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TÁ LIGADO:Casal nigeriano é multado em R$ 310 por fazer sexo em igreja evangélica

Tolu Akintepe disse que tentou apimentar a relação com a mulher.
Casal também se voluntariou para limpar a igreja por uma semana.

O nigeriano Tolu Akintepe, de 30 anos, e sua mulher Bunmi, de 28, foram multados em 117 euros (cerca de R$ 310) após serem flagrados fazendo sexo em uma igreja em Ikeja, subúrbio de Lagos (Nigéria), segundo o jornal belga "HLN".

Foto: Reprodução/HLN

Eles foram pegos no ato pelo pastor de uma pequena igreja pentecostal em Ikeja. Além da limpeza do local, o pastor entrou com uma ação para que o casal pagasse uma compensação financeira (estipulada em 117 euros) pela profanação do altar.


Diante do juiz, Akintepe destacou que a relação amorosa do casal estava morna, já que eles estão casados há quatro anos. "Minha mulher estava sempre dizendo que queria tornar mais interessante a nossa vida sexual", afirmou Akintepe.

O juiz advertiu Tolu Akintepe a ter mais respeito pelas instituições religiosas. Além disso, ele aplicou uma multa no casal, que se voluntariou para limpar a igreja por uma semana.

KAMA SUTRA católico!!!

Um padre polonês escreveu um guia prático e teológico sugerindo como casais casados podem melhorar sua vida sexual.

Da BBC

O objetivo do padre Ksawery Knotz ao escrever o livro Sexo como Você não Conhece - para Casais Casados que Amam Deus foi acabar com as atitudes excessivamente conservadoras de muitos fiéis. O livro já está sendo chamado no país de "Kama Sutra Católico". O religioso franciscano explica que sexo no casamento não deveria ser enfadonho, e sim "apimentado, surpreendente e cheio de fantasia".

O livro, que tem o apoio da Igreja Católica da Polônia, é um sucesso de vendas. A editora Sw. Pawel está preparando mais cópias depois que 5 mil foram vendidas em poucas semanas.

''Kama Sutra Católico'' "Algumas pessoas, quando escutam falar no caráter sagrado do sexo no casamento, imaginam imediatamente que esse tipo de sexo tem que ser desprovido de alegria, brincadeiras e posições atraentes", escreveu o Knotz no livro.

"Cada ato - um tipo de carícia, uma posição sexual - com o objetivo de excitar é permitido e agrada a Deus. Durante a relação sexual, casais casados podem demonstrar o seu amor de todas as maneiras, (eles) podem fazer um no outro as carícias mais desejadas." Knotz acredita que o sexo é uma forma importante de marido e mulher expressarem o seu amor e ficarem mais perto de Deus.

"Casais casados celebram o seu sacramento, sua vida com Cristo, também durante o sexo", escreveu.

"Chamar o sexo de celebração do sacramento do casamento eleva sua dignidade de uma maneira excepcional. Uma declaração como esta choca pessoas que aprenderam a ver a sexualidade de uma maneira ruim. É difícil para eles entender que Deus também quer que eles tenham uma vida sexual feliz e, por isso, deu a eles este presente." O padre Knotz ressalta que o livro não diverge da visão da Igreja sobre o sexo. Ele desencoraja o uso de anticoncepcionais, dizendo que "levam um casal casado para fora da cultura católica e a um estilo de vida completamente diferente".

O autor do guia sobre sexo também rejeita o argumento dos que colocam em dúvida a competência de um monge celibatário para escrever sobre sexo. Ele diz que sua experiência vem do aconselhamento a casais casados e da administração de um website que oferece conselhos sexuais há quase um ano.

Modelo se nega a amamentar o filho e diz que peitos são só para sexo


'Eles são uma coisa sexual para mim', disse a britânica Nicola McLean. Ela afirmou que não se sentiria sexy se tivesse amamentado seu filho.

A modelo britânica Nicola McLean disse que não amamentou seu filho Rocky, de três anos, porque seus peitos são apenas para sexo com seu marido, segundo reportagem do tabloide inglês "The Sun"."Eles são uma coisa sexual para mim, e não quero Rocky mamando neles", afirmou ela.

Ela destacou que, se amamentasse Rocky, não seria capaz de fazer sexo com seu marido, o jogador de futebol Tom Williams, e de se sentir sexy.

Nicola McLean afirmou ainda que não gostava da ideia de ver seu filho se alimentando em seus seios.

Por Believer Zapping

Padre famoso de Miami Beach é flagrado beijando mulher em praia

Um dos padres mais populares dos Estados Unidos, Alberto Cutié, de Miami Beach, foi flagrado por paparazzi beijando na boca uma jovem em uma praia. As fotos, publicadas na revista de fofocas "TVNotas USA", mostram o sacerdote com uma mulher, ambos deitados na areia, em várias situações românticas.

Cutié, de 39 anos, admitiu nesta terça-feira (5) os fatos em uma carta à comunidade, pediu perdão caso suas ações tenham provocado dor e tristeza, e garantiu que o seu "serviço e a sua dedicação a Deus prosseguirão intactos".

O religioso foi afastado pela arquidiocese de Miami da Igreja de São Francisco de Sales, onde celebrava missas que, conforme os fiéis, recebiam um grande público feminino, animado pelo jovem padre de olhos azuis.

O arcebispo de Miami, John Favalora, declarou que "o padre Cutié fez uma promessa de celibato e todos os sacerdotes devem cumprir esta promessa com a ajuda de Deus". "As ações não devem ser aprovadas, apesar de seu bom trabalho como sacerdote", disse.

A revista TVNotas USA afirma ainda que, além das fotos, obteve um vídeo no qual o padre aparece "abraçando, beijando e colocando a mão dentro da parte de baixo do biquíni de uma mulher, em uma das praias de Miami". O vídeo não foi divulgado até o momento, mas canais de TV informaram que as imagens foram oferecidas por centenas de milhares de dólares.

O padre, nascido em Porto Rico, mas de família cubana, tinha uma forte presença na mídia com um programa na televisão a cabo, uma coluna semanal no jornal "El Nuevo Herald" e um programa na Rádio Paz, a emissora católica da qual era diretor até a explosão do escândalo. Cutié criticava publicamente o celibato e era um defensor fervoroso da vida em casal.

"Um sacerdote pode amar a Deus e amar uma mulher e ter família. Qual é o problema? Na Igreja deveríamos ser mais abertos", afirmou recentemente, em entrevista.

O caso do padre Alberto é mais um de uma longa lista de escândalos na Igreja Católica americana, abalada desde 2002 por milhares de denúncias contra sacerdotes envolvidos em casos de abusos sexuais.

Record corta cenas de sexo da novela "Poder Paralelo"

A Record está cortando imagens mais picantes das cenas de sexo da novela "Poder Paralelo", exibida após as 22h. A violência, no entanto, não têm passado pelo mesmo controle. A novela, escrita por Lauro César Muniz e dirigida por Ignacio Coqueiro, ambos ex-Globo, trata de mafiosos no Brasil.

As cenas de sexo estão sendo cortadas após a gravação, à revelia do diretor. São editadas de forma a evitar que, durante o ato sexual, apareçam partes do corpo que não sejam os rostos ou algum detalhe dos atores.

Carícias mais arrojadas são eliminadas. Tomadas que revelem um casal sobre a cama, coberto por lençóis, não vão ao ar.

Um exemplo de corte foi a cena em que Bruno (Marcelo Serrado) teve relações com Vnia (Bete Coelho). Os cortes seriam feitos por pessoas ligadas à Igreja Universal.

Mas o controle tem vacilado com diálogos. Recentemente, um malicioso personagem de Antonio Abujamra sugeriu a outro que usasse azeite de Lesbos (Grécia) numa bruschetta.

A Folha tentou ontem ouvir a versão da Record sobre os fatos. Pedido de informações feito diretamente pela coluna não teve resposta. A uma outra solicitação, de uma repórter do jornal e por e-mail, o gerente de comunicação da emissora, Celso Teixeira, escreveu que "não responde à coluna Outro Canal, por causa dos recentes ataques e erros de informação publicados no referido espaço".

Bispo português aconselha a pacientes com Aids que usem preservativos

O bispo português Ilidio Leandro afirmou, em mensagem divulgada pela internet, que os pacientes com Aids devem usar preservativos se decidirem manter relações sexuais, dias depois do escândalo causado pelas declarações do papa Bento 16 em sua viagem à África.

A pessoa infectada com o vírus HIV "que não pode evitar ter relações sexuais está moralmente obrigada, para não transmitir a doença, a usar preservativo", escreveu o bispo, da diocese de Viseu (norte do país).

Ele afirma, no entanto, que compreende a posição de Bento 16. "Quando o papa fala da Aids e de outros aspectos da vida humana, não pode estabelecer uma doutrina para situações individuais ou casos concretos", explicou Leandro ao jornal "Diário de Noticias". "O papa não poderia dizer outra coisa sendo chefe da Igreja católica", acrescentou, dizendo não temer que suas declarações vão provocar outra polêmica.

O início da viagem do sumo pontífice pelo continente africano foi marcado por suas polêmicas declarações sobre o uso de preservativos, quando afirmou que não se podia "solucionar o problema da Aids com a distribuição de preservativos". "Ao contrário, sua utilização agrava o problema", enfatizou.

Isso levou à reação de várias ONGs, como o Movimento Camaronês pelo Acesso aos Tratamentos. "O papa vive no século 21?", questionou o diretor da organização, Alain Fogue. "As pessoas não vão fazer o que o papa disse. Ele vive no céu e nós vivemos na Terra."

Na véspera, uma das publicações médicas mais respeitadas do mundo, a revista britânica "Lancet", acusou o papa de ter distorcido as evidências científicas em suas declarações sobre o uso do preservativo e exigiu que faça uma retratação.

"Ao dizer que os preservativos aumentam o problema do HIV/Aids, o papa publicamente distorceu evidências científicas para promover a doutrina católica nessa questão", afirmou a Lancet. "Se o erro do Papa se deveu à ignorância ou a uma tentativa deliberada de manipular a ciência para sustentar a ideologia católica não é claro."

A publicação britânica acrescenta: "Quando uma pessoa influente, seja uma figura religiosa ou política, faz uma falsa declaração científica que pode ser devastadora para a saúde de milhões de pessoas, ela deveria se retratar".

"Qualquer coisa a menos da parte do papa Bento 16 seria um imenso desserviço ao público e aos defensores da saúde, incluindo milhares de católicos que trabalham incansavelmente para tentar evitar a propagação do HIV/Aids no mundo."

Vaticano confirma posição da Igreja Católica em relação aos preservativos


O Vaticano confirmou a posição da Igreja católica em relação ao uso de preservativos contra a Aids, "não considerando que apostar essencialmente por uma ampla difusão dos preservativos seja realmente o melhor caminho".

"A Igreja concentra o seu empenho não considerando que apostar essencialmente por uma ampla difusão dos preservativos seja realmente o melhor caminho, mais prudente e eficaz para combater o flagelo da Aids e guardar a vida humana", diz o porta-voz do Vaticano, padre Federico Lombardi, em uma nota que visa esclarecer a posição da Santa Sé em relação ao tema.

O padre divulgou o comunicado após a declaração do Papa sobre a Aids ter repercutido entre órgãos civis, imprensa e autoridades de diversos países.

Na terça-feira, a bordo do avião o levou para a África, o Pontífice afirmou que a Aids "é uma tragédia que não pode ser superada com o dinheiro e nem com a distribuição de preservativos, que podem aumentar os problemas". Em Camarões para a primeira etapa de sua viagem, o Papa também defendeu que a doença só pode ser curada com uma renovação moral no comportamento humano.

Na nota, o Vaticano aponta três diretrizes principais da Igreja católica. A primeira seria a "educação e responsabilidade das pessoas no uso da sexualidade e a reafirmação do papel essencial do matrimônio e da família".

A outra se refere às "pesquisas e aplicações de medicamentos eficientes contra a Aids por meio de iniciativas de instituições sanitárias" e o último ponto à "assistência humana e espiritual dos portadores da doença, como de todos os atingidos, que sempre estarão no coração da Igreja".

"Estas são as diretrizes da Igreja" católica, afirma Lombardi.

Comentários do papa sobre camisinha são 'ameaça', diz França

A França condenou nesta quarta-feira as declarações do papa Bento 16 rejeitando o uso de preservativos na luta contra a Aids, qualificando-as como "uma ameaça".

"Enquanto não cabe a nós julgar a doutrina da Igreja, consideramos que tais comentários são uma ameaça às políticas de saúde pública e a obrigação de proteger a vida humana", disse o porta-voz do ministro das Relações Exteriores francês, Eric Chevalier.

O papa Bento 16 disse na terça-feira, em visita a Camarões, que o uso de preservativos pode agravar o problema da Aids.

Ele chamou a doença de "uma tragédia que não pode ser combatida apenas com dinheiro ou a distribuição de preservativos, os quais podem, inclusive, aumentar o problema." Leia mais na BBC Brasil: Papa rejeita preservativos como solução para a Aids na África A solução, segundo Bento 16, se encontra "em um despertar espiritual e humano" e "amizade com os que sofrem".

O pontífice defende a fidelidade e a abstinência como formas de combater a doença. No entanto, as declarações causaram espanto em alguns ativistas que dizem que o uso de preservativos é um dos únicos métodos comprovadamente eficazes de combate à doença.

"A oposição dele aos preservativos indica que dogmas religiosos são mais importantes para ele do que as vidas dos africanos", afirma Rebecca Hodes, da ONG sul-africana de combate à Aids Treatment Action Campaign.

Se calcula que cerca de 22 milhões de pessoas são infectadas com o vírus do HIV na África ao sul do Deserto do Saara, segundo dados da ONU de 2007. O total representa dois terços de todos os infectados do mundo.

Fonte: Ansa

Casal evangélico completo 60 anos de união

Em meio a tantas separações e casamentos conturbados da atualidade, o casal de mineiros Miguel Manoel da Silva, 81 anos de idade, e Maria Aparecida da Silva, 78 anos de idade, chegou a 60 anos de casados no dia 31 de janeiro deste ano.

A comemoração da “bodas de diamante” ocorreu na 1ª Igreja Batista de Rondonópolis, na Rua Poxoréu, Centro, com um culto de ação de graças, seguido de uma confraternização.

A união do casal começou em Frutal, em Minas Gerais, onde eles se conheceram e se casaram. Miguel tinha 17 anos quando foi trabalhar para o pai de Maria Aparecida e conheceu a companheira, na época com 14 anos. Foram quatro anos trabalhando para o futuro sogro até a concretização do casamento, em 1949. Miguel explica que se encantou por Maria e viu que era a mulher para ele se casar. Foi um amor correspondido por Maria. “Eu era nova e gostei dele, que era muito trabalhador. Gostei tanto que nunca mais deixei”, disse ela.

Com sete filhos, em 1960, os dois passaram por Rondonópolis e foram para Dom Aquino, onde nasceu mais uma filha e moraram até 1989. “Foram muitas batalhas nesse tempo todo, mas Deus venceu por nós. Criamos todos os filhos trabalhando na roça”, disseram. Os filhos são Jerônimo, Antônio, Pedro, Jese Elias e Maria Madalena, ainda vivos, e Manoel, Orozimbio e Gesio, já falecidos. Em 1989, mudaram para Rondonópolis, onde hoje moram no bairro Marechal Rondon, junto com a filha casada Maria Madalena.

Apesar das dificuldades, Maria Aparecida e Miguel dizem que nunca pensaram em se separar. “Nunca ela falou brava comigo nem eu com ela”, afirmou o patriarca. Ainda conscientes e realizando as principais atividades, os dois possuem 21 netos e 01 bisneto. “É uma alegria muito grande viver rodeada dos filhos, dos netos e de toda a família”, fez questão de repassar Maria Aparecida. A filha Maria Madalena vê, hoje, com orgulho e admiração o exemplo que os pais dão aos filhos e netos. “Onde um está o outro está junto; há diálogo na relação”, observa a filha.

Aos casais mais novos, Maria Aparecida entende que é preciso ter fé e confiança para o casamento prosperar. “Eu digo a todos que é preciso, primeiro, buscar o reino de Deus. E é preciso ter muita confiança um no outro, senão não convive junto”, orienta ela. “É preciso ter calma, união; um deve relevar o outro, para chegar a um acordo”, ensina ele. “Nos sentimos muito felizes… Para chegar até aqui, eu penso que, primeiro, foi com a ajuda de Deus e, depois, é muito amor”, respondeu Maria Aparecida sobre a explicação de tanto tempo de união.

Fonte: A Tribuna e 24HorasNews

Universidade católica de Taiwan lança curso sobre filmes pornô

O Departamento de Comunicação da católica Universidade Providence de Taiwan, uma ilha conservadora em temas de sexualidade, inaugurou um controvertido curso de estudo e análise de filmes pornográficos.

Os estudantes taiuaneses devem analisar 15 minutos de um filme pornográfico para passar no curso, diz o jornal local "Lianhe Bao".

Os que quiserem se matricular no curso deverão assinar um documento desculpando a instituição de qualquer tipo de responsabilidade caso, ao longo das aulas, cenas de sexo explícitas sejam exibidas.

A professora do curso, Cheng Ming-mei, disse que os alunos têm permissão para sair de sala quando se sentirem incomodados com alguma cena, mas, segundo ela, até o momento nenhum fez essa opção.

"Alguns fecham os olhos, mas isso é tudo", disse Cheng ao jornal.

A maioria dos frequentadores do curso diz que a curiosidade foi sua primeira motivação para cursar a disciplina.

Ciência confirma religião: existe o amor verdadeiro

Cientistas afirmam ter descoberto o verdadeiro amor. Exames das ondas cerebrais indicaram que um pequeno número de casais pode apresentar, mesmo após 20 anos, a mesma paixão que a maioria dos casais apresenta nos primeiros tempos de relacionamento.

A descoberta derruba a visão convencional de que o amor e o desejo sexual atingem o pico no começo da relação e declinam com o passar dos anos.

Uma equipe de pesquisadores da Stony Book University, em Nova York, analisou as ondas cerebrais em casais que estão juntos há mais de 20 anos e comparou com as de casais formados recentemente. Eles descobriram que um a cada dez dos casais mais antigos tinha as mesmas reações químicas no cérebro ao ver fotografias de seus parceiros que os casais mais recentes.

Pesquisas anteriores sugeriam que os primeiros estágios do relacionamento, uma montanha-russa de emoções e obsessões, que os psicólogos chamam de "enamoramento", começa a enfraquecer após 15 meses. Passados 10 anos, as conexões químicas não acontecem mais.

No entanto, as análises cerebrais de alguns casais formados há um tempo mais longo revelam que o enamoramento também amadurece, permitindo que eles desfrutem do que o relatório da pesquisa denominou "companheirismo intensivo e vivacidade sexual".

Os pesquisadores apelidaram estes casais de "cisnes", por eles terem "mapas do amor" no cérebro, similares aos animais que mantém um parceiro por toda a vida, como os cisnes e as raposas cinzentas.

As reações dos "casais-cisnes" a fotos de seus parceiros foram identificadas em exames de ressonância magnética como um pico de produção de dopamina, observado mais comumente em casais que vivem os primeiros dias de amor.

"As descobertas vão contra a visão tradicional do romance ¿ que ele diminui sensivelmente após a primeira década ¿ mas estamos certos de que são reais", explica o pesquisador Arthur Aron, psicólogo da Stony Brook University.

Pesquisas anteriores já haviam derrubado o mito dos "pontos de fratura" nos relacionamentos após os 12-15 meses, após os 3 anos e a infame crise dos 7 anos.

Segundo Aron, ao entrevistar os primeiros casais que alegavam sentirem-se apaixonados após 20 anos, em média, ele achou que aquelas pessoas estavam enganando a elas mesmas. "Mas também foi o que os exames das ondas cerebrais nos disseram, e isso as pessoas não conseguem simular". Um casal de "cisnes" estudado por Aron, Billy e Michelle Jordon, após 18 anos juntos, ainda serve de inspiração para os amigos. O casal, que vive em Newpot Beach, Califórnia, andam o tempo todo de mãos dadas. "Vem muito naturalmente", explica Michelle, 59 anos.

Lisa Baber, 40 anos, e seu marido, David, 46 anos, de Bristol, dizem que ainda sentem o mesmo frisson de quando ficaram juntos pela primeira vez, há 17 anos.

"Ele era louco e muito excitante, tirava meus pés do chão", diz Lisa. "Esta excitação está bem viva. Nós nos certificamos de que nossas vidas estejam sempre mudando".

Outros casais que mantiveram a paixão são Tony e Cherie Blair, e Michael e Shakira Caine. Michael Howard, antigo líder do Partido Conservador da Inglaterra, e sua mulher Sandra estão juntos há mais de 30 anos.

Segundo Aron, ele e sua mulher, ambos de 64 anos, têm uma relação muito forte, mas ficou com um pouco de inveja dos "casais-cisnes". "Os seus relacionamentos são intensos e sexualmente ativos, também, sem as dificuldades dos amores recentes", disse ele.

As informações são do Times Online.

Fonte: Terra

Paixão pode durar mais de 20 anos, diz estudo


Um estudo realizado nos Estados Unidos indica que alguns casais conseguem se manter apaixonados mesmo depois décadas de união.

(IMAGEM CONTROLADA POR FOTOSEARCH)

Com a ajuda de exames de tomografia, cientistas da Universidade de Stony Brooks, em Nova York, analisaram a atividade cerebral de casais que estão juntos há mais de 20 anos.

Eles descobriram que 10% deles, ao verem fotos de seus parceiros, mostraram as mesmas reações químicas que casais em início de romance.

Pesquisas anteriores sugeriam que a paixão e o desejo sexual de um casal começam a diminuir por volta dos 15 meses de relacionamento e chegam a desaparecer depois de dez anos.

'Cisnes'

"Nossos resultados vão contra essa visão tradicional, mas temos certeza de que o que conseguimos observar é real", disse o psicólogo Arthur Aron, um dos autores do estudo.

Segundo os pesquisadores, quando os casais de longa data viam fotos de seus parceiros, seus cérebros indicavam um fluxo maior de dopamina, neurotransmissor responsável pela sensação de prazer.

Para os cientistas, a descoberta indica que alguns elementos da paixão amadurecem, permitindo que casais de longa data desfrutem do que chamam de "companheirismo intenso e vivacidade sexual".

Os pesquisadores disseram que esses casais têm o mesmo "mapa amoroso" cerebral que animais que mantêm os mesmos parceiros por toda a vida, como os cisnes, os arganazes e as raposas cinzentas.

Pesquisa diz que 46% das mulheres nos EUA preferem ficar sem sexo a estar off-line

Uma pesquisa patrocinada pela Intel indica que 46% das mulheres norte-americanas preferem ficar duas semanas sem fazer sexo a passar o mesmo período sem usar a internet. Entre os homens, o índice é um pouco menor: 30%.

A preferência das mulheres à internet em relação ao sexo é maior entre certas faixas etárias. 49% das mulheres entre 18 anos e 34 anos fizeram essa opção --a taxa chega a 52% entre as mulheres de 35 anos a 44 anos.

O estudo foi realizado com 2.119 pessoas pela empresa de pesquisa Harris Interactive. A pesquisa aponta também que o uso da rede está à frente de itens como TV a cabo, jantar fora, comprar roupas ou pagar a academia, quando as mulheres foram questionados sobre os gastos dos quais elas não abrem mão.

"Os dados indicam que 65% dos adultos sentem que não podem viver sem acesso à internet", diz a Intel, segundo o blog Bits, do jornal "The New York Times".

Anúncio em jornal encerra jejum sexual de 30 anos


“Quero fazer muito sexo”
Com esse anúncio, publicado num jornal, uma sexagenária atraiu 63 interessados – e realizou o desejo com quatro deles

A professora aposentada Jane Juska tinha 66 anos e um jejum sexual que durava três décadas quando decidiu publicar um anúncio incomum num jornal de literatura de Nova York: “Antes de completar 67 anos – no próximo mês de março –, eu gostaria de fazer muito sexo com um homem de quem eu goste”. Jane, então divorciada e já com um filho adulto, imaginou que no máximo dois ou três homens dariam retorno. Mas sua caixa postal recebeu 63 respostas. Ela escolheu alguns dos candidatos e marcou encontros para conhecê-los pessoalmente. Fez sexo com quatro deles (um de cada vez). O ato de coragem só não foi maior que, anos depois, contar suas aventuras no livro Uma Mulher de Vida Airada – Memórias de Amor e Sexo depois dos 60 (Editora Rocco), que chega ao Brasil nesta semana.

Jane afirma que antes de publicar o anúncio se perguntava se nunca mais teria um homem – e essa dúvida fez soar um alarme. “A maioria das pessoas de idade, em especial as mulheres, têm medo de correr riscos”, diz. “Preferi agir a esperar que alguma coisa acontecesse”. Antes de publicar o anúncio, ela havia tentado outras formas de despertar o interesse em potenciais parceiros. Freqüentou bares e festas, em vão. Quando percebeu que a idade não era sua aliada numa paquera, desistiu. Ela diz ter acreditado que era melhor o celibato que a humilhação. A ousadia de publicar o anúncio mudou sua vida.

Quando as respostas dos pretendentes começaram a chegar, Jane teve o luxo de poder escolher. Ela separou as cartas, como conta no livro, em montinhos de sim, não e talvez. Escolheu os mais originais e equilibrados – já que sua caixa postal recebeu até mensagens pornográficas e fotografias de nu frontal. Em pouco tempo, ela deixou de lado a educação vitoriana do Meio-Oeste americano, a dor dos fracassos amorosos, os problemas de excesso de peso e da queda pela bebida para seguir até o aeroporto onde esperaria o primeiro candidato. “Foi o momento em que tive mais medo. Quase desmaiei quando vi que ele carregava uma caixa com objetos que faziam barulho. Pensei: ‘São brinquedos sadomasoquistas!’. Depois, descobri que eram garrafas de vinho”, diz.

Depois de Jonah, de 82 anos – o primeiro –, não parou mais com os encontros. Jane não mede palavras para relatá-los. Um dos candidatos, mal se apresentaram, pegou em seu traseiro. Outro pediu que ela apoiasse seus seios na mesa do restaurante – e os apalpou. Houve até quem tenha roubado sua calcinha. Ela também fala de masturbação e gosta de expor seu desejo pelo sexo masculino, fazendo referências ao corpo dos homens, em especial o traseiro. A maioria deles beirava ou passava dos 60 anos. Mas houve Graham, de 32, segundo ela um sósia do galã David Duchovny, de Arquivo X, que depois se tornou um grande amigo. “Eu me diverti muito”, afirma. No meio de tanta diversão, apaixonou-se. Robert, porém, tinha outro relacionamento – além de dores insuportáveis na coluna, o que tornava o sexo mais difícil.

Uma Mulher de Vida Airada não fala só dos encontros sexuais de Jane, mas de sua vida e escolhas. Do relacionamento com os pais à paixão pela literatura, do divórcio às aulas de redação para presidiários, Jane dá o pano de fundo para a maior aventura de sua vida, mostrando que a terceira idade não precisa ser um tempo apenas de renúncias e lembranças. Hoje, aos 75 anos e colhendo os frutos de seu livro, lançado no mundo inteiro, ela diz que continua em atividade. “Já não preciso mais de anúncios”, afirma.

Mais um Pastor evangélico receita mais sexo para melhorar o casamento

Uma semana depois que o pastor Ed Young ( na foto com sua esposa) desafiou maridos e esposas de sua paróquia de 20 mil pessoas a estreitarem os laços de sua união através de Sete Dias de Sexo, seu conselho foi: continuem.

O escritor, apresentar de televisão e líder espiritual da evangélica Igreja Fellowship proclamou seu pedido de uma semana de "copulação matrimonial da congregação" entre os casados no dia 16 de novembro, enquanto se movia diante de uma grande cama. Às vezes, ele reclinava sobre os lençóis enquanto folheava a Bíblia, enfatizando sua opinião de que o momento pede que a igreja coloque Deus de volta na cama.

"Hoje daremos início ao 'sexperimento', sete dias de sexo", ele disse, com sua característica mistura de humor, entretenimento e Escrituras.
"Como sair das reclamações sobre a economia para exclamações de alegria!"

No domingo, os fiéis da paróquia de Grapevine assistiram vídeos gravados por Young e sua mulher, Lisa, em telões colocados sobre o palco iluminado por velas. "Eu sei que houve muito amor ao longo desta semana, entre o cansaço", um dos músicos disse, tocando sua guitarra diante de cerca de 3 mil pessoas.

Lisa Young, vestindo botas pretas até os joelhos e calça jeans, disse que depois de uma semana de sexo todos os dias, ou quase, "alguns de nós estão sorrindo". Para outros lidando com infidelidade, vício em pornografia e outras amarguras, "houve alguma dor, mas esperamos que também tenha existido o perdão".

O pastor Young aconselhou os casais "a manter o que fizeram nessa semana. Nós devemos tentar duplicar a quantidade de intimidade que temos no casamento. E por intimidade não quero dizer caminhar de mãos dadas no parque ou fazer uma massagem".

Young, conhecido entre seus paroquianos como Ed, e sua mulher, ambos de 47 anos, são casados há 26 e têm quatro filhos, dois dos quais são gêmeos. Eles têm experiência de sobra com algumas das barreiras existentes à intimidade sexual na vida de casado, como a vida profissional, o cansaço, os compromissos externos e os filhos, algo que o pastor disse à igreja que não passam de desculpas para "manter a intimidade à distância com sucesso".

Mas se você se esforçar para ter tempo para o sexo, isso lhe trará mais perto de seu companheiro e de Deus, ele afirmou. Você trabalhará melhor, deixará um legado de amor para seus filhos e pode até evitar um caso extraconjugal.

"Caso você tenha dito 'sim' no altar, então faça isso", ele disse.
Quanto aos solteiros, "eu não sei, tentem comer chocolates".

O casamento faminto por sexo foi tópico de seus últimos livros, "365 Nights" (365 Noites, em tradução livre) e "Just Do It" (Simplesmente Faça, em tradução livre). Mas o pedido feito por Young no púlpito deu mais peso ao debate.

Segundo ele, isso não deveria ter acontecido. Isso não é um truque ou um golpe publicitário, afirmou Young. Apenas acompanhe a sensualidade da Canção de Salomão, ou Genesis: "Dois se tornarão uma carne", ou Corinthians: "Não neguem um ao outro as relações sexuais".

"Por algum motivo a igreja não fala sobre isso, mas precisamos", ele disse. Não há vergonha no sexo marital, ele acrescentou, "Deus o criou, a ideia foi dele".

"Demais"

Aqueles que frequentam a Igreja Fellowship aqui ou em alguma de suas filiais na região de Dallas e Miami, estão acostumados com o estilo provocador de Young. (A única "palavra difícil" que cabe no quarto do casal, segundo ele, é "perdão").

Mas o desafio do sexo foi um pouco demais para alguns membros da igreja, que se sentaram com os braços cruzados em um desconfortável silêncio, ele se lembra, enquanto grande parte da plateia aplaudia.

Nem sempre é fácil dedicar tempo a seu companheiro, admite Young. No terceiro dia do desafio ele mesmo estava tão cansado depois de acordar com o raiar do dia para falar sobre a importância de se ter mais sexo no casamento que foi para a cama por volta das 20h.

Sua mulher tentou acordá-lo, dizendo: "Vamos lá, este é o desafio do sexo!". Mas Young murmurou: "Amanhã nós fazemos o dobro", e voltou a dormir.

Fonte: Último Segundo

TV contribuiu para atividade sexual precoce, diz estudo

Excesso de TV, baixa auto-estima, notas baixas e relações familiares frágeis podem ser a fórmula que leva à atividade sexual precoce, segundo um novo estudo.

"Se você somar todos os fatores, provavelmente terá um indicador muito mais poderoso sobre quem faz sexo e quem não faz", disse Janet Hyde, da Universidade de Wisconsin, coordenadora do estudo.

"Uma coisa por si só provavelmente não provoca isso, mas quando há dois ou três fatores de risco, as coisas começam a ir ladeira abaixo", disse ela.

Hyde e seu grupo estudaram 273 adolescentes de 13 a 15 anos. Cerca de 15 por cento haviam tido atividades sexuais, e são muito mais propensos a não se protegerem contra a gravidez e doenças, segundo Hyde, cujo artigo foi publicado na revista Journal of Youth and Adolescence.

Quanto à TV, os pesquisadores disseram que sua programação retrata adolescentes e adultos muito mais sexualizados do que na realidade, e raramente retrata as consequências negativas do sexo. "Os teóricos da comunicação dizem que, quando assistimos muito material assim, passamos a acreditar que essa é a realidade. Nesse caso, a garotada que assiste muita TV acredita que todos os garotos e garotas estão fazendo sexo, então tem de fazer isso também, ou serão os esquisitos", afirmou Hyde.

Mas esse não é o único fator. Meninas menores de 15 anos sexualmente ativas em geral têm baixa auto-estima, relações ruins com seus pais, vivem com uma mãe solteira ou madrasta/padrasto, demonstram sinais de déficit de atenção ou hiperatividade, têm notas ruins e assistem televisão em excesso.

Os meninos com atividade sexual em geral têm puberdade precoce, auto-estima reduzida, sintomas de déficit de atenção e hiperatividade, relações ruins com os pais e assistem TV em excesso.

Os pesquisadores disseram que pais, educadores e psicólogos têm um papel a desempenhar no combate a esses fatores de risco, e defenderam também programas mais eficazes de educação sexual.

"Se tivermos uma educação sexual abrangente para que a garotada possa realmente tomar escolhas bem-informadas e se proteger, será uma estratégia muito melhor", disse Hyde.

França revoga anulação de casamento por falta de virgindade

DA BBC

Um tribunal de apelações da França revogou uma decisão que anulava o casamento de um casal muçulmano depois que o marido descobriu que a noiva não era virgem.

A Justiça da cidade de Lille, no norte do país, que originalmente concedeu a anulação do casamento, havia concluído que o homem foi enganado a respeito de uma "qualidade essencial" de sua noiva.

Os dois estão efetivamente casados novamente agora, apesar de terem aceitado o veredicto do julgamento original.

O caso, envolvendo um francês convertido ao islamismo e uma estudante universitária originária do norte da África, causou grande polêmica na França --o que obrigou a Justiça a rever a decisão.

Feministas afirmaram que a decisão de anular o casamento era uma fatwa, um decreto religioso, contra a liberdade das mulheres.

Mas os advogados do noivo afirmavam que o caso não tinha nada a ver com religião. Segundo eles, a esposa desrespeitou o contrato de casamento e enganou o marido.

Segundo o código civil francês, um casamento pode ser anulado se um cônjuge mentir a respeito de uma "qualidade essencial" do relacionamento.

Abuso de confiança

O engenheiro de cerca de 30 anos se casou com a enfermeira em treinamento em 2006. Ela teria dado garantias de que nunca teve um namorado.

A mulher admitiu depois que mentiu sobre sua virgindade e aceitou a decisão do tribunal.

O advogado da mulher afirmou que ela não contestaria o veredicto e simplesmente queria seguir com a própria vida.

Na época, a ministra da Justiça francesa, Rachida Dati, disse que a anulação era legalmente válida, porque se tratava de um caso de abuso de confiança entre o casal e não um caso relativo à virgindade em si.

Por fim, no entanto, a ministra ordenou a revisão do veredicto, que foi apontado por setores da sociedade como "uma verdadeira fatwa contra a emancipação das mulheres".

Feministas afirmaram que a decisão não era justa porque uma mulher não conseguiria cancelar o casamento se avaliasse que o marido não era virgem.

Críticos também perguntaram se o juiz teria tomado a mesma decisão se o casamento não fosse entre dois muçulmanos.

Segundo a correspondente da BBC em Paris, Emma Jane Kirby, parlamentares alegaram que a decisão de anulação era incompatível com os princípios de secularismo vigentes na França.

Pedro Cardoso diz que atores são obrigados a fazer pornografia

Pedro Cardoso fez um discurso exaltado e polêmico no lançamento do longa-metragem "Todo Mundo Tem Problemas Sexuais", de Domingos de Oliveira, na noite desta quarta-feira no Festival do Rio.

O ator, que também produz o filme, acusou alguns diretores brasileiros de promoverem a pornografia na televisão e no cinema, obrigando a classe artística a participar de tais cenas.

"A pornografia tornou-se agora um modo de atrair o público. Temos visto cenas de nudez ou quase nudez em basicamente toda a programação dos programas de televisão", disparou.

"A constância com que isso aparece tem colocado em exposição a nudez dos atores. É raro um trabalho, seja flme, novela ou programa de humor que não inclua cenas deste tipo."

"A minha tese é de que a nudez impede a comédia e mesmo o próprio ato de representar. Quando estou nu, sou sempre eu a estar nu, nunca o personagem. Ao despir-se do figurino, o ator despe-se também do personagem", afirmou, ressaltando que Todo Mundo tem Problemas Sexuais, apesar do tema, não traz nenhum momento de nudez.

"Eu fiz algumas cenas de nudez muito parcial e me senti sempre muito mal. Esse absurdo causa grande desconforto ao ator e a atriz porque nos obriga a mentir", citou, recebendo aplausos. "A nudez produz uma sensação erótica. Neste filme, os atores estão vestidos para que os personagens possam estar desnudos."

"A pornografia está tão dissimulada em nossa cultura que não a reconhecemos como tal. Hoje qualquer diretor, medíocre ou não, se acha no direito de determinar que uma atriz possa ficar pelada numa cena ou parcialmente despida", disse, ressaltando, indiretamente, que os diretores da TV Globo também apelam para a "pornografia" televisiva.

"É frequente que cineastas de primeiro filme exibam para seus amigos em sessão privê as cenas privadas que conseguiu de uma determinada atriz", acusa. "Quando os atores se recusam a fazer nudez, os diretores ficam bravos e fazem malcriações, como crianças mimadas, porque se consideram no direito a ela".

O protesto de Cardoso abriu espaço para a discussão, especialmente entre os atores. Em tom revoltado, ele pediu que os artistas não se submetam a cenas de nudez.

"Até quando nós atores ficaremos atendendo ao voyeurismo e a disfunção sexual de diretores, roteiristas e produtores?", questiona. "Eu penso num dia que não teremos medo do You Tube ou das sessões nostalgia do Canal Brasil. O dia que não teremos medo que nossos filhos tenham que responder perguntas constrangedoras dos colegas na escola."

"Um diretor não deveria pedir que faça algo que ele não pediria a uma filha sua. Se essa gente quer nudez, que fiquem nus eles mesmos."

"Atores e atrizes podem dizer não às cenas que se sintam desconfortáveis. Não temos uma obrigação de tirar a roupa, que esta não é uma exigência do ofício de ator e sim da indústria pornográfica. E a conclusão de sempre: o programa popular tem que ter calcinha e sutiã, como se a gente brasileira fosse assim medíocre", ressalta.

O discurso levou Cardoso a tocar no assunto da vida pessoal. Namorado da atriz Graziella Moretto, no ar na TV Globo com a novela Três Irmãs, insinuou que ela sempre é contrariada nos bastidores da produção televisiva.

"No ar, na novela das 19h, ou mesmo das 18h, criam-se cenas de estupro, de banho, exibicionismo e adultério. Tudo apenas para proporcionar as cenas de nudez e influenciar o tesão alheio."

"E para que não digam que estou transtornado com esse assunto só porque agora estou namorando com uma atriz: de fato, dói mais a dor que dói em nós mesmos."

"Agora ver a mulher que eu amo tendo que diariamente se defender no trabalho contra a pornografia tornou esse assunto a primeira ordem do meu dia. Se antes era apenas responsabilidade profissional me opor à pornografia, agora é também por amor", finaliza.

Tomada pelos aplausos, Claudia Abreu, que também está no elenco do filme, deu seu depoimento. "Já passei por uma situação como essas recentemente e ele está completamente certo. É exatamente isso que acontece", disse. Vale ressaltar que a atriz aparece completamente nua no filme "Os Desafinados", de Walter Lima Jr., em cartaz em alguns cinemas do País.

Aos 105 anos, virgem mais velha do mundo diz que sexo envelhece


Secretária aposentada diz que nunca teve 'tempo' de pensar em sexo. Além de virgem, ela diz nunca ter tido um aparelho de televisão.

Aos 105 anos, a secretária aposentada Clara Meadmore se orgulha de ainda ter cabelo e de não precisar de dentadura.
Nascida em Glasgow, na Escócia, no início do século XX, ela acredita que o segredo da vida longa é nunca ter feito sexo. "Sexo envelhece", acredita.

"Tive várias amizades platônicas, mas nunca senti a vontade de ir mais longe, ou mesmo de casar", afirma Clara, que já viveu no Canadá e na Nova Zelândia, e há 40 anos mora na Cornualha, região sudoeste da Inglaterra.

Para ela, o sexo sempre foi algo "complicado", que atrapalharia sua vida. "Eu sempre estava ocupada fazendo outras coisas, e nunca tive tempo de pensar em sexo", explica."Quando eu era criança, só era possível fazer sexo com seu marido. E eu nunca me casei. Cresci em uma era na qual as crianças - principalmente do sexo feminino - não eram vistas e nem ouvidas pela sociedade, por isso tive que aprender por mim mesma a me defender e me sustentar", diz a ex-secretária, em entrevista ao diário britânico 'Telegraph'.

Além de nunca ter tido relações sexuais, Clara conta que nunca teve uma televisão, mas sempre foi "apaixonada" por ouvir rádio.
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