos pessoas no vício, nas drogas, na prostituição e os resgatamos. Tudo feito com apoio das famílias, das mães que freqüentam a igreja. No retiro de carnaval, tivemos a participação de um casal hetero que foi até batizado. Infelizmente a maioria dos membros são homossexuais porque as outras igrejas não os aceitam. Temos um fiel que é um travesti, que frequentava uma igreja na Barra da Tijuca. Compraram roupas de homem de presente e deram para a travesti. Ela nunca mais voltou na igreja porque não se sentia mais bem. A igreja impõe que haja uma mudança. Temos que encaminhar essas pessoas a psicologos, chegam com uma concepção de vida deturpada e destruídas. Isso é muito triste.

Clarissa Monteagudo | Religião é fé | Gospel Channel Brasil

Uma aula de educação sexual ao vivo causa polêmica nos EUA

O professor John Michael Bailey, da Universidade Northwestern, nos Estados Unidos, deixou que um casal demonstrasse aos alunos – na prática – como funciona um orgasmo.

O episódio aconteceu após uma aula convencional, em uma palestra em que a presença dos alunos não era obrigatória. Os três palestrantes eram ligados à cena BDSM, formada por um grupo de pessoas que têm fetiches como o bondage (prazer ligado à imobilização do parceiro), o sadismo e o masoquismo.

A ideia era que os palestrantes falassem sobre seu estilo de vida incomum. Mas eles chegaram mais cedo, bem na hora em que o professor falava sobre a existência controversa do ponto G e da ejaculação feminina.

Foi o suficiente para que um dos palestrantes convidados, Jim Marcus, de 44 anos, sugerisse que ele e sua noiva, Faith Kroll, 25, dessem um exemplo genuíno de ejaculação feminina com a utilização de um brinquedo erótico.

Após uma breve hesitação, o professor concordou. Foram dez minutos de “apresentação”. Não houve ejaculação, porém. “Eu não consegui pensar em uma razão legítima para proibir que as pessoas vissem aquilo, e ainda não consigo”, disse à repórter Tracy Clark-Flory, do Salon (leia a reportagem). De acordo com ele, os estudantes foram repetidamente avisados sobre o que veriam. “Aqueles que ficassem desconfortáveis com a ideia teriam permissão para sair”.

A aula virou tema de uma reportagem do jornal da faculdade, o que deixou muita gente perplexa. Evidentemente, foi impossível manter segredo, a história vazou e o professor recebeu inúmeras críticas, inclusive do reitor da universidade, Morton Schapiro. Ele divulgou uma declaração em que critica “o julgamento extremamente infeliz do professor” e afirma que será instaurada uma investigação oficial.

Bailey, por sua vez, diz que o que ocorreu reforça o fato de que uma parte significativa da sociedade é muito conservadora. “Algumas pessoas estão se sentindo ultrajadas por interações sexuais que não prejudicam ninguém”, afirma.

Embora seja estranho que um curso que aborda a sexualidade humana se cerque de tabus, vale pensar se a faculdade é o lugar apropriado para o sexo explícito e se o sexo explícito tem, de fato, valor pedagógico. O que você acha?

Anna Carolina Lementy- Revista ÉPOCA

Dilma adia legalização de terreiros de umbanda para evitar crise com evangélicos e católicos


Disposta a evitar novos atritos com evangélicos e a Igreja Católica em ano eleitoral, a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, pré-candidata do PT à Presidência, mandou a Secretaria de Promoção da Igualdade Racial adiar o anúncio do Plano Nacional de Proteção à Liberdade Religiosa que legaliza os terreiros de umbanda e candomblé. Desde o ano passado, Dilma tem feito esforços para se aproximar de católicos e evangélicos.

O plano, que prevê a legalização fundiária dos imóveis ocupados por terreiros de umbanda e candomblé e até o tombamento de casas de culto, seria lançado na quarta-feira, 20, mas na última hora o governo segurou a divulgação, sob o argumento de que era preciso revisar aspectos jurídicos do texto.

O adiamento ocorre na esteira da polêmica envolvendo o Programa Nacional de Direitos Humanos, que pôs o Palácio do Planalto numa enrascada política, provocando crise dentro e fora do governo. Temas controversos, como descriminação do aborto, união civil de pessoas do mesmo sexo e proibição do uso de símbolos religiosos em repartições públicas, foram alvo de fortes críticas, principalmente por parte da Igreja.

Na avaliação do Planalto, é preciso evitar novos embates que possam criar "ruídos de comunicação" e prejudicar a campanha de Dilma. Desde o ano passado, a ministra tem feito todos os esforços para se aproximar tanto de católicos quanto de evangélicos e já percorreu vários templos religiosos.

"O programa de promoção de políticas públicas para as comunidades tradicionais de terreiro já estava adequado, mas, como é um plano de governo, precisa ser pactuado para não haver constrangimentos", afirmou o ministro-chefe da Secretaria da Igualdade Racial, Edson Santos.

Apesar de dizer que nunca é demais dar "outra passada de olhos" no texto, para maior observância à Constituição e ao Código Penal, Santos não escondeu a decepção com a ordem para suspender o anúncio do plano, que seria feito justamente na véspera do Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa, comemorado ontem.

"Espero que possamos lançá-lo o mais rapidamente possível", disse o ministro, diante de uma plateia de praticantes de umbanda e candomblé, que se reuniram no Salão Negro do Ministério da Justiça. "Somos um Estado laico, mas não seremos neutros e cegos diante das injustiças e do racismo."

Reação

A informação sobre o adiamento do programa pegou de surpresa as comunidades de terreiro. Muitas mães e pais de santo viajaram de longe para assistir à cerimônia e só souberam na hora que haveria ali apenas um debate.

"Quando o governo chega na encruzilhada e tem de tomar uma decisão, recua. Será medo? Acho que sim", protestou Valdina Pinto de Oliveira, do terreiro Tanuri Junsara, de Salvador (BA). Ela foi além e conclamou a comunidade do candomblé a pensar bem em quem vai votar nas eleições de outubro.

"Está na hora de irmos para o campo político e de educar os nossos para saber quem vamos eleger", insistiu Valdina, sob aplausos. "A gente viu o que aconteceu com o Estatuto da Igualdade Racial e o que está acontecendo com esse plano. Por que para negro e índio não tem terra? Precisamos acabar com esse vírus do racismo."

Coordenador das reuniões realizadas para a confecção do plano, o subsecretário de Políticas para Comunidades Tradicionais, Alexandro Reis, tentou contornar o desapontamento geral. "A preocupação do governo é que determinados setores, por motivos eleitorais, utilizem o plano de proteção à liberdade religiosa como algo negativo", contou. Reis admitiu que o texto "precisa ser pactuado com evangélicos e católicos" para não ser contaminado pelo ambiente político de 2010. Disse, no entanto, que os terreiros não podem participar dessa briga. "Estamos tratando de um segmento que tem sido demonizado, mas não vamos violar direitos de ninguém", argumentou. Depois, garantiu que o governo continuará o mapeamento dos terreiros para nortear as políticas públicas.

Embora a Secretaria da Igualdade Racial tenha informado que a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) é solidária ao plano, a Pastoral Afro-Brasileira assegurou não ter sido consultada sobre seu conteúdo. Atualmente, apenas seis dos cerca de 10 mil terreiros são tombados pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).

Para o pastor Ronaldo Fonseca, presidente do Conselho Político da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil, o Estado não deve gastar dinheiro com tombamento de templos. "O governo está se envolvendo em polêmicas desnecessárias", comentou. "Não existe guerra santa aqui e não é inteligente o Estado se preocupar com símbolos religiosos, tombamentos e união de homossexuais. Isso é coisa de marxista."

PROGRAMA DE POLÊMICAS

21/12/2009
Governo lança a terceira edição do Plano Nacional de Direitos Humanos (PNDH-3)

22/12/2009
Contrário à criação de uma Comissão da Verdade, o ministro da Defesa, Nelson Jobim, e os comandantes das três forças militares pedem demissão. O presidente Lula faz um acordo: não reescreve o texto, mas garante que as propostas não afrontarão as Forças Armadas. O ministro de Direitos Humanos, Paulo Vannuchi, ameaça entregar o cargo caso o programa seja alterado para permitir a punição a militantes da esquerda

8/1/2010
O ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, e a senadora Kátia Abreu protestam contra as mudanças na questão da reintegração de posse, que prevê uma câmara de conciliação. A Igreja Católica também protestou. Neste caso contra a proibição de símbolos religiosos em locais públicos e a descriminação do aborto

13/1/2010
O presidente Lula manteve a Comissão da Verdade, mas retirou o trecho que previa o exame de delitos da "repressão política"

14/1/2010
Embora tenha cogitado fazer alterações nos itens da descriminação do aborto e da mudança nas regras para desocupações de áreas invadidas, Lula resistiu e não mudou esses pontos

Fonte: Estadão

Polêmico estudo diz: sexo sem camisinha influi na saúde mental


Professor de universidade escocesa afirma que transar sem proteção pode ter efeito antidepressivo e melhorar o sistema imunológico

Época

As pessoas que fazem sexo sem camisinha têm, em geral, uma saúde mental melhor do que aquelas que se protegem durante a penetração vaginal. Essa é a polêmica conclusão de um estudo liderado pelo professor Stuart Brody, da Universidade do Oeste da Escócia.

Na pesquisa, Brody estudou o comportamento sexual de 99 mulheres e 111 homens de Portugal. Cruzando as respostas dos voluntários sobre o prazer obtido pelo sexo e o tipo de método contraceptivo que usavam, o professor concluiu que o uso de camisinha estava associado a problemas na hora de lidar com o estresse.

Segundo Brody, aqueles que faziam sexo sem preservativo eram capazes de lidar melhor com as situações estressantes, tomando atitudes mais maduras, o que lhes garantia uma melhor saúde mental. "Quanto maior a frequência do uso de camisinha, independente da idade e da natureza do relacionamento, maior o uso de mecanismos imaturos de combate ao estresse", disse o pesquisador.

Brody faz uma crítica às campanhas de saúde que pregam o sexo seguro como forma de prevenir a gravidez e as doenças sexualmente transmissíveis, como a aids, e foi, por sua vez, criticado por pessoas ligadas à saúde pública.

O argumento de Brody baseia-se na teoria evolucionista: como o objetivo principal de qualquer indivíduo é perpetuar a espécie, transar sem camisinha seria uma vantagem, já que aumenta as chances de reprodução. "A evolução não é politicamente correta", disse Brody. "Entre uma ampla variedade de práticas sexuais, apenas uma delas (a penetração vaginal) está consistentemente associada a uma melhor condição física e mental e é exatamente aquela que será favorecida pelo processo evolutivo".

O artigo de Brody será publicado na revista especializada Archives of Sexual Behaviour. Em carta a ser divulgada na mesma publicação, o pesquisador escocês diz que uma possível explicação para o resultado de sua pesquisa é que a troca de fluidos – impossibilitada pela camisinha – pode ter efeitos no combate à depressão e benefícios para o sistema imunológico.

Escultura de família nua provoca polêmica na Flórida


'Minha filha tem feito brincadeiras sobre a escultura', disse Jeffrey Cohen. 'É uma peça figurativa, algo abstrato', rebateu o dono de centro comercial.

Aescultura de uma família nua, que está localizada em um centro comercial em Delray Beach, no estado da Flórida (EUA), está atraindo a ira dos pais de crianças que estudam em uma escola que fica nas proximidades, segundo o jornal "South Florida Sun Sentinel".

A escultura, que foi feita pelo artista Itzik Asher e é intitulada a "Jornada para o Novo", representa a viagem de russos e judeus etíopes de suas casas para Israel. Ela já foi exibida anteriormente em outros locais, como o Aeroporto Internacional de Palm Beach.

De acordo com o jornal, esculturas de Asher já foram alvos de críticas no passado. Em 1995, a Câmara de Boca Raton o obrigou a cobrir as partes íntimas de várias de suas esculturas.

"Minha filha tem feito brincadeiras sobre a escultura", disse Jeffrey Cohen, cuja filha de 6 anos frequenta a escola. "Ela não devia falar comigo sobre isso", acrescentou ele, que espera que a obra seja removida. "Há 900 crianças na escola que vão ser expostas."

"É uma peça figurativa, algo abstrato", disse Richard Caster, proprietário do centro comercial, que tem outras esculturas "apimentadas". Caster disse que recebeu algumas reclamações, mas também elogios.

Polêmica:Tribunal na Índia derruba lei que proíbe sexo entre gays; religiosos protestam


A Alta Corte da capital da Índia, Nova Déli, decidiu que as relações sexuais consentidas entre adultos do mesmo sexo devem deixar de ser crime no país. A corte considerou a lei discriminatória e uma "violação dos direitos fundamentais".

Da BBC

A decisão reverte uma lei de 148 anos que havia sido herdada do tempo em que o país era uma colônia britânica e que qualificava sexo entre indivíduos do mesmo gênero como "um atentado contra a natureza".

Relações sexuais entre gays eram passíveis de multa ou uma punição de até dez anos de cadeia.

O correspondente da BBC na Índia, Soutik Biswas, disse, contudo, que a decisão judicial poderá ser contestada pois os valores sociais conservadores ainda são fortes no país.

Discurso

Gays estão sujeitos a ser discriminados e perseguidos diariamente na Índia. E a descriminação pode abrir caminho para uma mudança de discurso em um país onde sexo, de maneira geral, é assunto delicado. Segundo Biswas, até falar sobre o assunto pode ser um tabu.

Defensores dos direitos dos gays em todo o país saudaram a decisão do tribunal em Déli e disseram que este é o "Stonewall da Índia", em uma referência a uma rebelião provocada por uma batida policial em 1969, no bar gay Stonewall, em Greenwich Village, Nova York, que marcou o lançamento do movimento pelos direitos dos homossexuais nos Estados Unidos e no mundo.

"Eu acredito que o que vai acontecer agora é que poderemos reclamar muito dos direitos fundamentais e civis que nos foram negados", disse à BBC o advogado e ativista Aditya Bandopadhyay, acrescentando que a decisão restora a sua "fé no Judiciário".

Outro ativista destacado, Ashok Row Kavi, editor da primeira revista para gays do país, elogiou a decisão judicial mas disse que o preconceito contra homossexuais vai continuar.

"O estigma social vai persistir. É uma longa batalha. Mas a decisão vai ajudar na prevenção da propagação do vírus HIV (que causa a Aids). Agora homens gays podem ir ao médico e falar sobre os problemas deles. Vai ajudar a impedir intimidação em delegacias."

Igreja

Mas a reversão da antiga lei incomodou outros grupos. Segundo o correspondente da BBC em Nova Déli Chris Morris, líderes religiosos hindus, muçulmanos e cristãos se disseram contra a legalização do sexo entre homossexuais.

Em 2004, o governo da Índia se opôs a uma petição legal que buscou legalizar o homossexualismo, mas o documento foi rejeitado pelo tribunal de Déli.

Grupos de direitos de cidadãos e a Organização Nacional para o Controle da Aids (Naco, um órgão do governo da Índia) exigiram que o homossexualismo fosse legalizado.

Estima-se que mais de 8% dos homens homossexuais na Índia sejam portadores do vírus HIV, em comparação a menos de 1% na população do país.

FICOU SABENDO?:Zagueiro causa polêmica na Itália ao afirmar que homosexualismo é pecado


O zagueiro Nicola Legrottaglie, da Juventus, causou polêmica ao lançar sua autobiografia, entitulada “Fiz uma promessa”. Em um dos trechos controversos do livro, o jogador, evangélico, afirma que o homosexualismo é pecado.

“Hoje se vê a homosexualidade como uma moda, uma maneira de ser ‘do contra’. Mas na bíblia está claro que tanto a masculina quanto a feminina são pecado. Mesmo assim, as reuniões que fazemos também estão abertas a eles”, declara o italiano.

Ao longo da obra, Legrottaglie revela ainda que acredita na importância da castidade e de preservar o corpo e aconselha os gays, “como heterosexual e cristão”, a lerem a bíblia. O zagueiro também provoca discussões ao escrever sobre outras religiões.

Ao comentar o fracasso de sua negociação com o Besiktas, da Turquia, ele declara: “Tinha consciência que o ambiente alí podia ser hostil à minha crença espiritual e me repetia: ‘Por que, senhor, quer me mandar aos muçulmanos? Deus estava trabalhando por mim”.

Legrottaglie já havia gerado comentários negativos ao dizer que Israel estava “Pagando as consequências de ter ofendido a Deus depois de ter sido o povo escolhido”. Na época, o atleta teve que se retratar pelas suas declarações.

Fonte: ESPN BRASIL
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