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26ª Marcha para Jesus acontece em São Paulo neste feriado

Com o tema "O Rei da Glória", a 26ª edição da Marcha para Jesus, evento gospel liderado pela Igreja Renascer em Cristo, reunia milhares de pessoas nesta quinta-feira (31). Com a participação de dez trios elétricos e atrações musicais, o evento bloqueou vias do Centro e da Zona Norte de São Paulo.



A marcha saiu da Estação Luz do Metrô às 10h, seguiu por um percurso de 3,5 km pelas avenidas Tiradentes e Santos Dumont em direção à Praça Heróis da Força Expedicionária Brasileira, próximo ao Campo de Marte, na Zona Norte. O palco montado na Praça Heróis da FEB recebeu cantores e cantoras do segmento gospel começou a exibir sua programação às 11h. 

 “Tá faltando muita fé, com essas crises todas que estão acontecendo. Então vamos marchar para Jesus”, declarou a doméstica Juliana Aparecida. Presidida pelo apóstolo Estevam Hernandes, a Marcha Para Jesus é um evento que reúne igrejas cristãs do país e do mundo. “A gente está em um objetivo só. A gente tá aqui pra adorar", disse uma outra participante da Marcha para Jesus.

No local de chegada foi montada uma megaestrutura onde acontecem apresentações de diversas bandas, cantores e cantoras do segmento gospel, como Marcelo Aguiar, Renascer Praise, Aline Barros, Bruna Karla, Damares, Cassiane, Katsbarnea, Priscila Alcântara, Livres, Ao Cubo, Preto no Branco, Banda Dopa, Eli Soares, Ton Carfi, Leonardo Gonçalves, Pedras Vivas, Juliana Santiago, Brás Adoração, Soraya Moraes, Verônica Sacer, Paula Falcão e Maurício Paes, entre outros.

Gospel Channel

Expo Cristã de 2017 reúne empresas do mercado gospel em São Paulo

A Expo Cristã , maior feira do segmento gospel da América Latina, iniciou sua 13ª edição nesta quinta-feira (17), no Pavilhão Amarelo do Expo Center Norte. O evento vai até o sábado (19) e recebe expositores de diversos setores do mercado. Essa é primeira edição do evento sob nova direção. A Rede do Bem Group, da empresária Adriana Barros, adquiriu a marca que após o falecimento de seu fundador, Eduardo Berzin Filho, em abril de 2016. Segundo a organização da Expo Cristã , a feira deve receber cerca de 80 mil pessoas.



A programação do evento começou com o "Café da Manhã de Pastores", que reuniu lideranças evangélicas como Bispo Samuel Ferreira, Apostolo Renê Terra Nova, Pr Hernandes Dias Lopes, Pastor Silas Malafaia, Apostolo Valdemiro, Apostolo Cesar Augusto, Pastor Silmar Coelho e pastor Claudio Duarte, entre outros. Na sequência, as gravadoras Sony Music, Som Livre e Universal promoveram audições com artistas gospel independentes. 

Nomes famosos como Gabriela Rocha, Daniela Araújo, Kemuel, Ton Carfi, Ana Nobrega, Preto No Branco, Priscila Alcântara, Eli Soares e Ao Cubo marcaram presença. Além disso, o Expo Cristã conta com uma série de workshops, palestras, sessões de autógrafos e debates espalhados durante os três dias da feira. 

O encerramento do evento será com o Congresso Mulheres de Influência, que contará com uma série de palestras de importantes nomes femininos do mercado. A Expo Cristã terá ainda dezenas de expositores dos mais diversas áreas. Segundo a organização, gravadoras, editoras, lojas de instrumentos musicais, empresas de tecnologia, entretenimento, saúde, viagens e turismo, serviços, sonorização, moda, acessórios, alimentação e produtos infantis participam do evento.

A abertura da feira contou com as presenças do governador de São Paulo Geraldo Alckmin (PSDB) e do prefeito da capital paulista João Doria (PSDB). O presidente, Michel Temer (PMDB), ficou de comparecer e participar do evento, mas acabou voltando a Brasília por conta do mau tempo.

 “As igrejas evangélicas têm um trabalho importante na área social. Elas dão a mão aos que mais precisam, os desvalidos, falando ao coração das pessoas, ajudando dependentes químicos, ajudando aquele que está em dificuldade”, disse Alckmin em seu discurso.

“A feira também gera muito emprego, porque a indústria toda é mobilizada. As editoras, as livrarias, as gravadoras, a indústria de equipamentos de software… Você tem uma cadeia envolvida, das mais dinâmicas também do ponto de vista econômico, gerando postos de trabalho que é tudo que o Brasil precisa”, completou o governador. João Doria, por sua vez, ressaltou a presença das igrejas na vida das pessoas mais vulneráveis. "Pessoas que têm fé no coração são pessoas de bem, e o bem sempre prevalece contra o mal", afirmou o prefeito.

Gospel Channel

Marcha para Satanás fracassa e termina com duas pessoas detidas

Com ideias progressistas, mas com um título um tanto quando atormentador, o evento visava combater a crescente influência da teologia na política. Seria essa a pauta se o evento tivesse, de fato, ocorrido. Todavia, até as 18h30 reuniram-se apenas seis curiosos e oito policiais militares e representantes da Secretaria de Ordem Pública da Prefeitura de Cuiabá. Duas jovens foram encaminhadas para a delegacia, já que uma delas teria permitido o uso de bebida alcóolica por uma adolescente.

O evento, criado e alimentado por um perfil fake (conta falsa) do Facebook intitulado Dagoberto Damasceno (um suposto professor e mestre em Semiótica pela Universidade de São Paulo - USP), parecia ser voltado para Cuiabá, mas na verdade estava marcado para ocorrer em outras 14 cidades do país, simultaneamente. Sem liderança, não houve prévio aviso ao poder público e por consequência, o evento estava impedido de acontecer nos moldes em que supostamente se previa (com carros de som e bandas). Os seis jovens presentes foram revistados pela PM. 

Poder Público:


De acordo com o secretário municipal adjunto de Fiscalização da Secretaria Municipal de Ordem Pública, Noelson Carlos Silva Dias,  não houve planejamento adequado. “A Prefeitura Municipal, em nome da Secretaria Municipal de Ordem Pública está aqui, em parceria com a Polícia Militar. Viemos fazer uma fiscalização sobre a autorização que os organizadores do evento não possuem. Eles precisam ter uma autorização da prefeitura para se reunirem e andar pelas ruas e do Estado para utilizar o local público. Não existe nenhum tipo de autorização. Estamos aqui para orientá-los para que eles retornem para seus lares, pois houve uma tentativa de evento sem organização. Em outra oportunidade, devidamente organizados e autorizados, eles poderão se reunir e se manifestarem”. Por fim, ele explica qual o procedimento correto para se planejar uma marcha. “É necessário ir à Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano e retirar uma licença especial. E na Secretaria de Mobilidade Urbana, uma licença para utilizar as vias públicas. E da Secretaria de Estado de Administração uma licença para utilizar a praça para reunião e entrada de carro de som. Por fim, solicitar a companhia da PM”, conclui.

O Secretário Adjunto Municipal de Ordem Pública, Zilmar Dias da Silva, confirma o procedimento e explica a detenção das jovens.  “Nós vimos até aqui com o propósito de impedir a suposta Marcha para Satanás, pois checamos todas as autoridades municipais e estaduais e ninguém foi informado, não há documentos sobre essa caminhada. Para utilização do espaço público teria que haver essa autorização”. Já as jovens “estão sendo conduzidas para a delegacia porque uma menor estava tomando bebida alcóolica, e a maior que é sua acompanhante, que seria a responsável por ela estava sendo irresponsável por ela e por isso foi levada junto”. 

Manifestantes:


Quem foi, explica que o intuito não era causar constrangimento, tampouco tumulto com a polícia. Um jovem que não quis se identificar, avalia. “O intuito do movimento é chamar as pessoas que são ateias e não creem em nada, uma forma delas virem e olharem de outra forma. Dizem ‘ah, porque Satã’, espera, você sabe que significa Satanás? Cada um tem uma religião. De fato, eu mesmo, particularmente, sou quimbandeiro, eu carrego um patuá, minha família vem da umbanda. Isso é preconceito religioso. Eu vim para ver o movimento, ver se seria bacana, como iria funcionar e acompanhar. Quando chego na praça, antes do movimento se tornar, as pessoas (PM) já o interromperam. Ora, tem que deixar rolar, as pessoas tem o direito, a rua é pública, manifestação é um direito. Tem manifestações aí Brasil afora que são bem piores, o pessoal estoura banco e faz um 'arregaço' nas ruas... Acho que a PM está fazendo o serviço deles. Mas, por quê? Só porque é uma marcha para Satã que vem tudo isso? E se for uma marcha para Jeová agora, vai ter esse problema com a polícia?”, conclui.

Já Antônio Ribeiro, especialista em NR35 (trabalhos em altura), levou a proposta a sério e manifestou seu parecer. “Eu vim pelo respeito que tenho a Satanás. Claro que Deus manda, mas Satanás foi expulso do céu para o inferno. Consta nas escrituras que ‘o mundo jaz no maligno’. Ou seja, se nós vivemos no mal, em um planeta que já é do mal, eu venho pelo respeito. Concordo com o trabalho da PM, estão de parabéns e não concordo com o pessoal que não veio ao evento por medo!”, ironiza.

Com o evento mal nascido e esvaziado, com o pôr do sol, o silêncio se fez.  Quatro manifestantes de um lado e quatro policiais de outro. Os mosquitos que ‘comeram’ as pernas de quem ficou parecem ter sido os responsáveis pelo fim do embate entre o bem e mal travada na noite deste domingo em Cuiabá.

Evento em São Paulo: 


Já na capital paulista, o evento aconteceu, e às 16h reuniu 150 pessoas. O ato percorreu a Avenida Paulista, com acompanhamento da PM e sem transtornos, para o temor dos cristãos que se reuniram para ler a Bíblia enquanto o evento passava. Seguindo os mesmos moldes, os manifestantes reivindicavam o fim da teocracia na política e da isenção de impostos à igrejas.


Mais de 5 000 pessoas confirmaram presença no evento criado na rede social e outras 4 500 se mostraram interessadas em participar do protesto.

No início da tarde, um grupo católico se reuniu neste em frente à Catedral da Sé, no centro, para rezar o terço em desagravo pela Marcha para Satanás.




Gospel Channel 
Olhar direto
VEJA SP
Oslaim Brito

Casa de recuperação de São Paulo lança documentário para arrecadar fundos

Fundada em 2011, projeto já ajudou aproximadamente 100 homens e passa por dificuldades financeiras 

A Comunidade Terapêutica Semeando Vidas, fundada pelo pastor paulistano Mauricio Ribeiro há quatro anos, inovou na tentativa de arrecadar fundos para manter o projeto que já ajudou quase 100 homens – a grande parte recebendo tratamento gratuito – a se libertarem do vício das drogas, ao lançar um documentário.



No vídeo de 13 minutos – em um mês no ar no Youtube já alcançou quase mil visualizações –, há depoimentos do pastor Mauricio Ribeiro e de sua esposa, Michelle Ribeiro, além dos ex-internos e hoje libertos das drogas, Daniel Vicente e Fabiano Araújo. O Semeando Vidas está com dificuldade para organizar as documentações do terreno onde o projeto é tocado, em Marsilac, bairro do extremo-sul da cidade de São Paulo, distante cerca de 40 km da Praça da Sé, e sobrevive de doações. 

 O documentário foi produzido por parceiros do projeto. 

Sinopse: 

Mauricio Ribeiro tornou-se dependente das drogas ainda na adolescência. Aos 16 anos ele conheceu a Deus, mas aos 17 voltou ao mundo do vício e entrou de vez para a criminalidade. Anos mais tarde, Mauricio começou a escrever uma nova história de vida. Há quatro anos, o agora pastor Mauricio fundou a Comunidade Terapêutica Semeando Vidas. 

Administrada por ele e sua esposa, pastora Michelle Ribeiro, este projeto “nascido no coração de Deus” tem ajudado homens, como Daniel e Fabiano, a se libertarem do mundo das drogas. Neste documentário são contadas as histórias de vida, a história do projeto e os desafios pelos quais o Semeando Vidas passa, correndo, inclusive, o risco de ser fechado por dificuldades financeiras.


Gospel Channel Publicações
Diego Costa

Marcha para Jesus tem orações contra corrupção em SP

Milhares de pessoas participam, nesta quinta-feira, da 23ª edição da Marcha para Jesus, em São Paulo. A caminhada evangélica reuniu cerca de 350.000 pessoas na Zona Norte da cidade, segundo a Polícia Militar. 



Houve orações pelo fim da corrupção, assim como shows de música e dança na Praça Heróis da FEB (Força Expedicionária Brasileira). A multidão percorreu um trajeto de 4 quilômetros e bloqueou as avenidas Tiradentes, Santos Dumont e a Praça Campo de Bagatelle, na região do Aeroporto Campo de Marte e do Sambódromo do Anhembi. 

A marcha começou às 10 horas, quando os fiéis saíram da Estação Luz do Metrô, e deve terminar apenas às 21h30. Os líderes religiosos disseram que era preciso orar pelas autoridades do país e citaram os nomes da presidente da República, Dilma Rousseff (PT), e do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB). De acordo com o jornal Folha de S.Paulo, os fiéis exibiram cartazes contra a corrupção e contra a legalização do aborto. Estiveram no evento o senador Magno Malta (PR-ES) e o deputado federal Marcelo Aguiar (DEM-SP), ambos evangélicos. 

Algumas faixas do movimento pró-intervenção militar SOS Forças Armadas foram vistas durante a passeata. "Fomos convidados pelos organizadores do evento", disse o líder do grupo, o empresário Renato Tamaio. 

A passeata é organizada pela Igreja Apostólica Renascer em Cristo, liderada pelo apóstolo Estevam Hernandes e sua mulher, a bispa Sônia. A igreja não confirmou o convite.

Gospel Channel Brasil - Foto AFP

Milhares participam da Marcha para Jesus 2015 em São Paulo

Milhares de participantes da Marcha para Jesus 2015 começaram a caminhar por volta das 10h30 desta quinta-feira (4) por ruas do Centro e da região Norte da capital paulista. A edição do ano passado reuniu cerca de 200 mil pessoas na Zona Norte de São Paulo.
Os trens do Metrô ficaram completamente lotados de fiéis na manhã desta quinta. A Estação da Luz, na Linha-Azul, foi tomada por passageiros que cantavam refrões de músicas religiosas ao desembarcarem para a marcha que começou na Praça da Luz, próximo à Avenida Tiradentes.
O evento é liderado pela Igreja Renascer em Cristo sob o tema "Exaltando o Rei dos Reis". A principal bandeira deste ano é a defesa da união das diferentes denominações evangélicas em torno de Jesus Cristo. A marcha é comandada pelo apóstolo Estevam Hernandes, da Igreja Renascer. O senador evangélico Magno Malta (PR-ES) acompanha o ato do carro principal. 
A marcha tem carros de som, shows musicais e pregações religiosas. No percurso, os participantes passam pelas avenidas Tiradentes, Santos Dumont e pela Praça Campos de Bagatelle. Por volta das 14h, após a caminhada, haverá shows na Praça Heróis da Força Expedicionária Brasileiras e na Avenida Santos Dumont. O término do evento está previsto para as 21h30.


Um grupo da Igreja Renascer, com sede na Mooca, Zona Leste da capital paulista, costuma colocar pedidos e agradecimentos nos tênis durante a Marcha pra Jesus. Cerca de 50 jovens vieram de Metrô e pretendem acompanhar os shows. O comprador Roberto Stocovick,38, é um dos líderes.
"Viemos para honrar o nome de Jesus, aquele que nos abençoa e nos dá a graca. Em um dos tênis colocamos os pedidos e no outro, os agradecimentos", explicou. A mulher dele, Raquel Stocovick, 30, também trouxe as mensagens nos tênis."Essa é a 12ª vez que participo. Fazemos pedidos para ter experiências com Deus. Esse ano não ia ser diferente", afirmou. 
Gospel Channel - Fotos:  Letícia Macedo

Homem atropela 15 após culto e foge a pé em SP

O motorista que atropelou um grupo de 15 pessoas no Jardim Brasil, na região da Vila Medeiros, Zona Norte de São Paulo, na noite de domingo (9), segue desaparecido. Testemunhas disseram que ele dirigia em alta velocidade e subiu na calçada. 

Após atingir o grupo que saía de um culto, ele quebrou um dos vidros do veículo e fugiu a pé do local. Entre os atingidos pelo carro, na Avenida Roland Garros, sete são crianças. Duas das vítimas estavam em estado grave no início da manhã desta segunda-feira (10). O pastor Washington Pirola, da igreja Visão de Águia, é uma das vítimas graves. Ele está internado na Santa Casa, no Centro de São Paulo, com traumatismo craniano. 

A mulher e a filha dele também foram atingidas. A outra vítima grave é um menino de 3 anos que recebe atendimento no Hospital das Clínicas. A mãe e as duas irmãs dele, de 6 e 7 anos, também ficaram machucadas. O pai do garoto se desesperou ao ver o filho mais novo ferido. As outras vítimas foram levadas para os hospitais Nipo Brasileiro, Vereador José Storopollia (Vermelhinho) e Mandaqui. A Polícia Civil já identificou o proprietário do veículo, mas ainda não sabe dizer se era ele quem estava ao volante no momento do acidente. 

O motorista seria um estagiário de 31 anos. Os investigadores já sabem que carro não era roubado e que possui pendências com relação à documentação. 

No local do acidente, é possível ver as marcas de frenagem. A polícia investiga se ele participava de um racha. Uma testemunha disse que, além do motorista, outras duas pessoas estavam no veículo. 

A Polícia Civil tenta encontrar imagens de câmeras de segurança de imóveis vizinhos que tenham registrado o atropelamento. 

 Famílias 

Nelson Alexandre Martins veio de São Bernardo do Campo, no ABC, quando soube que o irmão, a cunhada e os três sobrinhos tinham sido atingidos. A mais nova é um bebê de seis meses. 

IRMÃO DO PASTOR

“Meu irmão falou que saiu da igreja e estava colocando as crianças dentro do carro na hora que gritaram. Ele olhou para trás e viu meus sobrinhos na lateral do carro, o carro entrou e jogou as crianças longe”, contou. A bebê passa bem e toda a família está internada no Hospital Vermelhinho. O irmão do pastor, o mecânico Alan Kardec, falou sobre o atropelamento. 

“Terminou o culto e ele veio com esse carro em alta velocidade, perdeu o controle e passou em cima da gente. Deu só para pegar as crianças menores que estavam no chão, o meu irmão estava inconsciente, minha cunhada também. Eles [ocupantes do carro] fugiram”, contou.

Gospel Channel SP

Templo de Salomão em São Paulo transforma o comércio local

Gospel Channel Brasil - Na próxima quinta, 31, será inaugurado oficialmente o templo de Salomão na capital paulista. O templo tem feito com que bares ao redor da construção parem de vender bebidas alcoólicas.

Os restaurantes que ficavam no local triplicaram suas receitas, segundo apurou a VEJA SP. 

 Há 20 anos na Rua João Boemer, o comerciante Hildebrando Silva, o Bahia, é dono de um dos bares mais antigos da região, bastante frequentado por quem gosta de começar a beber ainda na luz da manhã. O forte das vendas de Bahia é a Xiboquinha e outros tipos de aguardente. Mas isso, segundo ele, está prestes a mudar. "Vou fazer uma reforma, derrubar tudo. Vai mudar toda a cara do bar. Essas bebidas vão todas para o lixo. Chega de álcool", explica. Bahia diz que não tem medo de perder a velha e fiel clientela. 



"Vender cachaça nunca me deu nada. Vou começar a ganhar dinheiro agora, você vai ver". Bahia deixa claro que não é evangélico, mas "tem Deus no coração". 



Também na esteira dos abstêmios, o recém-construído restaurante Eskina do Templo foi inaugurado há oito meses e, em pouco tempo, mudou de perfil. "Optamos por abrir mão das bebidas alcóolicas e ser um restaurante segmentado para o público evangélico. Soube que o bispo estava preocupado com a alimentação dos fiéis. Aqui eles podem almoçar tranquilamente", explica Gilmar Souza, gerente do restaurante e evangélico. "Fui até convidado para o evento de quinta-feira", orgulha-se.

Gospel Channel com VEJA SP

Começa a valer em SP norma que regulamenta casamento civil de gays

Norma foi publicada pelo Tribunal de Justiça em dezembro de 2012. Na prática, não há mais o risco de o casamento ser negado pela Justiça. 

 Homossexuais que vivem no estado de São Paulo e querem se casar não precisam mais aguardar decisão judicial para oficializar a união. Nesta sexta-feira (1º) começa a valer, em todos os 832 Cartórios de Registro Civil paulistas, norma que regulamenta o casamento civil entre pessoas do mesmo sexo. Na prática, a partir de agora não há mais o risco de o casamento entre homossexuais ser negado pela Justiça, como ocorria em alguns casos. “Agora é igual. 

É o mesmo procedimento tanto para casais heterossexuais como para homossexuais”, disse Luis Carlos Vendramin Júnior, presidente da Associação dos Registradores de Pessoas Naturais do Estado de São Paulo (Arpen-SP). A pessoa que não conseguir registrar o pedido de casamento em algum cartório pode fazer uma denúncia à Corregedoria-Geral da Justiça. Antes, os processos de casamento gay em São Paulo precisavam ser submetidos ao juiz corregedor do cartório. Caso aprovada, a união era realizada. 

Se não, o casal tinha de recorrer à segunda instância do Tribunal de Justiça (TJ). Agora, a concordância do magistrado não é mais necessária, como ocorre num casamento entre homem e mulher. “As responsabilidades são as mesmas, os valores são os mesmos, os prazos são os mesmos. Essa norma garante a igualdade, como está determinado na Constituição“, disse Vendramin Júnior.

 A norma que regulamenta o casamento civil gay foi publicada pelo Tribunal de Justiça (TJ) em dezembro de 2012, passando a valer nesta sexta. 

À época, o TJ afirmou que o tratamento igualitário dispensado aos casais homossexuais, “além de amparado no posicionamento consagrado pela Suprema Corte e também pelo Conselho Superior da Magistratura, prestigia a dignidade humana de parcela da sociedade, trazendo praticidade e facilidade para o registro". Segundo a Arpen-SP, somente na capital foram celebrados 108 casamentos gays (86 em 2012 e 22 em janeiro e fevereiro de 2013) desde o ano passado, quando foi autorizada a primeira cerimônia do tipo na cidade. 

Com a nova norma, a expectativa é que mais homossexuais procurem os cartórios para o casamento civil.

Primeiro casamento 

São Paulo é o primeiro estado do país a adotar a norma que regulamenta o casamento civil gay. Foi numa cidade paulista, também, que ocorreu a primeira conversão de união estável entre homossexuais em casamento. 

Em 27 de junho de 2011, o cabeleireiro Sérgio Kauffman Sousa e o comerciante Luiz André Moresi trocaram alianças em um cartório em Jacareí, no interior. Os dois, então, se tornaram oficialmente casados e passaram a usar o mesmo sobrenome: Sousa Moresi. Luiz André dedicou o casamento aos militantes, à Justiça em Jacareí e aos ministros do Supremo Tribunal Federal. “A gente luta por tantos anos e quando acontece, a gente entra em êxtase. É por isso que eu divido e dedico essa vitória a todos os militantes”, disse.

Paulo Toledo Piza e Lívia Machado/G1  de SP 
gospelchannel@globomail.com

'Estou vivo por um milagre', diz sobrevivente do Carandiru

Jacy Lima de Oliveira tinha 27 na época da invasão da polícia. Preso como suspeito, ele entrou com ação contra o Estado. Jacy Lima de Oliveira diz lembrar todos os detalhes daquele 2 de outubro de 1992. 

Gospel Chanel Brasil
Giovana Sanchez do G1

As imagens, o cheiro, e, principalmente, os gritos. "Foi um inferno na Terra, estou vivo por um milagre", conta o ex-presidiário da antiga Casa de Detenção e sobrevivente do massacre que deixou 111 mortos, quando há 20 anos a polícia de São Paulo invadiu o pavilhão 9 da penitenciária após um início de rebelião. "Eu sobrevivi, eu vi a história, eu pisei em sangue que dava quase na canela, e isso não é exagero, não! Ouvi gritos que até hoje ecoam na minha mente", disse Jacy ao G1, em uma entrevista feita no Parque da Juventude, construído após a implosão dos pavilhões do Carandiru e inaugurado em 2003. "Quando venho aqui eu me sinto livre, feliz de estar vivo. E me sinto também muito triste por saber que aqui morreu muita gente, e que os crimes estão impunes.



 Na verdade isso aqui é um tapete em cima de um grande montão de sujeira." O massacre ficou conhecido internacionalmente, e até agora nenhum réu foi preso. Todos respondem ao processo em liberdade - e nenhum ficou ferido na ação. 

Alguns se aposentaram e outros morreram antes mesmo de serem julgados. Jacy foi para o maior presídio da América Latina aos 27 anos, suspeito de um roubo a uma mansão no Morumbi - que alega não ter participado. "Eu vivia uma vida de criminalidade, muita droga, era um desespero, mesmo. Mas quando eu estava no auge do crime e da droga, achei por bem procurar um trabalho." Segundo ele, um irmão achou um bico de auxiliar de pedreiro e ele aceitou. Quando chegou lá, viu que um outro ajudante era da mesma quadrilha que ele participava. Segundo Jacy, que na época era conhecido como "mineirinho" pela origem do estado vizinho, o companheiro de gangue organizou o assalto, mas sem chamá-lo. "Fiquei 11 meses e quatro dias preso. 

Nesse tempo fui seis vezes ao Fórum. Nunca provaram nada contra mim nesse caso." Jacy entrou com uma ação contra o Estado na Justiça por ter ficado preso sem condenação e, segundo ele, ganhou em primeira e segunda instâncias, e agora aguarda a liberação da indenização. O atual pastor evangélico, e pai de dez filhos, publica neste mês um livro com seu relato do massacre. O título será exatamente esse: "Eu sobrevivi para testemunhar o massacre do Carandiru". 

O começo: rebelião no Pavilhão 9

 Jacy conta que naquele 2 de outubro era o seu dia de fazer a comida na cela.

 Ele saiu para procurar óleo antes do fim do período de banho de sol e, quando descia as escadas, viu uma aglomeração estranha no segundo andar, uma briga entre presos. "Quando decretaram a rebelião, a gente estava esperando a hora, porque automaticamente o Choque ia entrar. Aí começaram a quebrar tudo. Tocaram fogo em toda papelada da justiciária, quebraram os espelhos da barbearia, quebraram os canos de esgoto e aquela água de fezes começou a desaguar dentro do pavilhão", disse ele. "Quando foi 18h, se viu pela televisão as aglomerações no portão. Só que não só entrou o Choque, entrou o Gate [Grupo de Ações Táticas Especiais] e a Rota [Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar].

 Na minha concepção, eles entraram para matar, não para apaziguar, acabar com a rebelião."

 'Matança' 

"Eu tive um privilégio, que tenho pra mim como um milagre, porque muitos que passaram ali, como eu, morreram a facada, a tiro a queima roupa na cabeça. Eu passei no corredor da morte duas vezes. Descendo em direção ao patio e voltando. Subiram na minha frente umas 80 pessoas e eu ouvi o grito da morte delas." Jacy acredita que os mortos foram muito mais do que os oficiais 111. "Até hoje tem família procurando os filhos no sistema carcerário", diz ele. 

Outro sobrevivente concorda com Jacy: os números reais de mortos seriam bem maiores. Sidney Sales estava no quinto andar do Pavilhão 9 quando começou a rebelião, e conta que na hora que os policiais chegaram, ele estava abaixado, rezando junto com outros presos. "Policial invadiu e pediu para todos nós tirarmos a roupa e, quando saímos, já existiam diversas pessoas estiradas no chão. Descemos até o primeiro andar e pediram para ficar com a cabeça entre as pernas. Ali, por volta de umas duas ou três horas, os policiais mandaram que os detentos retornassem a suas celas.

 E, quando eu estava nessa fila, um policial bateu no meu ombro. Eu pensei que ele tirar a minha vida, mas foi justamente quando ele me pediu para carregar alguns cadáveres." Sidney disse, num depoimento dado na última sexta-feira (28) em um encontro de movimentos sociais em São Paulo, que carregou cerca de 35 cadáveres. 

Quando percebeu que um dos corpos que carregava era justamente de um preso que fazia o mesmo que ele, entendeu que aquilo se tratava de "queima de arquivo" e fugiu para dois andares superiores. Lá, conta que encontrou mais três policiais que lhe mostraram um molho de chave e disseram que ele teria uma única chance de sobreviver: se a chave que escolhessem abrisse a cela à sua frente. "Quando ele cata aquela chave, eu recito o salmo 91, e quando ele bate a chave e torce, o cadeado abre, e milagrosamente eu entro pra dentro daquela cela." 

Emocionado, Sidney contou que voltou para a criminalidade e para as drogas depois do massacre, quando foi transferido para a penitenciária de Mirandópolis e depois liberto. Anos depois, em uma troca de tiros com uma gangue rival, foi baleado e ficou paraplégico. Na cadeira de rodas, foi preso novamente em um assalto e convertido à igreja evangélica dentro da cadeia. 

Hoje, Sidney é coordenador de um centro de reabilitação de jovens viciados em drogas. Autor do livro "Paraíso Carandiru", ele ajuda no tratamento de 120 pessoas em uma chácara, em Jundiaí. "O sistema carcerário me fez uma pessoa qualificada para o mundo. Tento reverter a sequela que o Estado me deixou, fazendo o que o Estado não fez."

Assembleia de Deus encerra nesta terça comemorações oficiais de seu centenário

O governador Geraldo Alckmin (PSDB) e o prefeito Gilberto Kassab (PSD) prestigiavam, na tarde desta terça-feira (15), as comemorações do Centenário da Assembleia de Deus no estádio do Pacaembu, na zona oeste de São Paulo.

O ex-governador do Estado, José Serra (PSDB), também estava presente.O evento teve, na abertura, a presença de artistas gospel como os cantores Alice Maciel, Vitorino Silva, Lauriete. A organização é do Ministério de Belém.

Além do eventro na capital paulista, os organizadores prepararam um evento na Arena Barueri, na Grande São Paulo, que começou por volta das 15h e foi dividido em dois palcos: um dentro e outro fora da arena, para assegurar a presença de mais de 70 mil fiéis presentes.

Com uma programação basicamente musical, com 30 cantores e bandas convidadas, o evento começou com uma oração e deve terminar por volta das 22h. De acordo com a assessoria de imprensa da Assembleia de Deus, não houve pregações.

O evento tem o intuito de celebrar e comemorar os 100 anos da Assembleia de Deus no Brasil.

Usuários quebram imagem de "Nossa Senhora do Crack" em SP

Usuários de crack quebraram na manhã deste sábado a imagem de uma santa batizada como "Nossa Senhora do Crack", que tinha sido instalada ontem na região da cracolândia (centro de São Paulo).

A imagem de Virgem Maria, feita de gesso com adornos dourados, à frente de um fundo azul, tinha sido montada pelo fotógrafo e artista plástico Zarella Neto, 33, na rua Apa, em Santa Cecília.

Apenas uma espécie de altar continua no local, com uma luz que ilumina a inscrição dourada com o nome da santa. Segundo Neto, a imagem teria sido quebrada por usuários de crack incomodados com a repercussão do caso e com a presença de equipes de televisão no local.

O artista diz que pretende repor a santa, mas não sabe quando isso será possível. Enquanto isso, ele manterá a energia elétrica --puxada do imóvel onde funciona seu estúdio, perto dali-- para iluminar o altar.

"Resolvi democratizar a santa. Ninguém enxerga essas pessoas. Elas merecem proteção. Sou cristão e a santa é do povo", disse Neto, que nasceu e cresceu no bairro.

A fachada de uma casa abandonada foi o ponto escolhido para a obra, bem em frente à calçada onde viciados se juntam todos os dias.

Na tarde de ontem, moradores e trabalhadores da região paravam para olhar a obra. "Achei bonito, mas batizar a santa assim é um pecado", afirmou o serralheiro Ednaldo da Silva, 30.

O arcebispo de São Paulo, Dom Odilo Scherer, elogiou a iniciativa e disse que não existe profanação na obra.

"Vi e fiquei comovido. O drama dos dependentes químicos não pode nos deixar indiferentes. São humanos, são irmãos, são filhos de Deus. Nossa Senhora do Crack, rogai por eles e por nós também!", disse Scherer.

TALITA BEDINELLI

F. DE SÃO PAULO / Gospel Channel SP

Marcha para Jesus reúne evangélicos, católicos e famílias em São Paulo; confira as fotos

Evento começou na manhã desta quinta na região do Metrô Tiradentes. Palco onde acontecerão 38 shows foi montado na Praça Heróis da FEB.


Milhares de fiéis deixaram a região do Metrô Tiradentes na manhã desta quinta-feira (23) em direção à Praça Heróis da Força Expedicionária Brasileira (FEB), na Zona Norte de São Paulo, durante a 19ª Marcha para Jesus. A multidão de evangélicos acompanha dez trios elétricos no evento cujo tema deste ano é “A Marcha da Fé”.

A organização do evento espera receber de todo o Brasil cerca de 800 caravanas para prestigiar a festa evangélica. De acordo com a assessoria de imprensa, virão em ônibus e vans fiéis de estados como Bahia, Tocantins, Amazonas e Rio de Janeiro. A multidão poderá se divertir com os 38 shows programados.

Os organizadores do evento não quiseram dar uma estimativa de público. No ano passado, eles afirmam que uma multidão de aproximadamente 5 milhões de pessoas participou da celebração. O palco para os shows foi montado na Praça Heróis da Força Expedicionária Brasileira (FEB), perto do Campo de Marte, em Santana, Zona Norte.

Entre as bandas e artistas que confirmaram presença estão Renascer Praise, Cassiane, André Valadão, Thalles Roberto, Soraya Moraes, Fernanda Brum, Marcelo Aguiar e Irmão Lazaro, entre outros.

Os shows devem prosseguir até as 21h30, quando termina a festa. De acordo com a assessoria de imprensa da Marcha para Jesus, um espaço para deficientes físicos e auditivos, com direito a tradutores, foi reservado do lado esquerdo do palco. Todas as atrações podem ser conferidas no site.

O atendimento médico no local será realizado por 200 profissionais da área da saúde, como médicos e enfermeiros. Dez ambulâncias garantirão o deslocamento de pacientes em caso de necessidade, de acordo com a assessoria de imprensa da festa. A Marcha para Jesus foi realizada no Brasil pela primeira vez em 1993.

Confira algumas fotos da marcha 2011: (clique nas imagens para ampliá-las)




Lanna Holder e pastora Rosania Rocha abrem igreja de lésbicas em São Paulo

Acabou o mistério! Nada de cd de louvor, livro ou uma nova mensagem em DVD, a Missionária Lanna Holder acaba de divulgar em seu site oficial a inauguração de seu ministério, a Comunidade Cristã Cidade de Refúgio. Como já tínhamos adiantado e por pedido da Pastora Rosania Rocha, não tínhamos revelado exatamente o que era.

Gospel Channel: Este texto foi retirado do site MÍDIA GOSPEL sem nenhuma alteração do conteúdo original.

Esse sem dúvida será o grande divisor de águas nas vidas da Missionária Lanna Holder e de sua companheira Rosania Rocha e irá com certeza impactar muitas vidas.

A Cidade de Refúgio é uma comunidade cristã inclusiva fundada pela Missionária Lanna Holder e que já possui até célula em Portugal, a inauguração será entre os dias 03 e 05 de junho de 2011 na Avenida São João, 1600 - Centro, São Paulo. O site oficial ainda não está totalmente pronto, mais já podemos ver algumas informações: jesuscidadederefugio.com



Além da Cidade de Refúgio também será inaugurada a ong Mãos em Ação que pretende estender as mãos a todos quanto sofrem ou sofreram todo tipo de trauma, seja de ordem psíquica, física, mental e emocional, conseqüência de maus tratos, rejeição, agressões físicas ou verbais e até ações de cunho homofóbico devido a sua sexualidade.



Abaixo a reprodução do propósito da Cidade de Refúgio por suas próprias fundadoras:

A CIDADE DE REFÚGIO está pronta, chegamos ao fim das reformas e das obras, os projetos que foram gerados no coração de Deus, nasceram em nossos corações, e em tempo hábil para dizermos que foi um fruto concebido sob circunstâncias sobrenaturais.Alguns de nós passaram anos gerando, gerando sonhos e enquanto gerávamos podíamos sentir a alegria de romper a esterilidade, as impossibilidades de uma lei severa e desprovida de misericórdia,que trazia consigo os maus presságios de um futuro sem esperança e uma eternidade sem GRAÇA!

Este fim de reforma extrai agora de todos nós envolvidos o urgente anseio de começar a reformar VIDAS! Fomos concebidos sob essa expectativa e não vacilaremos em prosseguir para o ALVO que nos está proposto pelos céus, sob todos os aspectos e circunstâncias nascemos sob a irrefutável convicção de que este propósito é inegociável.

Não nascemos com a perspectiva de levantarmos uma bandeira, mas com a missão de termos a Ele como a nossa única bandeira. Uma igreja que ama a todos e não exclui a ninguém, que anseia ser UM LUGAR AOS ESCOLHIDOS, pela convicção de que Deus não faz acepção de pessoas.

Alguns de nós fomos achados nos lixões. Abortados do seio das igrejas e das nossas casas, sufocando pela busca das respostas que muitos de nós não tínhamos, mas incansavelmente ansiávamos, pelo simples desejo de ADORÁ-LO.

É, somente cada um de nós pode avaliar sua própria historia e sua própria dor. Cada um pode dizer quantos anos durou sua esterilidade, e contar porque a pior dor não era a de ver os filhos da outra nascer, mas a angustia de não gerar. Enfim, que seus filhos nasçam, cresçam, sejam heróis, ostentem troféus, ergam cetros e reinem desde que nossos filhos sejam ao menos ajudante de sacerdote.

Que a falta de visão dos lideres que cercam essa geração, não impute pecado aos sonhadores, que não enxerguem nos que sonham a embriagues dos que almejam apenas uma vida de boemia e de ilusões, mas conheçam em nós a insistência de romper a impossibilidade pelo compromisso de buscá-Lo insistentemente até que sejamos ouvidos.

Geramos durante meses e porque não ousar dizer que estamos gerando há anos? A nossa hora chegou, e alguns de nós já sentem as dores de parto, a tristeza já fez seu repouso, mas já veio de malas prontas porque a alegria já selou sua morada permanente.

Que nasça a CIDADE DE REFÚGIO, e que venham os outros REFÚGIOS, afinal na chegada de cada um deles damos a luz aos nossos sonhos, rompemos as impossibilidades e a esterilidade. Que este ano seja o ano dos que insistiram em sonhar, e que as lagrimas da perseverança hoje sirvam pra regar os RAMOS NOVOS.

COMENTÁRIO DO PR. ANSELMO MELO

Quem nunca ouviu falar de Lanna Holder, a queridinha de vários “púlpitos famosos” no Brasil e no exterior.

A bomba agora explodiu de vez, o reator da usina vazou deixando pasmados novamente seus admiradores e fiéis seguidores. Centenas de pastores mundo afora terão de subir em seus púlpitos para dar explicações as suas comunidades.

Ela fez fama e conquistou admiradores com seu testemunho de conversão, onde afirma que era lésbica e viciada em drogas. Conquistou dinheiro e fama aqui e em outros países. Centenas de ministérios disputavam “a tapas” a presença da carismática Lanna em seus púlpitos. Em pouco tempo ela se transformou numa espécie de “avatar da sorte” para quem queria manter sua congregação lotada.

Em 2002 ela abandonou o marido e envolveu-se em uma relação homossexual com a dirigente de louvor da World Revival Church – Assembléia de Deus de Boston, nos Estados Unidos.

A multidão de fiéis que consumiam com voracidade fitas e vídeos com pregações da missionária assistiram atônitas sua derrocada espiritual.

Lanna ganhou muito dinheiro comercializando seu falso testemunho

Exatamente ela que fez fama com o testemunho de ex parece agora protagonizar aquele versículo que diz: “Deste modo sobreveio-lhes o que por um verdadeiro provérbio se diz: O cão voltou ao seu próprio vômito, e a porca lavada ao espojadouro de lama”.2 Pedro 2:22.

Lanna Holder se afastou dos púlpitos, sofreu um seríssimo acidente de carro que quase ceifou sua vida, fez um voto ao Senhor e foi curada de uma lesão grave no coração.

Após seis anos de reclusão voltou aos púlpitos, os convites logo chegaram de todas as partes, do Brasil, dos EUA e da Europa. Tudo parecia ir bem até pouco tempo.

Não demorou e a desconfiança de alguns veio a revelar-se verdadeira. Lanna Holder , a ex lésbica e viciada, depois convertida e restaurada, (segundo seu próprio testemunho), volta a prática do homossexualismo, envolve a Igreja de Cristo em um terrível escândalo, se arrepende , faz votos ao Senhor, tem seu ministério restaurado e, agora, novamente volta as mesmas práticas.

Isso mesmo meus irmãos, a ex,ex,ex alguma coisa, agora assumiu de vez sua opção pelo pecado do homossexualismo. Juntamente com a “pastora” Rosania Rocha ela acaba de inaugurar em São Paulo a “Comunidade Cristã Cidade de Refúgio”, uma espécie de “igreja arcabouço” para gays e lésbicas praticarem sua espiritualidade, agora com a consciência anestesiada pelas pregações de Lanna.

[...]

A missionária Lanna Holder, afastada do ministério de pregadora itinerante por um escândalo homossexual, está de volta aos púlpitos e se considera restaurada pelo Senhor

No fim de 2002, a Igreja Evangélica foi sacudida por rumores de um caso que tinha todos os ingredientes para se transformar em mais um escândalo. E foi. A história envolvia a missionária pernambucana Lanna Holder, uma das pregadoras mais conhecidas do meio pentecostal brasileiro. As notícias davam conta de que Lanna se envolvera com a dirigente do louvor da World Revival Church – Assembléia de Deus de Boston, nos Estados Unidos, e estava mantendo um relacionamento homossexual. O incidente caiu como uma bomba e se transformou em um choque para muita gente, sobretudo as multidões que lotavam os eventos onde ela pregava e consumia vorazmente as fitas e vídeos com suas mensagens.

A bem da verdade, o caso homossexual era uma recaída. Lanna tornou-se famosa no Brasil e no exterior graças ao seu testemunho de conversão, que incluía, justamente, a libertação de uma vida promíscua, marcada pelo uso de drogas e pelo lesbianismo. Porém, àquela altura, a falta de informações gerou uma profusão de boatos. Ferida e com o ministério destruído, Lanna admitiu a queda e sumiu dos holofotes e dos púlpitos. Seu nome virou assunto das rodinhas de porta de igreja depois dos cultos. Abandonada pelos que a incensavam – inclusive, boa parte da imprensa evangélica, que depois do ocorrido deixou seus leitores sem notícias –, ela foi entrevistada por ECLÉSIA em janeiro de 2003 e abriu o jogo, falando do caso, das dificuldades financeiras devido à interrupção das ofertas, da insatisfação conjugal e da hipocrisia de muitos pastores.

Passados seis anos de silêncio, Lanna Holder está de volta. Desde meados de 2007, ela já havia retomado as pregações nos Estados Unidos e, nos meses de setembro, outubro e novembro, esteve ministrando na Europa e no Brasil, ocasião em que recebeu novamente a reportagem de ECLÉSIA. Lembrou os problemas do passado, como a loucura de ter que pregar quase todo dia para manter a viabilidade financeira do ministério e atender aos interesses das lideranças que lhe franqueavam o púlpito. Admitiu novamente o caso homossexual que durou cinco meses e pôs tudo a perder – embora, como faz questão de dizer, tenha sido aconselhada por diversos pastores a manter o bico fechado e continuar seu trabalho nas igrejas como se nada tivesse acontecido. “Disseram que seria muita burrice minha admitir tudo”, lembra.

Ela garante que, dos tempos dourados, nada lhe restou. O casamento com o também missionário Samuel Davi de Souza acabou. O dinheiro também. Sobraram apenas dívidas. E muitas. Lanna conta que sua prioridade passou a ser o sustento do filho, Samuel David Holder de Souza, e o acerto com os credores. Diferente do que foi dito na época, que ela teria fugido do Brasil por causa das dívidas, garante que nunca foi esse seu pensamento ao fixar residência nos Estados Unidos. “Mas não tinha clima para ficar aqui. Além do mais, lá, ganharia mais”, explica. Trabalhou durante um bom tempo com o que aparecia: limpeza, entrega de pizza, serviços administrativos, pintura de paredes. Lanna Garante que já acertou quase tudo com os credores.

Em busca do anonimato, a princípio ela decidiu não freqüentar mais igrejas brasileiras nos Estados Unidos. Ia a cultos de americanos para não ser reconhecida e para evitar “profetas” que lhe apontavam o dedo e falavam que Deus ia matá-la ou levaria seu filho como uma espécie de castigo pelo pecado cometido. Mas era preciso lutar contra os desejos, que, reconhece, teimavam em lhe assaltar. Chegou a participar de reuniões de cura interior e quebra de maldições, mas a inclinação homossexual continuava latente. Conseguiu vencer os desejos aos poucos, principalmente graças ao apoio da pastora Márcia Cunha e do pessoal da Igreja Batista Emanuel, que foram bombardeados por terem acolhido Lanna. “Disseram que era uma igreja de gays porque estavam me ajudando”, diz ela.

Lanna Holder diz que havia decidido não pregar mais. Manteve a decisão até 28 de julho de 2006, quando um acidente de carro quase lhe tirou a vida. Passou 42 dias internada e sofreu nove cirurgias. Entre os muitos ferimentos, teve o peito esmagado, perfurações nos pulmões e no fígado e hemorragias internas causadas pela fratura das costelas, além de um trauma cardíaco. O coração passou a funcionar com apenas 20% da capacidade. A previsão dos médicos não era nada boa: no mínimo, ela precisaria colocar um marca passo. Naquele momento, conta, percebeu que Deus queria chamar sua atenção. “Falei com o Senhor que faria sua vontade, e não a minha. E pedi que, caso fosse do seu agrado que eu voltasse a pregar, que meu coração se recuperasse e eu não precisasse passar pela operação. Em quatro meses, o coração estava perfeito”, conta a missionária.

Exatamente um ano após o acidente, portas se abriram e Lanna Holder voltou aos púlpitos. Mas, como diz, eram novas portas. As antigas continuaram fechadas para ela. O ministério voltou com força. No segundo semestre de 2008, em pouco mais de 70 dias, Lanna passou por oito países da Europa, além de fazer um périplo pelas cinco regiões do Brasil. Aos 33 anos de idade, a obreira continua com o sorriso esperto de menina e o jeito divertido que sempre marcaram suas pregações. Mas agora está bem mais madura. Já não se preocupa tanto em levantar o público ou gerar comoção com frases de efeito ou histórias escabrosas de outros tempos. Algumas vezes, prefere mensagens tranqüilas, mais voltadas para o ensino da Palavra e que primem pelo ensino.

Nesta entrevista, Lanna fala sobre essas mudanças e sobre seus planos para o futuro. “Sei que foi o Senhor quem me chamou. Por isso, não posso parar, mesmo com tantas críticas que venho sofrendo. Sei que a glória desse segundo momento será muito maior”, garante. Os objetivos ministeriais incluem a abertura de uma base na Europa ou nos EUA e outra no Rio de Janeiro. “Depois, começar um trabalho para auxiliar pessoas que enfrentem o mesmo problema que eu, ao da homossexualidade.” Ao lado dela, a mãe, Elizabeth Marinho, que também se define como missionária, admite as dificuldades. “Fico impressionada com tantas mulheres que vêm e dão em cima dela na cara dura”, espanta-se. “Os homens, não; são todas mulheres, até irmãs. Parece algo feito para tentá-la mesmo”, reclama.

Depois de tudo o que passou, Lanna parece mais compreensiva em relação a quem enfrenta problemas nesta área, um dos maiores tabus do segmento evangélico. “Sempre me perguntam se estou ‘curada’ de vez, como se a homossexualidade fosse alguma doença”, comenta. “Sou completamente honesta quando me indagam sobre cura ou libertação neste aspecto: estou em processo de cura. Algumas pessoas conseguem ser libertas de uma vez de tudo. Outras, não; permanecem com trejeitos e vontades, como se fosse uma compulsão que precisam vencer diariamente”, diz, numa honestidade que deixaria desconcertados muitos de seus admiradores. “É o meu caso – não me sinto mais vulnerável, mas se fosse esperar toda inclinação desaparecer completamente, nunca voltaria a ministrar.” Para ela, as lideranças das igrejas não sabem lidar com o problema e espiritualizam demais o assunto. Afinal, como pessoas batizadas no Espírito Santo podem estar endemoninhadas?”, questiona. “Mas é mais fácil ferir as pessoas e fechar as portas da graça do que abri-las”, encerra, em tom grave.

ECLÉSIA – Como você define sua situação espiritual hoje?
LANNA HOLDER – Hoje eu vejo que tudo colaborou para que eu crescesse espiritualmente e aprendesse com Deus. O que me aconteceu serviu para que eu descobrisse os verdadeiros amigos que eu tinha, para que eu conseguisse rever os meus conceitos a nível de integridade, de caráter, de valores pessoais e aquilo que realmente atraía as pessoas até mim. Quando nos estamos no alto do monte, todos são amigos – e muitos dizem que são nossos amigos mesmo sem nos conhecer, só porque temos um nome. Desci ao vale, e lá descobri os verdadeiros amigos, os verdadeiros valores, e me tornei uma pessoa melhor do que era. O Senhor transformou as maldições em bênçãos; hoje, sou uma pessoa mais madura, tenho mais consciência do que quero e estou com os pés firmados em um propósito. Eu estou vivendo à luz da Palavra e caminhando no propósito que Deus tem para a minha vida.

E qual é esse seu propósito?
O mesmo que eu tinha desde que recebi o meu chamado, após a minha conversão – o propósito de ganhar almas para o Senhor. Deus me deu o dom da palavra, é o que eu sei e faço com prazer e alegria. Pregar o Evangelho satisfaz e preenche a minha alma e alegra o meu espírito, dando-me um sentimento de satisfação espiritual. E o meu propósito é independente de qualquer coisa; eu não vou abrir mão do meu ministério, daquilo que o Senhor me concedeu. Ainda que as igrejas e os ministérios fechem suas portas para mim, vou seguir até o fim esse propósito, que é o de pregar a Palavra de Deus.

Onde você está morando?
Moro numa cidade chamada Rollingstone, perto de Boston, Massachussets, nos Estados Unidos. Preciso agora legalizar minha situação perante a Imigração americana para fixar minha residência. Mas tenho um desejo de também manter residência na Europa, abrindo as portas para um ministério lá. Mas estou na certeza de que vai ser Deus que vai prover; não sei agora definir para onde irei. Acabo de passar uma temporada de 40 dias na Europa, onde, na companhia de minha mãe, Elizabeth Marinho, estive em oito países.

Como tem sido a recepção das pessoas quando você vai às igrejas?
Melhor do que eu poderia imaginar. Depois do que eu passei, fico meio instável acerca de como vai ser esse relacionamento. Mas a minha vinda ao Brasil me permitiu ver os verdadeiros intercessores do meu ministério – foram os pequenos, os simples, aqueles que fazem parte do povo; aqueles que, quando me vêem, choram e me abraçam, agradecendo a Deus por eu estar de volta e pregando. O amor incondicional dessas pessoas foi como uma alavanca para me manter focalizada naquilo que o Senhor tem para a minha vida.

Durante o período que se seguiu ao que você mesmo define como queda, o que as pessoas lhe diziam?
Particularmente, depois de eu ter passado pelo meu fracasso matrimonial resultante do processo da minha queda, eu me sentia muito atingida com comentários de irmãos e de “profetas” que se diziam mensageiros da Palavra e do juízo de Deus sobre a minha vida. Houve quem me dissesse que Deus me mataria ou me colocaria numa cadeira de rodas, ou que iria me cobrar tirando a vida do meu filho. Enfim, foram diversas palavras de desgraça, destruição; mas ao invés disso, o que vi foi Deus cuidando de mim, sarando minhas feridas.

Quando você voltou a pregar?
Em julho de 2007, exatamente um ano depois do acidente em que Deus guardou minha vida e que serviu de sinal para que eu voltasse. Foi difícil?
Foi muito interessante, porque a primeira coisa que eu pensei foi que acreditava que estava no púlpito de novo, na posição de pregadora, até porque eu havia sido muito sincera quando disse para Deus que não queria voltar para o ministério. Então, quando eu me vi ali pregando a Palavra, eu tive absoluta certeza do meu processo de restauração e de que não estava ali porque eu queria, mas porque Deus o quis.

Com quem você vive atualmente?
Antes de eu sair dos Estados Unidos, eu estava dividindo uma casa com duas irmãs, uma de 56 anos e outra de 36, ambas da igreja. Ou seja, éramos nós três mais o meu menino. Agora, voltando para lá, eu pretendo ter o meu apartamento sozinha, para que eu possa cuidar do meu filho e que tenhamos mais privacidade. Essa é a minha prioridade.

Apesar de sua agenda, você consegue acompanhá-lo?
Ele veio comigo, porque já fazia cerca de um ano e meio que não via o pai e até porque eu não tenho nenhum parente nos Estados Unidos com quem pudesse deixá-lo. Estava previsto o retorno dele para lá comigo agora em novembro, mas eu e meu ex-marido estamos resolvendo questões de guarda e é possível que ele permaneça com o pai durante algum tempo no Brasil. Isso é algo que temos deixado à escolha dele, apesar de ser uma criança de sete anos de idade apenas. Talvez algumas pessoas achem que ele não tenha condição de escolher, de fazer essa opção, mas eu não posso levá-lo se ele não quiser ir – e não posso deixá-lo se ele não quiser ficar. Então, isso fica a critério dele. Eu e o pai acreditamos que a decisão dele será a melhor.

Como é seu relacionamento com seu ex-marido?
Nosso relacionamento é muito superficial. Limita-se a questões a respeito de nosso filho. Já estamos separados há mais de quatro anos, e não há nenhuma mágoa no meu coração. Ele já está até envolvido com outro relacionamento e pretende se casar novamente. O que eu mais zelo é pela verdade, integridade e transparência. Muitas vezes, tem lugares por onde passo, as pessoas perguntam por ele, e eu faço questão de confirmar o meu divórcio e relatar que nós não estamos mais juntos há quatro anos. Eu não quero vender a imagem de boa menina, de boa moça; a imagem que eu vendo é a minha verdade e a minha realidade. E é a Deus que eu quero impressionar, e não aos homens.

Afinal, você parou de pregar devido ao escândalo homossexual?
Depois do ocorrido, eu comuniquei ao meu marido o que aconteceu e a outra pessoa envolvida fez o mesmo com o marido dela. Então, nós duas fomos conversar com o pastor dela, Leon de Jesus, para resolver o que fazer. Só que eu já havia decidido parar de pregar, pois estava insatisfeita com minha vida pessoal e não queria viver numa farsa. Então, entreguei a minha credencial e disse que não estava mais disposta a exercer o meu ministério.

Na outra entrevista a ECLÉSIA (edição 97), você disse que foi aconselhada a agir como se nada tivesse acontecido e continuasse com o ministério. Confirma isso?
O ministério de Boston decidiu que deveríamos passar por uma disciplina, mas que a questão não fosse trazida a público para não causar um escândalo. Só que esses cuidados não eram com a minha alma, nem o de preservar o meu ministério – ou o da outra pessoa –, mas uma preocupação em evitar o escândalo que manchasse o nome da igreja. Isso era muito perceptível para mim. E eu já estava cansada de me sentir manipulada. Não falo isso especificamente em relação àquela igreja, mas de modo geral. Estava cansada de ser e fazer aquilo que as pessoas queriam que eu fosse e fizesse.

A Igreja Evangélica está preparada para tratar casos de homossexualismo entre seus membros?
Não. Aliás, quando falei sobre isso na primeira entrevista, minha fala foi usada até de maneira maldosa. Eu não disse, em 90% das igrejas por onde eu passava, como foi afirmado na matéria, as pessoas exerciam a homossexualidade ali dentro. O que eu disse foi que em 90% das igrejas por onde eu havia passado, encontrava pessoas com problemas de homossexualismo. Mas o que afirmei naquela entrevista, afirmo nesta: onde eu passo, é muito difícil que não haja pessoas que me procurem com problemas de homossexualidade, problemas que elas não sabem como resolver. Por mais que jejuem, por mais que orem, por mais que passem por processos de libertação, elas continuam sentindo as mesmas tendências, as mesmas encanações e as mesmas dificuldades. E falta confiança nos líderes, porque, se elas expõem as suas vidas, têm suas vidas expostas aos membros da igreja e a partir daí passam a sofrer discriminação, são colocadas de lado e impedidas de exercer qualquer cargo ministerial na igreja. Pessoas assim estão fadadas a morrer no último banco, porque para esses ministros e para essas igrejas elas não têm utilidade nenhuma. Então, o que eu percebo é que nós espiritualizamos demais o que precisa ser compreendido, ao invés de ser espiritualizado. Esse problema precisa ser conhecido para sabermos como pode ser tratado; mas nós fechamos a porta da graça, ao invés de abri-la.

Então, na sua opinião, qual seria a atitude correta da Igreja em relação ao homossexual ?
Não só falo da homossexualidade, mas do adultério, do vício da prostituição. Essas pessoas precisam de igrejas que as aceitem como elas são e que preguem a Palavra para elas, na expectativa e na certeza de que a libertação vai ocorrer de dentro pra fora. Não adianta pegar um homossexual e trocar suas vestes, fazendo dele uma personagem que passe a imagem de religioso, se por dentro ele está ferido, está machucado. A única coisa que a igreja pode fazer, se ela não tem respostas, é exercitar o amor. A homossexualidade não é pior do que o adultério, a prostituição ou a fornicação – para Deus, todos estão na mesma categoria.

Por que a Igreja é tão radical em relação aos pecados sexuais?
Eu te diria que é por causa dessa máscara de religiosidade. Nós condenamos os pecados sexuais, mas calamos a boca quando o assunto é a fofoca, a intriga. E nos calamos também em relação à falta de união entre pastores e ministérios e à busca incessante pelo poder. Não condenamos aqueles que usam o dinheiro que vem dos dízimos e das ofertas para suas vaidades pessoais., enquanto as igrejas estão limitadas a templos pobres e sem estrutura porque o dinheiro é totalmente utilizado de forma ilícita. Também não falamos contra a disputa que existe em nosso meio: quem é o melhor pregador, quem é o melhor cantor, quem é o que mais vende em igrejas. Isso tudo se tornou normal, mas o pecado sexual, não. É a mascara da religiosidade.

Você refere-se a esta nova fase do seu ministério como uma segunda etapa. O que mudou em relação à anterior?
As pessoas que já conheciam meu ministério, quando vão me ver pregar hoje, esperam aquela pregação bombástica, aquela característica que sempre foi vinculada ao ministério Lanna Holder – aquela pregação pentecostal, aquela palavra avivada, a necessidade de ver o povo pulando, recebendo o que nós usamos como a forma taxativa de poder. Hoje eu tenho muito mais preocupação em ter consciência, uma pregação com base na Palavra, sem aquela preocupação de que precisa haver manifestação de poder. Agora, minha maior preocupação é ministrar a Palavra, na certeza de que em cada igreja, de acordo com a unção e com a disposição do coração de Deus para me usar naquela ocasião, vai haver um mover diferente. Sei que, mesmo que as pessoas não tenham pulado ou não tenham caído, elas sairão dali com a Palavra semeada em seus corações e com suas vidas mudadas. Só a Palavra pode fazer isso.

No segmento evangélico, obreiros casados são mais respeitados. Você enfrenta alguma dificuldades por estar solteira? E tem planos para um novo casamento?
Olha, eu não tenho planos no momento, nem tenho pensado nisso. Na realidade, até costumo dizer que os meus planos não são os planos do Senhor. Embora eu continue sentindo que isso seja uma exigência do público, não vou me deixar levar por essas exigências. Eu vou viver minha vida, vou exercer o meu ministério. Quero criar o meu filho. Eu tenho muito desejo, sim, de ter outros filhos, mas quando associo esse sonho com a questão de um outro matrimônio, automaticamente já sinto um desejo de permanecer solteira. Então, eu diria que essa é uma questão que está à disposição do Senhor.

Você virou uma celebridade evangélica quando era muito jovem, com menos de 25 anos. Agora, sente-se mais preparada para o ministério?
Com certeza. Agora tenho muito mais maturidade e senso de responsabilidade. Eu acredito que isso é um fator determinante para que, com a bênção do Senhor, possa continuar essa obra.

ECLÉSIA/MÍDIA GOSPEL

'Eu louvo a Deus pela vida dessa mulher', diz mãe de rapaz executado em cemitério


A mãe do homem que foi executado por policiais militares em um cemitério de Ferraz de Vasconcelos, na Grande São Paulo, disse nesta terça-feira (5) que louva a Deus pela mulher que presenciou a morte do filho e ligou para a polícia denunciando o crime.

“Eu louvo a Deus pela vida dessa mulher, e que Deus assim possa proteger ela. Ela foi muito corajosa”, conclui Maria de Fátima de Aquino, mãe de Dileone Lacerda de Aquino. “Polícia não tem o direito de tirar a vida de ser humano nenhum”, completou.

Em Piracicaba, no interior do estado, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, disse que os policiais envolvidos na execução de Dileone serão punidos. “Os dois policiais já estão presos. Nós não passamos a mão na cabeça de bandido. Eles serão expulsos da polícia e responderão a processo criminal”, avisou.

A Promotoria de Justiça de Ferraz de Vasconcelos denunciou por homicídio duplamente qualificado os dois policiais. A versão dos policiais, registrada no boletim de ocorrência, é que houve tiroteio e que Dileone foi baleado na perna e no abdômen. Depois, ele foi levado para o hospital, onde morreu. Dileone teria roubado uma van em um condomínio.

Gospel Channel SP | SPTV

Padre acusado de ofender mulher em SP pode pegar 3 anos de prisão

Ministério Público denunciou religioso por injúria racial.
Diocese disse que ele é considerado 'excelente padre' pela comunidade.

Um padre pode pegar até três anos de prisão se for condenado por ter ofendido uma mulher no interior de São Paulo. Na terça-feira (15), o promotor Sérgio Clementino, do Ministério Público em São José do Rio Preto, denunciou o religioso por crime de injúria racial.

O caso ocorreu em abril do ano passado e o acusado, que tem passagens pela polícia por embriaguez ao volante e já chegou a ser condenado por isso, não foi encontrado para comentar a nova denúncia.

“Foi uma discussão que eles tiveram e o padre acabou ofendendo a moça. Não me lembro exatamente das palavras, mas eram relacionadas à cor ou o fato de ela ser negra”, contou nesta quarta (16) o promotor Clementino. A mulher em questão é uma técnica de enfermagem de 24 anos. Ela também não foi localizada para comentar o episódio.

De acordo com o promotor, o crime de injúria racial é aplicado quando a “pessoa ofende alguém com ofensas ligadas à cor, raça ou religião” e a pena prevista varia de um a três anos de prisão ou multa.

Clementino disse que o padre nega as ofensas. “Ele admite a discussão, mas nega que tenha ofendido a mulher.” O promotor não soube detalhar em que circunstâncias houve o bate-boca. Ele afirmou apenas que a técnica de enfermagem cuidava de uma idosa ligada à paróquia e que todos estavam em um mesmo carro. “O padre queria que ela saísse do carro”, relatou o promotor. O processo vai correr na 4ª Vara Criminal do Fórum de São José do Rio Preto.

O religioso não atua mais na cidade. Ele foi transferido para uma paróquia na cidade vizinha de Planalto. A assessoria de imprensa da Diocese de São José do Rio Preto informou que ele não estava celebrando missa no momento em que houve a discussão e reiterou que ele é considerado por sua comunidade como um “excelente padre”, sendo “acolhedor e querido” entre seus fiéis.

Carolina Iskandarian - Do G1 SP

Ataques por racismo lideram casos em delegacia especializada de SP

Decradi investiga ainda casos de agressão a gays.
Negro que levou pauladas em maio ainda tem coágulo na cabeça.

No gabinete da delegada Margarette Barreto, titular da Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância de São Paulo (Decradi), não param de chegar casos motivados pelo o que ela chama de “intolerância”. São agressões a homossexuais, negros, judeus, envolvendo torcedores rivais ou gangues.

A história do promotor de crédito bancário Luiz Fernando Pereira Guedes, atacado a pauladas na Avenida Paulista em maio deste ano, poderia estar lá se ele tivesse feito a denúncia. Por ser negro, o rapaz, de 30 anos, acha que foi vítima de racismo. Esse tipo de crime lidera a estatística na delegacia, diz Margarette.

“Os casos são subnotificados porque, geralmente, a vítima não quer exposição. Existem cifras negras. Às vezes, a família não conhece a orientação sexual da pessoa”, diz a delegada, referindo-se aos gays que levam surras na rua. Foram pelo menos seis ataques nos últimos meses, com oito vítimas. Todos nos arredores da Avenida Paulista. “Geralmente, são crimes de gangue, praticados por rapazes de 16 a 25 anos. Nesses crimes de ódio, as pessoas gostam de bater para causar sofrimento”, explicou.

Margarette disse não ter números, mas percentuais de casos que foram parar na Decradi entre janeiro e novembro de 2010. Inquéritos por intolerância racial/ étnica, onde caberia o caso de Guedes, estão no topo da lista, correspondendo a 29,91% dos registros. Em seguida, vêm os inquéritos abertos por outros motivos (21,34%), como perda de documentos (situações que acabam indo parar na delegacia e não deveriam), e em terceiro os abertos por intolerância à orientação sexual (19.65%). Nestes, se encaixam os episódios de agressão a homossexuais.

Dor de cabeça até hoje

Quem foi vítima de um ataque surpresa dessa natureza, muitas vezes não consegue apagar as marcas da violência. Na tarde desta quinta-feira (9), Guedes voltou a procurar atendimento médico por causa das fortes dores de cabeça que sente em função das duas pauladas levadas em maio. O tratamento dele não terminou. “O coágulo ainda não se desfez”, disse o promotor de crédito, após ver o resultado da tomografia no crânio.

Guedes contou que voltava do teatro com amigos, quando se separou deles para pegar o metrô na Estação Trianon-Masp. “A forma (do ataque) foi brutal. Não vi nada”, lembrou o rapaz, que ficou 12 dias internado devido ao traumatismo craniano. Guedes disse nem saber se foi golpeado por uma ou mais pessoas. “Só ouvi uma voz lá longe dizendo: ‘negro tem que morrer’. Tenho certeza que foi por racismo.”

A vítima, que talvez precise de uma cirurgia estética para disfarçar a cicatriz na testa provocada pela agressão informou que procurou uma delegacia perto de sua casa, na Zona Leste, assim que saiu do hospital. “Como nada foi roubado, o delegado disse que não faria boletim de ocorrência porque entraria para as estatísticas.” Diante da negativa do policial, ele desistiu de procurar a Decradi, localizada no Centro da capital.

Perdeu o rim

A travesti Renata Peron, de 33 anos, vive hoje só com um rim. O outro ela perdeu após ter tomado uma “voadora”, um chute bem forte, durante um ataque na Praça da República, no Centro. A agressão foi em 2007 e Renata contou que precisou mudar os hábitos alimentares. “Os médicos aconselharam não comer certas comidas que demorem a fazer a digestão, como carne vermelha”, disse Renata.

De acordo com a travesti, nove rapazes, que seriam skinheads, partiram para cima dela e de um amigo. “Só um me bateu. Ele tinha uma placa de metal na ponta da bota”, lembra Renata, que disse não ter ódio dos criminosos. “Ninguém foi preso e fica um sentimento de pena. Nem bicho faz essas coisas. Passei seis meses fazendo terapia para entender por que fui agredida.”

Banco de dados

Na Decradi, existe um banco de dados com fotos de rosto e de tatuagens de suspeitos de cometer esses ataques. O objetivo é ajudar as vítimas e a polícia a prender os culpados, o que a delegada Margarette Barreto considera uma tarefa difícil. “O crime de ódio sempre ultrapassa os limites da vítima. Deixa a comunidade a que ela pertence amedrontada.”

Para evitar que a região abrangendo as ruas Frei Caneca, Consolação, Augusta e a Avenida Paulista seja novamente alvo de ataques por intolerância, a delegada informou ser preciso “repensar quais atividades tomar ali”, mas ressaltou que existe um policiamento ostensivo da Polícia Militar na área. “É um local que a gente procura sempre fazer um monitoramento”, disse Margarette. As vias concentram bares e restaurantes para o público gay.

Ainda tramita na Câmara Federal um projeto para tornar crime a homofobia no país [Projeto de Lei da Câmara (PLC) 122/2006]. Segundo a delegada, um agressor pode responder a processos por lesão corporal leve até gravíssima, tentativa de homicídio e homicídio. “Deveria ter uma qualificadora pelo crime de ódio, que agravasse a pena”, sustentou Margarette.

Cuidado ao andar

Para o presidente da Associação Casarão Brasil, que defende políticas em favor dos homossexuais, é preciso, a partir de agora, redobrar a atenção. “A orientação que a gente está passando é para a pessoa não bobear, não andar sozinha. Se tem necessidade de andar abraçado, de beijar, que faça com mais atenção”, informou Douglas Drumond.

À frente da presidência da Associação Paulista Viva, o empresário Antonio Carlos Franchini Ribeiro repudiou os atos de violência na região. “A Avenida Paulista é um eixo cultural, social, representa a cidade em todos os seus aspectos.” De acordo com ele, a partir de janeiro do ano que vem, a iluminação dos postes será rebaixada na avenida, levando mais luz às calçadas. “Isso vai melhorar as condições de segurança.”

Imagens mostram assalto a igreja evangélica no interior de SP

Criminosos usaram metralhadora na ação.
Um homem foi preso pela polícia de Ribeirão Preto.

A polícia prendeu nesta terça-feira (27) um dos homens suspeitos de roubar uma igreja evangélica em Ribeirão Preto, a 313 km de São Paulo. Ele foi preso quando procurou a Santa Casa da cidade para atendimento médico.

O assalto foi na quinta-feira (22). Três homens invadiram a Igreja Nacional Senhor Jesus Cristo. Imagens do circuito interno de TV do templo mostram a ação dos bandidos, que chegaram a usar uma metralhadora.

Um dos criminosos ficou vigiando a entrada do tempo, enquanto os outros dois renderam os fiéis, fazendo-os deitar no chão.


Justiça Federal de SP condena casal Hernandes


Fundadores da Renascer prestarão serviços a entidades filantrópicas. Crime é de evasão de divisas e cabe recurso em liberdade.

G1

O juiz Fausto Martin De Sanctis, da 6ª Vara Criminal Federal de São Paulo, condenou o casal Sônia e Estevam Hernandes, fundadores da Igreja Renascer, a quatro anos de reclusão por crime de evasão de divisas. No entanto, o magistrado substituiu a prisão dos réus pela pena de prestação de serviços a entidades filantrópicas. Os dois podem recorrer em liberdade.

Proferida na terça-feira (1º), a sentença de De Sanctis foi divulgada na tarde desta quarta (2).

Em janeiro de 2007, Sonia e Hernandes tentaram entrar nos Estados Unidos com US$ 56 mil não declarados. De acordo com a denúncia do Ministério Público Federal, o dinheiro estava escondido em malas, porta-CD e até uma Bíblia.

A assessoria de imprensa do casal informou, em nota enviada aos jornalistas, que a defesa vai recorrer da sentença. Segundo a assessoria, o advogado do casal, Luiz Flávio Borges D’ Urso, classificou a sentença como “absurda” e já prepara recurso contra a decisão.

Além da prestação de serviços, De Sanctis determinou que os réus paguem 164 dias-multa, tendo cada dia-multa o valor de cinco salários mínimos. Sônia e Estevam também estão proibidos de frequentar determinados lugares pelo tempo da pena aplicada (é a chamada interdição temporária de direitos), como: lojas de luxo, casas de jogos, lotéricas, cassinos e leilão de bens (exceção dos beneficentes).

Diz ainda a sentença do juiz que os dois não podem ir a “países a não ser onde existam templos religiosos próprios e mediante autorização judicial”. No início do processo, o casal havia sido denunciado também pelo crime de falsidade ideológica, mas o próprio Ministério Público Federal retirou essa acusação, mantendo a de evasão de divisas.

Na sentença, o juiz afirma ainda que se forem revogadas as chamadas medidas restritivas de direito (a prestação de serviço a entidades filantrópicas e a interdição temporária de direitos), o casal deve cumprir pena em regime semi-aberto.

Prisão no exterior

Por terem sido pegos no Aeroporto de Miami com os US$ 56 mil escondidos, Sônia e Hernandes tiveram de cumprir pena nos Estados Unidos antes de poder voltar ao Brasil, o que aconteceu no início do mês de agosto.

Após serem presos e julgados, eles foram condenados pelo juiz Federico Moreno do Tribunal Federal do Sul da Flórida a cumprir pena intercalada. No dia 20 de agosto de 2007, Estevam seguiu para a prisão, enquanto Sonia começava a cumprir prisão domiciliar.

No dia 29 de dezembro, ele foi liberado. Em 21 de janeiro de 2008, a bispa seguiu para o regime fechado. Ela foi libertada no dia 7 de junho do mesmo ano. A razão dessa sentença seria manter pelo menos um deles em casa para cuidar dos filhos.

Além da prisão, cada um pagou uma multa de US$ 30 mil à Justiça americana. Eles também tiveram que cumprir dois anos de liberdade vigiada contados a partir da data da divulgação da sentença do juiz americano, dia 17 de agosto. Por isso, só poderiam deixar o país com autorização judicial.

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